Primeiro Mensário do Baby Caio. Cowboy da mamãe

08 out
Primeiro Mensário do Baby Caio. Cowboy da mamãe

Esse tema já estava escolhido antes mesmo dele nascer quando vi lá na loja tem festa. Os kits são todos prontos e você pode adquirir de qualquer lugar do Brasil é só olhar lá no insta da @lojatemfesta

A organização também ficou por conta de aninha da @lojatemfesta e junto com outros parceiros montaram um projeto bem legal @suafestarecife onde você fecha o pacote e já tem os doces da @dessertrecife os salgados que no caso do mensário de Caio foram uns sanduíches que amamos da @lecouvert o bolo lindo e delicioso da @cakeaporter

Agora vamos pra mais fotinhas lindas para inspirar vocês Mamães.

Agora um pouco das pessoas especiais que estavam presentes comemorando conosco. Espero que tenham gostado e aguardem o tema do mesário de dois meses que já escolhemos.

Beijos Tia Mari image

 

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30 set
Trololo modelo.

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Achei tão lindas as fotos que o Trololo tirou para o seu book que quis compartilhar com vocês a lindeza que é esse meu filho. A responsável pelas fotos é a mesma que fez meu book grávida e as fotos do Baby Caio @widjafotografia no insta e o site dela é o www.widjasoares.com.br

Agora vamos para as fotos que estão lindas demais e depois me digam o que acharam e se ele tem futuro #TaSeAchando 🙂

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24 set
Chá de fraldas do Baby Caio.

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Oi gente!

Eu estava mega ansiosa pra mostrar as fotinhas do chá do Baby Caio pra vocês. Aproveitei também para fazer um video respondendo algumas perguntas que vocês fizeram.

Mas vamos ver as fotos de como foi e quem me ajudou nesse dia tão especial.

Primeiro quero agradecer a Aninha da @lojatemfesta  que me ajudou em tudo com todo amor e carinho me deixando super confiante em relação a minha escolha.

O local escolhido foi a @dolocevitrine que já havia ido lá, mas não sabia que elas realizavam eventos fechado e achei a ideia muito boa e bem mais pratico.

 

A decoração ficou por conta de Aninha da Loja tem festa e os pitacos da mamãe aqui. O bom é que consegui resolver tudo em um único local, lá na loja tem festa também conseguimos alugar os suportes necessários.

O bolo, os doces e o buffet do chá foram todos da Dolce vitrine e estava simplesmente maravilhosoooo (o pastel mesmo… comi muitos).

As lembrancinhas foram idealizadas por Aninha e elaboradas pela Tem Festa junto com a @elaboreideia com os personalizados, @petitpoabrigaderia com os brownies recheados, @verabarrosbeijosfinos com a flor de beijinhos e a @chocolatedoceu com as balas de coco recheadas.

 

As fotos foram tiradas pela querida @widjafotografia e sua filha linda Babi. O video foi feito pela Cubo Mágico Foto e Filmagem Infantil (@cubomagicofotofilme) e posso contar? Chorei muito assistindo e relembrando tudo.

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21 set
Os 20 pedidos dos filhos de pais separados.

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Mãe e Pai …

1 – Nunca esqueçam: eu sou a criança de vocês dois. Agora, moro só com um de meus pais, e este me dedica mais tempo. Mas preciso também do outro.
2 – Não me perguntem se eu gosto mais de um ou do outro. Eu gosto de “igual” modo dos dois. Então, não critique o outro na minha frente, porque isso dói.
3 – Ajudem-me a manter o contato com aquele dentre vocês com quem não fico sempre. Marque o seu número de telefone para mim, ou escreva-me o seu endereço num envelope. Ajudem-me, no Natal, ou no seu aniversário, para poder preparar um presente para o outro. Das minhas fotos, façam sempre uma cópia para o outro.
4 – Conversem como adultos. Mas conversem. E não me usem como mensageiro entre vocês – ainda menos para recados que deixarão o outro triste ou furioso.
5 – Não fiquem tristes quando eu for com o outro. Aquele que eu deixo não precisa pensar que não vou mais amá-lo daqui alguns dias. Eu preferia sempre ficar com vocês dois, mas não posso dividir-me em dois pedaços – só porque a nossa família se rasgou.
6 – Nunca me privem do tempo que possuo com o outro. Uma parte do meu tempo é para mim e para a minha Mãe; outra parte de meu tempo é para mim e para o meu Pai.
7 – Não fiquem surpreendidos nem chateados quando eu estiver com o outro e não der notícias. Agora tenho duas casas, e preciso distingui-las bem, senão não sei mais onde fico.
8 – Não me passem ao outro, na porta da casa, como um pacote. Convidem o outro por um breve instante para entrarem, e conversem como vocês podem ajudar a facilitar a minha vida. Quando me vierem buscar ou levar de volta, deixem-me um breve instante com vocês dois.
9 – Vão buscar-me na casa dos avós, na escola ou na casa de amigos se vocês não puderem suportar o olhar do outro.
10 – Não briguem na minha frente. Sejam ao menos tão educados quanto vocês seriam com outras pessoas, ou tanto quanto exigem de mim.
11 – Não me contem coisas que ainda não posso entender. Conversem sobre isso com outros adultos, mas não comigo.
12 – Deixem-me levar os meus amigos na casa de cada um. Eu desejo que eles possam conhecer a minha Mãe e o meu Pai, e achá-los simpáticos.
13 – Concordem sobre o dinheiro. Não desejo que um tenha muito e o outro muito pouco. Tem de ser bom para os dois, assim poderei ficar à vontade com os dois.
14 – Não tentem “comprar-me”. De qualquer forma, não consigo comer todo o chocolate que eu gostaria.
15 – Falem-me francamente quando não cabe no orçamento. Para mim, o tempo é bem mais importante que o dinheiro. Divirto-me bem mais com um brinquedo simples e engraçado que com um novo brinquedo.
16 – Não sejam sempre “ativos” comigo. Não tem de ser sempre alguma coisa de louco ou de novo quando vocês fazem alguma coisa comigo. Para mim, o melhor é quando somos simplesmente felizes para brincar e que tenhamos um pouco de calma.
17 – Tentem deixar o máximo de coisas idênticas na minha vida, como estava antes da separação. Comecem com o meu quarto, depois com as pequenas coisas que eu fiz sozinho com meu Pai ou com minha Mãe.
18 – Sejam amáveis com os meus outros avós – mesmo que, na sua separação, eles ficarem mais do lado do seu próprio filho. Vocês também ficariam do meu lado se eu estivesse com problemas! Não quero perder ainda os meus avós.
19 – Sejam gentis com o novo parceiro que vocês encontram ou já encontraram. Preciso também me entender com essas outras pessoas. Prefiro quando vocês não têm ciúme um do outro. Seria de qualquer forma melhor para mim quando vocês dois encontrassem rapidamente alguém que vocês poderiam amar. Vocês não ficariam tão chateados um com o outro.
20 – Sejam otimistas. Releiam todos os meus pedidos. Talvez vocês conversem sobre eles. Mas não briguem. Não usem os meus pedidos para censurar o outro. Se vocês o fizerem, vocês não terão entendido como eu me sinto e o que preciso para ser feliz.

Fonte: Tribunal de Família e Menores de Cochem-Zell / Alemanha

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05 set
Amor de irmãos. Feliz dia do irmão

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Amor de irmão é algo sem tamanho, é amar alguém que não é nossa mãe ou pai, que passamos nossa infância e muitas vezes nossa adolescência brigando por bobagens sem imaginar o quanto somos importantes uns para os outros.

É crescer se espelhando em alguém ou ser espelho para um outro alguém. É acobertar algumas mentiras e muitas vezes dedurar as mesmas.

É ter um eterno companheiro nas brincadeiras, armações e travessuras.

É querer acompanhar o ritmo do “mais velho” e levar na cara que você é “pirralha”, “guri”, pequeno. É dividir o que é seu, herdar o que é deles e muitas vezes não aceitar nenhum e nem outro.

É levar a culpa pelo que fez e pelo que não fez, ficar de castigo porque em uma das brigas você não pensou por ser criança e quis bater, morder, empurrar e até mesmo quebrar ou esconder algo tão importante para o seu irmão.

É ouvir seu pai dizer: – As duas agora deem um abraço e só saíam dai quando eu mandar! E depois de meia hora só ouvirem os risos da raiva que passou.

É querer também se enturmar com o grupo da escola que seu irmão faz parte. É ter orgulho quando eles passam e você diz para os seus amiguinhos: – Aquele ali é meu irmão! Ou até mesmo pegar aquela briga se confiando que o mais velho vai te acudir sempre. E eles sempre vão!

É falar e ouvir: – Eu te odeio! – Não sei pra que você nasceu! – Você não é mais meu irmão… E depois se arrepender e dizer: – eu amo você !

É poder falar de paqueras, do primeiro beijo, do primeiro amasso e muitas vezes morrer de ciúme porque você não acredita que seu irmão faz aquilo.

É ficar adulta e ver que o amor ainda cresce, você vê seus irmãos casarem ou seguirem suas vidas e sentir saudade. Você quer opinar, tomar as dores e assim brigam novamente, mesmo adultos.

Aliás, Ficar “de mal” do irmão depois de adulto é a coisa mais comum do mundo, pois acho que somos sempre uma eterna criança quando estamos juntos.

Você pode até falar mal deles, mas vai alguém se atrever a falar mal que você vira bicho e não aceita.

Ai você se torna tia, vê que ainda pode amar mais, cria laços com os sobrinhos e se sente no direito de mandar, reclamar, aconselhar, vira quase uma mãe deles, até você se tornar mãe de verdade e não aceitar muitas das coisas que você cansou de fazer.

É ver seus pais envelhecerem e pensar: – E quando eles se forem? Como vai ser? Ai você lembra que nada os substituirá, mas que você tem irmãos pra te apoiar ou simplesmente sofrer da mesma dor, na mesma intensidade e saber que sempre terá um ao outro independente do rumo, das escolhas e das diferenças.

O mais velho sempre será o queridinho da mamãe, o mais novo sempre o caçulinha protegido, mas sempre serão seus irmãos. Igual a casamento, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separem.

Um, dois, três irmãos, não importa a quantidade você sempre irá amá-los como únicos.

E que venha Caio para alegrar a vida do meu pequeno Davi, que agora se tornou o mais velho da família e quem sabe não chega mais para aumentar o que já transborda de amor.
Texto: Mariana Lira Lindoso (Tia Mari ❤️)

 

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04 set
Maternidade do Baby Caio.

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Uma semana hoje que o Baby Caio chegou trazendo ainda mais amor para nossa família. Como eu queria aguardar ele dar sinal de que queria nascer, já estava combinando bem antes tudo sobre a maternidade com minha querida Kiara (@kiaravieiramartinsdecor) e Aninha da loja Tem festa (@lojatemfesta).

Queria algo a minha cara e que lembrasse o seu cantinho lindo aqui em casa. O bom de confiar nos profissionais é que você chega no dia e se surpreende ainda mais com tudo que fizeram. E assim foi no nosso grande dia! Sai para receber meu baby e voltei com uma suite linda como eu imaginava.

 

As lembrancinhas ficaram por conta da minha irmã (@barbaraliraatelie) que fez os sachês de nuvens, os personalizados (livrinho de assinatura, saquinhos, cofrinhos, adesivos e caixinhas) são da Elabore ideias para Tem Festa (@elaboreideias), os brownies são de Dudas Brownie (@dudasbrownie), as essências mega cheirosas são da Essências Casadas (@essenciascasadas).

 

O bolo lindo foi feito por Ju da Dolce Vitrine onde eu realizei o chá de fraldas dele (@dolcevitrine), os doces que amamos foi feito por Marcela da Dessert Recife (@dessertrecife) e os sanduíches que o Trololo amou foram feitos pela Le Couvert (@lecouvert)

 

As fotos ficaram por conta de Michele Vila Nova (@minhafotografa) que arrasou nos cliques e no carinho com a mamãe aqui e tem também um vídeo fofo que ela me enviou e vou compartilhar com vocês lá no Canal da Turma

*Aproveita pra se inscrever por lá também 🙂

Beijos Tia Mari

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25 ago
Sem julgamentos e mais amor.

Como vocês viram lá no Snap 👻 e no insta da Turma, hoje foi dia dos últimos exames e mais uma consulta com minha GO. Pra quem ainda me pergunta sobre o parto vou explicar.

Eu particularmente sou tranqüila em relação a ele. O que eu decidi nesta gestação foi tentar aguardar o momento dele querer vir ao mundo e o parto seria uma conseqüência dessa escolha.

Com Davi foi cesárea porque a placenta amadureceu bem antes e começou a “descamar” e precisamos fazer, pois ele poderia entrar em sofrimento.

Sei que muitos falam que isso é conversa de médico para induzir uma cesárea e tal, mas eu precisava confiar na equipe que escolhi.

Com Caio estamos esperando ele dar sinal de que quer vir ao mundo, mas o bichinho esta cheio de preguiça pelo que estou vendo.

A escolha do parto pra mim é algo muito pessoal e que envolve vários fatores como: saúde da mãe e do bebe, o fator psicológico da mãe, condições físicas, preparação para esse momento.

Muitas têm literalmente o parto natural, aquele que o bebe quase “escorrega” de dentro da mãe, outras fazem de um tudo e não conseguem realizar.

O importante é saúde de ambos e que no final tudo ocorra como o esperado. Sem preferências, sem defensores e críticos diante da escolha que uma mulher faz.

Na verdade todo e qualquer tipo de atitude tomada por uma mãe haverá críticas.

Se for cesárea, criticam e relatam fatos ruins sobre a escolha, se for normal também criticam caso a mãe espere muito e se for humanizado em casa, mesmo com toda mídia sobre isso, também criticam argumentando os riscos de parir fora de um hospital.

O mesmo posso dizer que acontece com quem escolhe oferecer uma chupeta, uma mamadeira ou aquela mãe que não conseguiu amamentar o seu filho e tantos outros assuntos sobre maternagem.

O que precisamos na verdade é respeitar mais o nosso próximo e parar de querer julgar a atitude que tomam. Ter um filho parou de ser algo tranquilo e especial para se tornar um espetáculo onde a plateia quer conduzir o final de tudo.

Precisamos de uma maternidade sem julgamentos e mais amor. Sempre li essa frase e é a mais pura verdade:

– Quem fez cesárea é mãe.

– Quem fez parto normal é mãe.

Então ao invés de criticar ou algo assim, torçam para que tudo dê certo e que o seu próximo consiga se realizar independente de uma escolha que é tão pessoal.

Se for do plano de Deus que ele venha de PN, mas caso não ocorra preciso estar bem para recebê-lo também.

E pra vocês o que peço é só oração e pensamentos positivos para que tudo ocorra bem. Sei a mãe que sou para o Davi e sei a mãe que quero ser para o Caio e isso vai além da forma como ele vira ao mundo.

Beijos

Tia Mari @turmadatiamari

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24 ago
Aprendendo a ser mãe. Voltando pra casa.

Chegamos em casa no dia 15/05/10 às 11h. Estávamos entrando pela porta da Frente para começar de fato a viver o que é ser mãe.image

Dia 13/05/10 quando eu sai para receber em meus braços o maior amor da minha vida, eu não esperava que junto com ele viesse um turbilhão de medos.

Minha mãe passou exatos 9 dias aqui em casa e muitas dúvidas estavam comigo nesse período: como dar banho, colocar para arrotar após as mamadas e principalmente  os cuidados com o umbigo, que era algo que me deixava nervosa e enquanto o danado do umbigo não caísse, eu não conseguia dar banho, pois me sentia insegura e o medo me dominava. Aliás, medo é um dos principais sentimentos nesses primeiros dias (ou semanas).

Quando minha mãe disse: “Domingo eu vou embora”, foi  a pior frase que escutei. Corri para o banheiro, entrei no chuveiro e chorei pelo menos uma hora sem parar. A sensação era de total desespero.

Pensava comigo mesma: – Eu não vou conseguir! – Eu não vou conseguir!

E o tal do domingo chegou, na verdade antes mesmo dele chegar meu coração já estava mais que apertado e quando eu olhava pra Davi as lágrimas rolavam soltas.

Eu não vou saber ser mãe, era o que eu pensava e quando a minha mãe se foi levou com ela minha força.

Nesse domingo saímos para almoçar na casa da minha cunhada, que sempre me ajudou muito. Nesse mesmo dia, a bisa do Davi me contou várias e várias situações de quando ela foi mãe há 65 anos atrás, há 50 anos atrás.

Chegamos em casa, eu, davi e o papai. Eu logo disse: – Diogo, vamos dar banho em Davi? Eu não poderia sair da rotina dele por conta dos meus medos. E foi assim!

O banho acabou e tudo deu certo, o orgulho logo veio em seguida. Acabamos, fui amamentar, Davi logo dormiu e assim fizemos também, eu e o papai.

No dia seguinte achei que tudo daria certo, até meu marido se despedir de mim e ir trabalhar. Era uma sensação terrível que invadia o meu corpo e eu ainda não sei o porque de tantos pensamentos ruins virem a minha cabeça.

Comecei a chorar e assim se passaram 10 dias de muitas angústias e muito choro. Todos os dias meu marido almoçava comigo para me dar uma força. Davi era o filho perfeito.

Dormia a noite toda, cochilava durante o dia, comia bem, nunca teve cólica, era um bebê tranquilo, mas tinha um mãe insegura, que achava até que ele poderia morrer em seus braços.

Voltei a minha médica com minha cunhada que contou sobre meus excessos de choro. Ela me chamou atenção e conversamos muito, inclusive sobre uma possível depressão pós parto.

Ela era uma excelente médica e sempre me procurava, conversava e me aconselhava. No meu caso não foi a depressão, mas algo bem comum, o tal do “Baby Blues” já ouviram falar?

” Estima-se que mais de 80% das mulheres que dão à luz sofram do chamado “baby blues“. Trata-se de um conjunto de sintomas que aparecem geralmente entre o 3º e o 10º dia do pós-parto e que consistem em alterações de humor, com tristeza ou irritabilidade, e insegurança perante a nova responsabilidade de cuidar do bebé”

Mulheres que sofrem do “Baby Blues” merecem toda a atenção. Esse “processo” dura as primeiras semana, podendo permanecer a tristeza.

Uma das coisas que me ajudou a me sentir melhor foi a presença constante do meu marido e todo o apoio que ele sempre me deu.

E aos poucos fui ganhando confiança em mim mesma, a tristeza foi se transformando em alegria e meu filho tão esperado teve ao seu lado a mãe que ele merecia.

Consegui entender que a maternidade é e sempre será uma caixinha de surpresas e que nenhum bebe é igual ao outro, por isso eu precisava viver Minhas próprias experiências como mãe e assim comecei a ter consciência que nada melhor do que seguir seu coração. Uma frase que escutei e sempre levo comigo: ” coração de mãe nunca se engana, siga o seu.”

Paciência é a palavra chave do sucesso para uma boa maternidade esse exercício diário precisa ser trabalhado todos os dias e lembrem-se que criança é criança e suas fases sempre passam. As vezes vivemos uma mais intensa que a outra, mas passa.

E entendendo todo esse turbilhão foi que minha vida foi entrando  no eixo e hoje somos a família que somos, unidos sempre.

Jaja meu segundo filho chega e sei que com ele novos medos e novas experiências virão, mas uma certeza eu tenho: com amor tudo fica bem.

Boa sorte para nós mamães. Que saibamos ser para os nossos filhos o que gostaríamos que eles fossem.

Beijos

Tia Mari @turmadatiamari

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10 ago
Será que eu errei? Desabafo de uma mãe.

Precisei refletir muito para entender que realmente “Em casa de ferreiro o espeto é de pau” já ouviram falar nesse ditado né?

Por aqui ter uma mãe pedagoga não é assim tão fácil sabiam?

Reconhecer o momento de sair de campo e deixar que outra pessoa assuma o papel que você queria ter, mas como mãe não pode, é difícil.

Precisei encarar tudo isso de um dia para o outro e essa semana ele começa com uma psicopedagoga e vou contando tudo pra vocês.

Aguardei uma reunião na escola para poder soltar o vídeo com o post, pois queria ouvir o que queriam me dizer.

Eles me aconselharam propor mais brincadeiras relacionadas ao momento e as necessidades vividas por ele na área da aprendizagem. Mesmo não concordando em estar “cobrando” isso até em nossos momentos de lazer aos finais de semana irei fazer mais do que já faço.

Davi é uma criança de horário integral. Passa todos os dias manhã e tarde na escola e ainda chegar em casa e ter que ver atividades e brincadeiras relacionadas? Acho muito frustrante e forçado para ele que só tem 5 anos.

E no integral o que ocorre que essa “lacuna” não pode ser trabalhada? Ele vai para escola só para fazer a atividade de casa?

Também argumentei sobre as atividades, muitas vezes percebi que “fizeram” por ele.

Como assim Tia Mari?

Pegam na mão dele para realizar as tarefas e isso também contribuiu para que ele se sentisse inseguro ao realizar suas atividades sozinho.

Se tem quem faça com ele, porque fazer só, não é verdade?

Por outro lado não concordo em querer “arrumar uma desculpa” para o processo pelo qual ele está passando. E querer dizer que o que ele precisa vem só de casa.

Como também não culpo só a escola.

O problema é simples e claro: Davi é um menino mais sensível, está passando por milhões de mudanças na vida dele. Minha saída da escola, a chegada de um irmão, tudo isso está causando insegurança.

Só que ele chegar no ambiente próprio para aprendizagem, pela idade já perceber que muitos colegas já estão “lá na frente” e ele ainda não, fica com medo de errar.

Muitas vezes ele sabe o que está sendo proposto na atividade, mas se nega ao se imaginar errando.

Outro item justificado foi a fala dita “infantilizada”, mas vamos lá. Davi ano passado tinha trocas de letras bem comum na idade dele.

Ele fez as sessões necessárias com a Fono indicada pela própria escola e ano passado já teve sua alta e hoje não possui a troca do “C” pelo “T” e do “G” pelo “D”.

O que me impressionou na hora do argumento foi: – Não sabem de que aluno estão falando é isso?

Como a escola não sabe que meu filho não troca mais as letras? Quem o conhece de verdade sabe que as trocas não existem mais.

Na verdade até vocês que me seguem e vê poucos vídeos já devem perceber né?

Ele é sim um dos mais novos na turma, não é do tipo de Criança dita “viradinha” aquelas crianças que não param, que não temem a nada.

Pelo contrário é todo cauteloso e permissivo. Fazem até o que querem com ele, mas até nisso tento compreender, pois é da personalidade dele é preciso respeitar.

Hoje mais que nunca estou disposta a ajuda- lo, pois sei que pra escola é melhor logo dizer que ele está assim ou assado do que bater no peito e dizer:

– Esse aluno é meu, vou fazer ele chegar lá!

Trabalhar com o fácil é bom demais, quero ver trabalhar com o difícil, superar obstáculos e fazer com que aquele subjugado como “fraco” cresça e apareça.

Eu era assim quanto professora. Desafios era comigo. Batia no peito, brigava, chorava, mas chegava lá.

Difícil achar um ex aluno ou ex mãe que não me olhe com amor, carinho e respeito.

A família tem papel fundamental na vida das crianças, sem essa base e esse apoio eles não chegam a lugar nenhum. Mas garanto que não é o caso do meu filho, que tem pais totalmente presentes em tudo.

Espero que me entendam quanto ao desabafo. Como também quero deixar claro que isso é um assunto com o meu filho e como estou de fora não posso falar se ocorre com outras crianças.

O que aconselho é que fiquem atentas ao desenvolvimento dos seus, conversem, participem e não deixem pra amanhã o que podem resolver hoje.

Estejam presente nos momentos que eles mais precisam e nunca, jamais permitam que eles se sintam impotente.

Somos sim extensão do aprendizado deles, mas a base desse aprendizado vem da escola e eles também precisam ter consciência disso.

Desculpem o chororô no vídeo, mas foi difícil falar sem me emocionar.

Beijos ☺️

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09 ago
Dia dos pais. Para o melhor pai do mundo.

A gravidez de um pai

A gravidez de um pai não se dá nas entranhas, mas fora delas.

Ela se dá primeiro no coração, onde o sentimento de paternidade é gerado. Um desejo de ser e de se ver prolongado em outra vida, que seja parte de si mesmo, mas com vida própria. Imagino que deve ser frustrante a princípio. Durante toda a espera, um pai é um pai sem experimentar o gosto de ser, sem os inconvenientes de uma gravidez, mas também sem as lindas emoções que tanto mexem com a gente.

E quando ele sente pela primeira vez a vida que ajudou a gerar, tudo toma outra forma. Ele sente um chute e se diz já que este será um grande jogador de futebol. E muitas vezes se surpreende e se maravilha quando vê uma princesinha que sabe chutar tão bem. Mas tanto faz. Está ali um sonho que se torna palpável.

E um parto de um pai se dá quando ele pega pela primeira vez sua criança nos braços, quando ele se vê em características naquele serzinho tão miudinho que nem se dá conta ainda que veio ao mundo e que se tornou o mundo de alguém. E os sentimentos e emoções se atropelam dentro dele. E ele sente que, a partir desse instante, a vida nunca mais será a mesma. E ele precisa olhar dez, cem, mil vezes para acreditar que tudo não passa de um sonho. E geralmente há um enorme sentimento de orgulho que toma posse dele.

Assim se forma um pai. Pronto para ensinar tudo o que aprendeu da vida, um dia ele descobre que não sabe realmente muito, que na verdade aprende a cada instante. Diante da sua criança ele se torna um adulto vulnerável e acessível. E vai gerando, pouquinho a pouquinho, dentro de si mesmo, a arte de se tornar um pai.

Letícia Thompson

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