Material escolar até 50% mais barato.

21 fev
Material escolar até 50% mais barato.

Depois da volta às aulas, lojas oferecem descontos em produtos

Se você ainda não comprou o material escolar, esse “atraso” pode render vantagens. Em fevereiro, os pais encontrarão boas oportunidades de economia. Depois do período de maior movimentação nas livrarias e papelarias, sempre registrada no mês de janeiro, as lojas passam a investir em promoções.

A Livraria Modelo/Atacadão, por exemplo, oferece descontos de 30% para livros e 50% para demais produtos, até este sábado (22), nas compras à vista. Mochilas com carrinhos, preferência das crianças, e que, pelo preço elevado, pesam na hora de comprar os materiais escolares sairão pela metade dos preços. O exemplar com o personagem Fuleco, mascote da Copa, de R$ 211,90, está saindo por R$ 105,95.

fulecogrande

Malas escolares, que são sucesso entre as meninas, estampadas com a gata Marie e com as fadas, de R$ 361,90, ficam por R$ 180,95. Já cadernos de 18 matérias, com personagens conhecidos, como a Hello Kitty, ficam por apenas R$ 9,05.

hellokitty gatinha

Negociação
De acordo com o livro Terapia Financeira, de Reinaldo Domingos, o ideal é fazer as compras junto com outros pais e negociar descontos em função da quantidade. Além disso, é preciso fazer um levantamento de todo o material usado no ano anterior e verificar o que pode ser reaproveitado.

 

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07 fev
A adaptação escolar dos pais.

A adaptação escolar é um momento recheado por uma mistura de sentimentos: animação de ver o filhote dando um passo à frente, dificuldade em deixá-lo crescer, ansiedade, preocupação em saber se ele (e você!) vai dar conta de se adaptar à nova rotina, medo diante da nova realidade que está prestes a“chegar chegando”. É um período de adaptação para pais e crianças e, diga-se de passagem, um momento essencial e natural, que precisa fazer parte da realidade de papais e crianças… Mas nem por isso é menos difícil. Isso porque ele é, na maioria das vezes, a primeira grande separação entre ambos e, assim como as crianças, os adultos também passarão a construir um relacionamento afetivo com um novo grupo social: a escola. Tudo isso é novo também para papais e mamães e por isso seus sentimentos também precisam ser acolhidos, valorizados, compreendidos e cuidados… é importante que eles se sintam tranquilos e seguros acerca de onde estão deixando os pequenos.

Mas é natural e até esperado que o novo nos traga expectativas e, junto a elas, alguns medos… E, claro, com esse momento não é diferente, porque cada momento da criança é também um momento nosso! Mas… Vamos pensar juntos? Eu acredito que foi dedicado um tempo para, com cuidado, escolher, dentro do que era possível, a melhor escola para a criança… Não é? Certamente os profissionais que elavai encontrar lá estão devidamente preparados para recebê-la, acolhe-la e oferecer a ela um tempo divertido, gostoso e rico de muitas experiências importantes para o seu desenvolvimento e crescimento pessoal.

CRESCER… Apesar de muitas vezes querermos apressar o próximo passo dos filhos, quando ele acontece, a gente entra em contato com o fato do quanto as crianças crescem rápido e… Eu sei, não é fácil dar-se conta disso! Ele já não é mais bebê, já deu os primeiros passos, desmamou, … E agora JÁ está na escolinha! Como pode ser prazeroso e ao mesmo tempo difícil ver os filhos crescerem na velocidade da luz e, aos poucos, irem adquirindo sua independência… Como pode ser custoso perceber que ele não precisa mais dos pais 24h por dia. Mas como é importante dar espaço para que eles cresçam! Como é importante cuidar para que eles tenham autonomia, segurança, autoconfiança!

Um exercício diário e essencial é podermos sempre olhar para dentro, olhar para nós mesmos, perceber nossos sentimentos diante dessas novas etapas e oferecer a eles cuidado! Às vezes (muitas delas!) as dificuldades são nossas e acabamos passando isso para as crianças. Se os pais, por exemplo, encaram o choro ou o pedido de ficar “grudado” como um sofrimento por estar na escola, a situação pode tornar-se mais difícil, pode adquirir um “tom” pesado. Por outro lado, se entendem que aqueles comportamentos fazem parte, porque é uma situação nova para a criança (e como tudo o que eh novo, vem com um misto de sentimentos) e que é essa a forma de as crianças se expressarem, certamente o momento poderá ser menos desconfortável para ambos.

Da mesma maneira que as crianças, os pais também são pessoas únicas e cada um tem sua forma de lidar com o momento em questão. Alguns podem encontrar mais dificuldades em deixar o filho sozinho, longe de seus olhos e cuidados diretos, outros podem se sentir mais tranquilos ou menos desconfortáveis com a situação. Isso não faz deles menos pai ou mais pai. Isso não faz delas mães piores ou mães melhores. Isso fala de singularidade, de individualidade, porque como tudo na vida, cada pessoa tem a sua forma de encarar as coisas, conforme seus recursos internos disponíveis. Portanto, não julgue os pais ao lado se para eles parece que essa etapa está sendo menos difícil!

E, para este momento, segue a nossa dica: tente, nos primeiros dias de escola, acompanhar seu filho. Fale para ele que você está indo, mas não vai ficar na sala com ele (é importante que ficar num lugar onde ele não veja, porque, caso contrário, “largar” de você [e você dele!] pode ser mais difícil). Experimente conhecer rotina dele dentro da escola; faça parceria com a instituição e com as professoras.Conhecer o que seu filho vai fazer e quem vai acompanha-lo e dar e encontrar espaço para uma boa comunicação pode te deixar mais seguro e confiante acerca desse novo lugar. E se o choro vier ou o a “colinha” ficar mais “grudenta”, olhe nos olhos dele, fale que sabe que está sendo difícil e que exatamente por isso você estará ali, caso ele precise. Acredite, a gente pode cuidar para tornar a situação mais leve…para eles e para nós mesmos!

Por fim, deixa eu te contar: a escola é um ambiente muito rico para a criança e permitir que seu filho viva esse espaço é oportunizar que ele tenha experiências mágicas, engrandecedoras. Seu filho dará conta… E você também! (E arrisco dizer, inclusive, que por muitas vezes você poderá se perceberadorando o fato de eles poderem estar na escola e você… Com tempo livre pra fazer um monte de coisa!). Conta pra gente depois!

 

Marina Férrer é Psicóloga Clínica e Integrante do @nucleocriad

 

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02 fev
Quando chega o dia da escolinha…

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A primeira vez na escola é sempre motivo de muitas expectativas para os pais e para as crianças e merece uma atenção especial. O período de adaptação é muito importante para que ambos sintam-se confortáveis e seguros diante das novas mudanças que esse momento implica. Geralmente, esse é o primeiro (grande) momento de separação entre pais e crianças e junto a ele podem vir um misto de sentimentos e reações: curiosidade, alegria, medo, insegurança, choro fácil, alterações de sono e apetite, dentre outros… e vem também uma grande oportunidade de socialização, de “construção” da autoconfiança e de muito, muito aprendizado (para os pais e para a criança!). Sendo assim, é essencial que os responsáveis possam ajudá-las a desenvolverem um sentimento de segurança.

Esse sentimento precisa ser construído tanto em casa, com a família, quanto na escola, com as pessoas que o recebem neste novo ambiente – os professores (principalmente) e coordenadores, por exemplo. É essencial que a criança esteja confiante do amor que tem na família e que os profissionais da escola estejam preparados para recebê-la com muito acolhimento, amor e compreensão, para entender que a criança pode vir a ter dificuldades e que elas fazem parte desse momento, dessa situação ainda nova, desconhecida. Para tanto, é importante que os pais também estejam seguros de onde estão deixando os seus filhos, para que possam ficar tranquilos quanto a isso. A escolha da escola é um processo que precisa ser bem trabalhado e realizado com cuidado; os pais precisam sentir-se bem lá. Feito isso, vale levar a criança para conhecer o espaço antes de começarem as aulas, para que ela possa ter um contato inicial com o ambiente e, quem sabe, até com a salinha onde vai ficar. Isso pode ajuda-la a sentir-se mais segura quando começar a frequentar a escola, visto que estará indo para um lugar que já não é totalmente desconhecido para ela. Da mesma forma, conversar com elas sobre a escola, sobre o que encontrarão e o que aprenderão lá e oferecer espaço para que perguntem e tirem suas dúvidas também pode contribuir para que cheguem mais tranquilas àquele ambiente. Por ser um momento novo também para os pais, muitos optam por levar a criança à escola e sair escondido quando ela parece distraída, o que pode causar o contrário do que se espera: tal atitude pode suscitar sentimentos de insegurança e desconforto, tanto por estarem num ambiente novo, com pessoas ainda estranhas e, portanto, ainda não familiar, quanto por se sentirem enganadas pelas pessoas em quem mais confiam. Os pais e responsáveis precisam compreender que este pode ser um momento difícil, mas é um momento importante e necessário, que caminha para algo muito bom, que é o desenvolvimento e a oportunidade de aprendizado das crianças. Algumas parecem mais tranquilas ao chegar ali, se distraem mais fácil com os brinquedos e os colegas e conseguem adaptar-se mais rápido; outras têm mais dificuldades, parecem não conseguir desgrudar dos pais, choram, chantageiam. A criança é única e essa individualidade precisa ser considerada e acolhida da forma mais carinhosa possível. O choro, por exemplo, pode vir porque a criança se depara com uma situação que é nova e é essa, muitas vezes, a forma que ela consegue expressar o que sente. Nesses momentos, é essencial que os pais mostrem que entendem que está sendo difícil para a criança e dêem o suporte – é possível, por exemplo, levar a criança na sala e assegurar que estará por perto, caso ela precise, mas deixando claro que não ficará na sala com ela. Vale ressaltar que as promessas que forem feitas precisam ser cumpridas! É importante que as crianças saibam e sintam nos primeiros momentos que se precisarem, o responsável estará lá, esperando por elas, pois inicialmente aquele ambiente ainda não se configura como uma base segura. Esse é um momento muito especial em que as crianças se deparam com várias novidades: ambiente novo, pessoas novas, regras e rotina novas e cada uma delas terá o seu tempo para elaborá-las. Por isso, paciência, acolhimento, disponibilidade e abertura para o novo, diálogo, respeito e tempo são elementos essenciais e indispensáveis a esta experiência. Papais e mamães, acreditem: seus filhos dão conta, cada um do seu jeito. Cabe a nós respeitar e entrar em sintonia com isso!   Psicóloga Marina Férrer – CRP 17/1960 Integrante do Núcleo CRIAD – psicoterapia para crianças e adolescentes. (IG: @nucleocriad)

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30 jan
A descoberta da minha gravidez.

Olá queridas!

Sempre quis falar um pouco da minha experiência como mãe do pequeno Davi, porém, faltava um “canal” para dividir meus medos, alegrias e descobertas.  Quando descobri que estava grávida, fui pega realmente de surpresa pela noticia que iria mudar minha vida por completo.  Eu namorava há anos com o meu #marido Diogo, mas havíamos passado por uma forte turbulência no nosso relacionamento (nem havia chegado ainda a crise dos sete anos heim? Kkk), quando ficamos separados por nove longos meses, reatando exatamente no dia do aniversário dele, em 13 de maio de 2009 (marquem esse dia) e tudo corria bem, voltando ao seu normal (é sempre bom e diferente voltar o namoro né?).

O tempo passou, estávamos bem, até que em setembro do mesmo ano, a “danada” (ciclo menstrual) não veio e mesmo achando que não estava grávida, o medo era maior do que a vontade e a coragem de tirar tudo a limpo.  Fiz exame de farmácia, deu negativo e um sentimento de alivio me bateu, até que fui convencida a fazer o exame de sangue e fiz! Resultado? Grávida até debaixo d’água, segundo minha médica.    Ansiosa, soube do resultado por telefone, minha amigona, Déa, pegou o exame, eu estava com a minha “chefa” no carro e o chororô foi muito grande (imenso, gigante, enorme mesmo!), me acalmei, parei, pensei, pensei e pensei…  Após muita reflexão, eu decidi contar para ele #marido, ensaiei um milhão de vezes a maneira como iria contar, mas na hora, tudo foi como não planejei.  Ele quando soube? Quase me engoliu (literalmente), falou, falou, falou e eu só fazia chorar… Medo? Muito! Como eu iria ser mãe? Estava preparada? E agora? Minha família? A família dele? Meu trabalho? Vou casar? E se ele não quiser?  Era tanta coisa, que não sabia nem por onde começar.  Passei a noite em claro e no outro dia foi tudo bem pior.   Falar para as pessoas, encarar ele, #marido, pessoalmente e ter a conversa que iria mudar nossas vidas.

eu e diogo

Um turbilhão de coisas novas foi acontecendo e a gente se acostumando com a idéia. Cada mês uma sensação nova e junto, um medo novo também (sempre digo que estar grávida é maravilhoso, mas cada mês é um medo diferente… ouvir coração, ver se tudo esta bem, engorda, emagrece).  Lembro bem da minha ansiedade para descobrir o sexo do meu bebe, cada visita ao médico, cada ultrasom, olhar o meu neném se formando, tudo isso se resume em uma palavra, emoção. Todas as vezes que assistia meu ultrasom chorava, aquele pontinho na imensidão escura significava a existência de uma vida dentro de mim, um neném que eu já amava mais que tudo.  Há cada visita no medico (foram muitas), surgia a pergunta: é menino ou menina? Era muita ansiedade, só quem passou sabe o quanto ficamos nervosas nesse momento.  Quanto ao nome (sim, Foi a mamãe aqui que escolheu…), Davi ou Maria Luisa e veio meu pequeno Davi.  Primeiro menino por parte da minha família, formada na maioria por mulheres, tenho 3 irmãs mulheres, uma sobrinha mulher e até a minha cachorra, a fofucha, é fêmea… afff!

Entre exames, compras para o enxoval, ainda tínhamos que montar nossa casa, pois é, ele #marido quis casar comigo ehehhee, e não havia nada melhor do que juntos começarmos a nossa vida de verdade, e finalmente chega o dia da ultima consulta com minha querida medica e anjo da guarda, Isabel Morato, quando fiquei sabendo que chegou a hora de marcar o parto (foi cesárea, ele estava laçado), a placenta esta ficando envelhecida e já era o momento de ver meu pequeno Davi. Eu tinha duas opções para escolha da data, eu poderia ter na quinta- feira, dia 13/05/10 ou na sexta- feira, dia 14/05/10 e sabem o que escolhi? Dia 13/05/10, nada mais do que o dia do aniversário do meu #marido, então imaginem a emoção de todos da família, a dele e a minha, por estar proporcionando esse momento único e especialíssimo a ele.

Ansiedade era meu nome.

Relamente nasce uma família. Mamãe, papai e Davi

Davi veio ao mundo cheio de saúde, muito lindo (lindo mesmo heim?!), parecia um boneco dos olhos azuis e cabelos ruivos (não sei a quem ele puxou… hehehehe) e com o nascimento dele, nascia uma mãe, uma nova mulher, com outros tipos de descobertas, angustias e alegrias, mas cheia de amor pra dar e uma vontade imensa de viver tudo aquilo que sempre vivi na minha profissão como pedagoga e que agora iria poder usar na minha própria vida. Será que dei conta??

E nossa conversa continua… com as próximas etapas vividas (muita coisa aconteceu).

Beijos

Tia Mari

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29 jan
Móveis completos para quartos de bebê.
Opera Blanc - Ambiente Berco
Branco, pureza infinita! Assim é a nova Linha Ópera Blanc da Cia. do Móvel. Pensada para decorações sofisticadas, com detalhes artesanais e tecido capitonê, a Ópera Blanc define paz e inocência a um ambiente. A Linha é composta por: Berço (certificado pelo Inmetro), Armário, Cômoda, Cama Teen, Cama Sofá, Poltrona, Banqueta e Puff.
 
A linha Ópera Blanc vem para completar o sucesso da já consagrada Linha Ópera Cia. do Móvel, confeccionada em madeira maciça, com perfeição e detalhes perfeitos. Uma linha extremamente rebuscada, que promove paz, aconchego e sofisticação aos quartos dos bebês. Além disso, todos os berços da linha Ópera são certificados pelo Inmetro, o que garante a segurança total do móvel para seu bebê.
 
Opera Blanc - Ambiente Cama
 
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A Cia. do Móvel é uma empresa com mais de 40 anos, que preza pela qualidade de seus produtos. Possui revendedores autorizados em todo o Brasil e sua linha de produtos inicia com móveis completos para quartos de bebês, até crianças e adolescentes. Para conhecer uma loja revendedora perto de você, acesse o site www.ciadomovel.com.br no canal Onde Encontrar.
 
Beijos!
 
Publipost realizado pela empresa: Cia do móvel
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26 jan
Ensaio Fotográfico – Nina 2 meses
Oi Gente!
Sempre falei lá no IG da @turmadatiamari (segue lá também) o quanto me arrependi de não ter feito ensaio fotográfico na minha gestação e o acompanhamento mês a mês com o Davi.
 
Quando Nina, minha sobrinha nasceu, logo combinei com Rafah para que ela acompanhasse o primeiro ano de vida da minha pequenina e aqui estamos para mostrar o segundo mês de vida dela, estou um pouco atrasada com essas fotos 🙂 mas vamos lá correr contra o tempo para que vocês possam ver que lindeza.

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O bom desse tipo de acompanhamento é que ele é feito em casa, então, a mamãe não precisa se deslocar para nenhum studio com o seu bebê tão pequeno.
 
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Então é isso gente! Acompanhem também o trabalho da minha querida Rafah pela sua fanpage – Rafah Camara Fotográfia 
 
Até o ensaio de 3 meses.
 
Beijos 
 
Tia Mari 🙂

 

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22 jan
Como se vestir durante a gravidez.

Hello futuras mamães o post hoje é para vocês!!!

A dúvida do que vestir nesse período aumenta quando nosso corpo começa a se transformar e nossas antigas roupas não fecham mais nos peitos e na cintura (o que aconteceu comigo)!
E como é uma fase, não precisamos sair comprando inconsequentemente! Podemos analisar o que temos em nosso guarda roupa e adaptar algumas peças (claro que outras vamos ter que investir, mas podemos investir em peças que vamos usar depois).

Eu, por exemplo, estou no 8 mês e comprei pouquíssimas coisas, minhas opções estão se esgotando agora só :p Desde que descobri minha gravidez (com quase 3 meses) algumas roupas não serviam nos seios.. agora então nenhuma fecha, apenas as que possuem elástico.

As T-Shirts e Camisas são peças chaves e confortáveis para esse momento, podemos usá-las com shorts ou leggings, outras peças essenciais para nós, as leggings são confortáveis e combinam com tudo!

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Comprei alguns shorts na Riachuelo, com preço muito bom! Eles tem uma linha para mamães, encontrei algumas coisas legais, vale a pena procurar

E se quiserem investir em alguma peça sugiro que procurem por vestidos ajustados no busto, que deixam a barriguinha em evidência, são super confortáveis e femininos. Macacões mais largos na cintura, vestidos mais curtinhos evidenciando as pernas, decotes em “V” para alongar o visual, shorts jeans de preferência 1 ou 2 números a mais do qual você usa, para ficar bem confortável – no melhor estilo boyfriend!

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Usei esse vestido em um evento, ele é uma delícia no corpo, mais uma vez com aquele modelo que realça os seios e evidencia a barriga. O decote é em V, o que suaviza as listras do modelo. A Recco tem uma linha própria para gestante, conforto é sua prioridade.

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Essa foi minha primeira compra na gravidez, precisava de um vestido amarelo e não achava um modelo legal, decidi ir na Marisa dar uma vasculhada e achei essa coisa fofa que vocês podem ver na foto. Ele vai me servir durante o resto da gravidez e depois também vou poder usar. Ele custou R$ 70,00.

Sobre os calçados optem pelo conforto, sério! Eu amo salto alto, mas estou evitando pois fico muito cansada (dores nas pernas e lombar) Na última compra que fiz compre 1 salto (estava na promoção e era nude – dificilmente sairá de moda) o resto tudo rasteira e as mais confortáveis e claro modernas!
Abusem dos acessórios na hora de montar o look, um óculos legal, um colar bacana, uma bolsa descolada podem fazer toda diferença na produção final.
E aí mamães gostaram das dicas? Já compraram muitas coisas? As roupas de vocês ainda estão servindo?

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A saia lápis evidencia a barriga e nos deixam ais elegantes. Combinei com uma camiseta básica e uma gladiadora de arrancar suspiros!

Contem tudo aqui!!

Beijos,
Pamella Ferrari

www.pamellaferrari.com
assessoria@pamellaferrari.com

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10 jan
A chegada do pequeno Igor.

Olá mamães!

Hoje temos uma #mamaenaturma super especial, com uma história linda e emocionante.

Sabrina escolheu receber seu pequeno Igor em casa, com um parto do jeito que ela e seu marido haviam sonhado.

Vocês podem conhecer um pouco mais da história da Sabrina e acompanhar sua vida como mãe através do seu blog jeitinhodemae

“E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”. Mateus 21.22

39 semanas e 3 dias. Aquele tinha sido um domingo lindo de céu azul e sol escaldante. Fomos para o clube de manhã. Brinquei com Elisa na piscina. Cheguei a pegar uma cozinha. Durante todo o dia nada anunciava a breve chegada do meu menino a não ser as velhas conhecidas contrações de treinamento, indolores e irregulares, que já vinha sentindo há quase um mês.

A medida que o dia ia terminando, meus pensamentos fervilhavam no fato do meu marido viajar a trabalho no outro dia bem cedo. Apesar daquilo me incomodar, a ansiedade dessa vez não era angustiante. De alguma forma eu parecia me sentir segura.

A noite pedimos pizza. Tivemos um momento gostoso em família, só os quatro. Eu, Arnaldo, Bê e Elisa. Como habito dos últimos dias, não me deitei antes de dar uma boa organizada na casa. Lavei a louça, coloquei o lixo da cozinha pra fora, organizei os brinquedos da Elisa esparramados no meio da sala… Caso entrasse em trabalho de parto facilitaria muito ter as coisas em seus devidos lugares.

Me deitei 1:10 ainda sem sono e logo comecei a sentir uma dorzinha chatinha bem fininha no baixo ventre acompanhada de vontade de fazer xixi. Na verdade, era mais um incômodo do que uma dor. Algo muito parecido com o inicio de uma cistite, me fazendo levantar para ir ao banheiro de meia em meia hora.

Cheguei a me questionar se aquilo poderia ser o início do meu trabalho de parto. Me lembro de olhar no relógio pela última vez as 3:30 quando fui pela enézima vez ao banheiro fazer apenas algumas gotinhas de xixi. Naquele momento, orei e pedi para Jesus que me desse um sinal. Não queria fazer alarde. Não queria preocupar o Arnaldo, mas também não queria correr o risco dele viajar e logo em seguida eu entrar em trabalho de parto.

Me deitei sentindo um friozinho na barriga. Organizei meus travesseiros buscando a melhor posição para acomodar meu barrigão. E fiquei ali alguns minutos me lembrando de como tinha sido quando minha bolsa rompeu na gravidez da Elisa. Revivendo mentalmente aqueles momentos, buscando qualquer semelhança com o que eu estava sentindo. meus pensamentos estavam longe, mas nao pude deixar de perceber um “ploft” muito sutil no alto da barriga do lado esquerdo, mas como não veio acompanhado imediatamente de um montão de água, não dei importância. Em questão de poucos segundos, fui me virar na cama e senti água escorrendo por minhas pernas. Cheguei a pensar que tivesse tido um escape de xixi porque logo parou, mas em meu coração senti que era hora de chamar o Arnaldo.

Ainda na dúvida o acordei dizendo que achava que era minha bolsa. Me levantei. Analisamos juntos o líquido no lençol e constatamos: Sim! Era a bolsa!

Algo dentro de mim vibrava. Não só por ter chegado a hora, mas por sentir o cuidado de Deus com minha vida! Eu mal podia acreditar. Sim! Era a bolsa e meu marido estava ali do meu lado! Eu estava incrédula e muito, muito feliz.

Como nos preparamos durante toda a gestação para um parto domiciliar, liguei para as médicas e para a Doula. Também liguei para a equipe de filmagem. Eu queria muito ter o registro desse momento único. Dra Silvia disse que chegaria em no máximo uma hora. Kelly minha Doula, estava de plantão do Hospital Municipal, mas como ela mesma diz “em se tratando de Sabrina” ela tratou de correr! Mandei mensagem para a Dra Luanda, e por SMS fui dando as coordenadas de como me sentia. Ela também já estava a caminho.

Me sentei com Arnaldo na cama e fizemos uma oração pedindo toda proteção de Deus para aquele momento da chegada do Igor. E mais uma vez eu pedi “que seja o Senhor a fazer o meu parto”… Esse era um pedido constante em minhas orações. Depois entrei para o banho enquanto o Arnaldo trocava a roupa de cama e deixava mais a mão as toalhas, lençóis descartáveis, roupão e outras coisas que eu pudesse precisar.

Sai rapidamente do banho. Nessa altura minha dor vinha aumentando aos poucos, e acredito que em intervalos de 3 minutos no máximo. Comentei com o Arnaldo que achava que não daria tempo do pessoal chegar pelos curtos intervalos entre uma dor e outra. Ele em resposta, sorriu e disse que não tinha problema, que faríamos o parto nós dois. Estava inquieta. Arnaldo carinhosamente me pedia para ficar mais quieta, mas eu estava eufórica! Não conseguia ficar parada. Liguei o som na sala, pedi que ele acendesse as velas no banheiro e decidi voltar para o chuveiro e ficar sentadinha na bola de pilates enquanto a equipe não chegava.

Arnaldo ali do meu lado me transmitia toda a segurança que eu precisava. Ele ficou na porta do boxe ao meu lado me dando a mão enquanto eu soltava meu quadril em movimentos circulares sentada na bola. A medida que a dor aumentava eu apertava sua mão e ele me olhava com olhar de total cumplicidade. Por uma ou duas vezes, puxei seu cabelo sem ter a noção do que estava fazendo (perdão meu amor!)… A água quente caindo na minha lombar aliviava as dores que agora já vinham em intervalos mínimos (penso eu que de 1 em 1 minuto) e duravam mais tempo.

Nesse meio tempo Dra Silvia liga avisando que ja havia chegado no prédio e que iria subir com todo o aparato. Pedi para o Arnaldo não sair de perto de mim. Eu sabia que estava na hora.

Logo em seguida, ainda na bola em baixo do chuveiro, senti uma dor mais intensa, um puxo e a vontade de fazer força. Olhei para o chão e vi algumas gotas de sangue. Fiquei de pé e senti perfeitamente meu quadril abrindo, a cabecinha do Igor descendo e coroando. Tentei tirar o shortinho que eu estava usando, mas só deu tempo de tirar una perna.

“Ele esta aqui!” Falei para o Arnaldo. “Sim! Ele está aqui.” Ele disse.

Me abaixei, ficando com um joelho no chão e a outra perna dobrada. Com uma das mão segurei firmemente nas costas do Arnaldo e com a outra acariciava a cabecinha do meu bebê que nascia.

Tinha medo dele cair no chão. Pedi para o Arnaldo segurá-lo e juntos ficamos apoiando sua cabecinha com as mãos esperando seu corpinho sair por inteiro.

Lembro de ver minha perna que estava dobrada tremendo. Arnaldo me lembrou de respirar devagar. Neste momento não existia mais dor e eu só pensava que queria que fosse prazerozo. Respirei lentamente e curti aqueles poucos segundos.

“Vem meu filho, vem” falei baixinho enquanto ele ia saindo lentamente.

Não fiz mais nenhuma força. Igor por sua vez, fez sua parte com louvor. Senti seus movimentos e em pouquíssimo tempo ele deslizou de dentro de mim. Uma sensação incrível, gostosa, mágica!

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Foi pelas mãos do papai que ele veio para o meu colo. Como tantas vezes eu sonhei que fosse enquanto estava grávida. Coloquei ele em meu peito e o abracei. Mal podia acreditar. Igor tinha a pele vigorosamente coberta de vernix e um cheirinho delicioso de recém nascido. Fiquei ali abracada a ele acariciando suas costinhas com uma sútil massagem em seus pulmões. Ele emitia sonzinhos leves como um pequeno gatinho a miar.

O olhar do Arnaldo e meu sorriso escancarado só dizia uma coisa: nós conseguimos! Tanta coisa vivida em tão pouco tempo. Tudo não durou mais do que cinco minutos desde a hora que a Dra Silvia havia ligado. Meu coração transbordava de alegria, amor, gratidão. Um misto de sentimentos que me entorpeciam.

De repente olho para o lado e a Dra Silvia vem entrando pela porta com a banqueta de parto nas mãos! Rimos todos. Não precisava mais!

Todos chegaram praticamente juntos. Kelly, Lara e João, Dra Luanda… Aproximadamente 40 minutos após eu ter ligado. Olhares felizes e incrédulos!

Fui para cama com auxílio do Arnaldo e da Kelly. Minha cria no colo enrolado num cueirinho. Eu, bicho mãe, cheirando meu pequeno, contemplando seu corpinho pequenino agarrado ao meu. Calminho. Gordinho. Sujinho ainda, mas incrivelmente cheiroso. Aliás, cheiro de recém nascido é uma coisa que deveria dar pra guardar num pontinho de lembrança. Não existe nada melhor!

Dei o peito pra meu menino que mamou vigorosamente por uma hora. Ele sabia o que fazer e fez!

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O cordão já havia parado de pulsar, Dra Silvia preparou e o Arnaldo cortou. Dra Luanda fez a primeiras avaliações de meu pequeno. Apgar 9 e 10. Tudo feito no meu colo. Sem pressa. Com amor.

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Assim que meu bichinho parou de mamar eu o vesti. Pela primeira vez era eu quem vestia a primeira roupinha num filho recém nascido. Nessa hora em que saiu do meu peito ele chorou vigorosamente.

Pouco tempo depois, Elisa acordou. Como de costume, se levantou e veio em direção ao nosso quarto. Parou no meio do corredor estranhando as pessoas em casa. Arnaldo a buscou e contou que Igor havia chegado. Ela abriu um sorrisinho carinhoso e sem dizer uma palavra se deitou ao nosso lado, beijando e acaridando a cabecinha do irmão com tanta ternura que meus olhos se enchem de lágrimas só de lembrar dessa cena. Assim ela ficou por caros minutos.

Depois nossa pequena foi acordar o Bê, que também veio para nosso quarto dar as boas vindas ao irmão, meio sem graça e tímido com a presença da equipe. Ele se sentou ao nosso lado. Nós cinco na cama….

Ali meu mundo estava completo.

Igor nasceu pesando 3.795kg, medindo 49 cm, em nosso ninho. Um parto domiciliar planejado. Cercado de amor. Nos preparamos durante toda a gestação para recebê-lo dessa forma, inclusive abordando a possibilidade de não dar tempo da equipe chegar.

Ele nasceu da forma mais linda, mais natural e respeitosa possível. Não foi por acaso que não deu tempo da equipe chegar. Foi como tinha que ser. Toda ansiedade vivida por causa das viagens do meu marido, e ele ali comigo. Apenas ele. Pude visualizar o cuidado de Deus com minha vida nos mínimos detalhes.

Mais uma vez, as coisas não saíram como eu planejei… Acho que disso eu já sabia desde que escrevi meu plano de parto! Mas, posso dizer, de todo meu coração, este parto foi um presente, para mim como mulher e mãe, para meu esposo como homem e pai e para nós como casal, cúmplices de uma vida… Eu não teria imaginado uma forma melhor…

Assista o vídeo da chegada do Igor AQUI

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2.9

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09 jan
(DES!)acelerem as crianças! Conversando sobre a ansiedade infantil.

Vivemos uma época em que a “qualidade” do dia é medida pela quantidade de coisas que fazemos; um dia considerado produtivo costuma ser aquele no qual conseguimos dar conta de riscar a maior quantidade possível de afazeres da nossa listinha. Difícil é dar-se conta de que essa velocidade intensa com que estamos nos habituando a viver tem vindo, muitas vezes, acompanhada de muito sofrimento – uma ansiedade que, para muitos, passou a fazer parte da vida cotidiana; o desejo de acelerar o tempo, de saber e fazer antes, uma pre-ocupação das coisas (que gera tanta preocupação!).

Infelizmente as crianças também têm acompanhado esse ritmo corrido do dia-a-dia e todas as consequências que ele traz consigo. Elas que deveriam estar livres e leves, brincando, curtindo a infância, muitas vezes já experienciam a pressão de ter o seu dia todo atarefado – esportes, aulas de idiomas, aulas de música etc. etc. etc. -, o que, diga-se de passagem, até “rouba-lhes” o tempo para ser criança. Isso porque há uma busca incessante para que elas desenvolvam rápido o maior número de “habilidades” possível, aliada ao medo do ócio.

Nessa corrida contra o tempo dos dias de hoje, é muito (!) comum encontrarmos crianças ansiosas. Roer unhas, bruxismo, dores de cabeça e de barriga, dor de estômago, dificuldade de concentração, mudanças de comportamento (choro fácil, agressividade), alterações de sono/apetite costumam ser as manifestações de ansiedade mais comuns entre elas. Estes sintomas, quando evidenciados com certa frequência, podem estar sinalizando a dificuldade em lidar com situações estressoras, a ponto de o corpo se expressar dessa maneira. Sendo assim, aquela dor não é de todo malefício, pois ainda assim aparece como uma forma de externar aquilo que, por vezes, não se consegue verbalizar. Embora incômodos, os mecanismos citados permitem que a ansiedade gerada encontre seu “cano de escape”, comunicando para o ambiente o impasse diante de um evento.

Roer as unhas, por exemplo, pode ser uma forma de extravasar a ansiedade. Quando isso acontece, é importante que os responsáveis não se aperreiem, até para não chamar a atenção para o comportamento da criança de uma forma tão mobilizadora; nesse caso, é essencial que a criança encontre espaço para conversar sobre seus medos e dificuldades – converse, acolha, permita que elas questionem e tirem suas dúvidas. Quando ela estiver com a mão na boca, experimente inventar uma brincadeira que a distraia, algo que ela precise utilizar as mãos. E vale ficar de olho: o comportamento de roer as unhas pode ter início em decorrência da ansiedade, mas ele pode virar hábito – muitas vezes a ansiedade é cuidada e as mãozinhas continuam indo à boca.
Deve-se ficar atento ao que a criança (bem como seu corpo) pode estar “informando” através do “sintoma”. Não é típico delas apresentarem com frequência dor de cabeça, dor de barriga, vômitos e todos os outros sintomas mencionados acima. Qualquer comportamento da criança, venha ele sob a forma de um sintoma físico ou de birra/manha tem um motivo e precisa ser considerado, pois ele é, na maioria das vezes, a forma como é possível para ela expressar aquilo que não consegue verbalizar ou explicar. Logo, é preciso cuidado para não acionar o botão “ele (a) está fazendo para chamar atenção”, pois nem sempre as crianças vão ter condições de elaborar o porquê de estar sentindo isso ou aquilo. Na presença de qualquer um desses sinais, é essencial olhar para a rotina e experiência delas e tentar compreender como está sendo isso para cada uma.

Crianças muito ansiosas geralmente têm uma tentativa de controle das situações; elas querem que as coisas aconteçam no tempo que desejam e da maneira como desejam. Para lidarem com isso de uma forma acolhedora, os adultos precisam, antes de qualquer coisa, perceber se não estão sendo um exemplo de ansiedade para os pequenos. Muitas vezes, os responsáveis vivem corridos e preocupados demais e acabam favorecendo que os filhos reproduzam esse comportamento. Isso precisa ser cuidado, até para que seja possível conversar com as crianças apresentando o mundo de outro lugar. É necessário também muita paciência e bastante diálogo. É possível, por exemplo, sentar junto à criança e “resgatar o passado”, no sentido de trazer fatos anteriores para ajuda-la a dar-se conta de que as coisas acontecem no seu tempo.
Quando a ansiedade é especialmente com relação aos eventos, uma forma de ajuda-las é fazendo, junto a elas, um calendário – o que pode favorecer a organização emocional e a compreensão de que o tempo tem a sua ocorrência. Além disso, é sempre importante tentar trazer a criança para o momento presente. Proponha uma brincadeira (e brinque junto!), uma atividade, assistam algo – assim, ela vai compreendendo que não precisa viver o tempo todo aquilo que ainda vai acontecer e que tem várias outras coisas que ela pode aproveitar antes de chegar “o grande dia”.

Mas o mais importante de tudo: desacelere e ajude o seu filho a desacelerar também. A criança não tem que ter todo o seu dia recheado de “atividades extras”; ela precisa BRINCAR, o que é essencial para o seu desenvolvimento. A criança bem sucedida não é aquela que faz tudo antes do tempo; criança bem sucedida é criança saudável, feliz e favorecer o brincar é a melhor forma de proporcionar isso ao seu filho!

Marina Férrer CRP 17/1960 – Psicóloga Clínica

Thaís Azevedo CRP 17/1948 – Psicóloga Clínica

CONTATO: nucleocriad@gmail.com

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02 jan
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