Será que eu errei? Desabafo de uma mãe.

15 jan
Será que eu errei? Desabafo de uma mãe.

Precisei refletir muito para entender que realmente “Em casa de ferreiro o espeto é de pau” já ouviram falar nesse ditado né?

Por aqui ser uma mãe pedagoga não é assim tão fácil sabiam? Reconhecer o momento de sair de campo e deixar que outra pessoa assuma o papel que você queria ter, mas como mãe não pode é difícil.

Precisei encarar tudo isso de ontem pra hoje e semana que vem ele começa com uma psicopedagoga e vou contando tudo pra vocês.

Espero que me entendam e podem chorar comigo que foi difícil gravar pra vocês.

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Beijos ☺️

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02 maio
Detox hepato- intestinal. Diário do projeto família lindoso #Parte5

Hoje comecei minha semana de detox e pedi pra Dr Geraldo Amorim esclarecer o processo de detoxificação hepato -intestinal.

Segue o texto que ele me enviou pra vocês ficarem por dentro também.

Para eliminar os produtos tóxicos produzidos pelo nosso corpo, oriundos de toxinas externas, da degradação de fármacos e outras drogas, e daquelas produzidas pelo nosso próprio organismo, possuimos diversos sistemas de eliminação ou detoxificação, cujos principais são a pele, os rins, o fígado e os intestinos.

O fígado é uma grande fábrica de processamento e produção, que limpa e elimina tudo aquilo que é prejudicial à nossa saúde, e que esteja circulando em nossa sangue.

Por isso, é fundamental que ele tenha a disposição todos os nutrientes necessários para desemprenhar essa função; vitaminas, minerais e outras substâncias detoxificantes.

Nossos intestinos, hoje conhecidos como nosso segundo cérebro, são um órgão plurivalente e, se antes lhe era atribuída apenas a função de digestão e absorção de nutrientes, hoje sabe-se que ele é o principal responsável pela regulação da imunidade, do humor, e da manutenção do peso corporal entre outras.

Todas esses funções são decorrentes da interação com as trilhões de bactérias que povoam nosso lumén intestinal.

A detoxificação hepato-intestinal tem por objetivo optimizar as funções desses dois órgãos, vitais a manutenção da nossa saúde.

A detox melhora nosso processo digestivo, nosso nível de energia, nossa imunidade e detoxifica o organismo de substâncias nocivas, preparando o corpo para aproveitar ao máximo a reposição de nutrientes oriundos da dieta e da suplementação propostas.

Lembrando que o acompanhamento médico e nutricional são fundamentais para que o processo de detox seja feito de forma a respeitar as indicações e contra-indicações ao tratamento.

Dr Geraldo Amorim

CRM 14598

Insta: @dr.geraldoamorim

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05 set
Amor de irmãos. Feliz dia do irmão

image

Amor de irmão é algo sem tamanho, é amar alguém que não é nossa mãe ou pai, que passamos nossa infância e muitas vezes nossa adolescência brigando por bobagens sem imaginar o quanto somos importantes uns para os outros.

É crescer se espelhando em alguém ou ser espelho para um outro alguém. É acobertar algumas mentiras e muitas vezes dedurar as mesmas.

É ter um eterno companheiro nas brincadeiras, armações e travessuras.

É querer acompanhar o ritmo do “mais velho” e levar na cara que você é “pirralha”, “guri”, pequeno. É dividir o que é seu, herdar o que é deles e muitas vezes não aceitar nenhum e nem outro.

É levar a culpa pelo que fez e pelo que não fez, ficar de castigo porque em uma das brigas você não pensou por ser criança e quis bater, morder, empurrar e até mesmo quebrar ou esconder algo tão importante para o seu irmão.

É ouvir seu pai dizer: – As duas agora deem um abraço e só saíam dai quando eu mandar! E depois de meia hora só ouvirem os risos da raiva que passou.

É querer também se enturmar com o grupo da escola que seu irmão faz parte. É ter orgulho quando eles passam e você diz para os seus amiguinhos: – Aquele ali é meu irmão! Ou até mesmo pegar aquela briga se confiando que o mais velho vai te acudir sempre. E eles sempre vão!

É falar e ouvir: – Eu te odeio! – Não sei pra que você nasceu! – Você não é mais meu irmão… E depois se arrepender e dizer: – eu amo você !

É poder falar de paqueras, do primeiro beijo, do primeiro amasso e muitas vezes morrer de ciúme porque você não acredita que seu irmão faz aquilo.

É ficar adulta e ver que o amor ainda cresce, você vê seus irmãos casarem ou seguirem suas vidas e sentir saudade. Você quer opinar, tomar as dores e assim brigam novamente, mesmo adultos.

Aliás, Ficar “de mal” do irmão depois de adulto é a coisa mais comum do mundo, pois acho que somos sempre uma eterna criança quando estamos juntos.

Você pode até falar mal deles, mas vai alguém se atrever a falar mal que você vira bicho e não aceita.

Ai você se torna tia, vê que ainda pode amar mais, cria laços com os sobrinhos e se sente no direito de mandar, reclamar, aconselhar, vira quase uma mãe deles, até você se tornar mãe de verdade e não aceitar muitas das coisas que você cansou de fazer.

É ver seus pais envelhecerem e pensar: – E quando eles se forem? Como vai ser? Ai você lembra que nada os substituirá, mas que você tem irmãos pra te apoiar ou simplesmente sofrer da mesma dor, na mesma intensidade e saber que sempre terá um ao outro independente do rumo, das escolhas e das diferenças.

O mais velho sempre será o queridinho da mamãe, o mais novo sempre o caçulinha protegido, mas sempre serão seus irmãos. Igual a casamento, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separem.

Um, dois, três irmãos, não importa a quantidade você sempre irá amá-los como únicos.

E que venha Caio para alegrar a vida do meu pequeno Davi, que agora se tornou o mais velho da família e quem sabe não chega mais para aumentar o que já transborda de amor.
Texto: Mariana Lira Lindoso (Tia Mari ❤️)

 

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25 ago
Sem julgamentos e mais amor.

Como vocês viram lá no Snap 👻 e no insta da Turma, hoje foi dia dos últimos exames e mais uma consulta com minha GO. Pra quem ainda me pergunta sobre o parto vou explicar.

Eu particularmente sou tranqüila em relação a ele. O que eu decidi nesta gestação foi tentar aguardar o momento dele querer vir ao mundo e o parto seria uma conseqüência dessa escolha.

Com Davi foi cesárea porque a placenta amadureceu bem antes e começou a “descamar” e precisamos fazer, pois ele poderia entrar em sofrimento.

Sei que muitos falam que isso é conversa de médico para induzir uma cesárea e tal, mas eu precisava confiar na equipe que escolhi.

Com Caio estamos esperando ele dar sinal de que quer vir ao mundo, mas o bichinho esta cheio de preguiça pelo que estou vendo.

A escolha do parto pra mim é algo muito pessoal e que envolve vários fatores como: saúde da mãe e do bebe, o fator psicológico da mãe, condições físicas, preparação para esse momento.

Muitas têm literalmente o parto natural, aquele que o bebe quase “escorrega” de dentro da mãe, outras fazem de um tudo e não conseguem realizar.

O importante é saúde de ambos e que no final tudo ocorra como o esperado. Sem preferências, sem defensores e críticos diante da escolha que uma mulher faz.

Na verdade todo e qualquer tipo de atitude tomada por uma mãe haverá críticas.

Se for cesárea, criticam e relatam fatos ruins sobre a escolha, se for normal também criticam caso a mãe espere muito e se for humanizado em casa, mesmo com toda mídia sobre isso, também criticam argumentando os riscos de parir fora de um hospital.

O mesmo posso dizer que acontece com quem escolhe oferecer uma chupeta, uma mamadeira ou aquela mãe que não conseguiu amamentar o seu filho e tantos outros assuntos sobre maternagem.

O que precisamos na verdade é respeitar mais o nosso próximo e parar de querer julgar a atitude que tomam. Ter um filho parou de ser algo tranquilo e especial para se tornar um espetáculo onde a plateia quer conduzir o final de tudo.

Precisamos de uma maternidade sem julgamentos e mais amor. Sempre li essa frase e é a mais pura verdade:

– Quem fez cesárea é mãe.

– Quem fez parto normal é mãe.

Então ao invés de criticar ou algo assim, torçam para que tudo dê certo e que o seu próximo consiga se realizar independente de uma escolha que é tão pessoal.

Se for do plano de Deus que ele venha de PN, mas caso não ocorra preciso estar bem para recebê-lo também.

E pra vocês o que peço é só oração e pensamentos positivos para que tudo ocorra bem. Sei a mãe que sou para o Davi e sei a mãe que quero ser para o Caio e isso vai além da forma como ele vira ao mundo.

Beijos

Tia Mari @turmadatiamari

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24 ago
Aprendendo a ser mãe. Voltando pra casa.

Chegamos em casa no dia 15/05/10 às 11h. Estávamos entrando pela porta da Frente para começar de fato a viver o que é ser mãe.image

Dia 13/05/10 quando eu sai para receber em meus braços o maior amor da minha vida, eu não esperava que junto com ele viesse um turbilhão de medos.

Minha mãe passou exatos 9 dias aqui em casa e muitas dúvidas estavam comigo nesse período: como dar banho, colocar para arrotar após as mamadas e principalmente  os cuidados com o umbigo, que era algo que me deixava nervosa e enquanto o danado do umbigo não caísse, eu não conseguia dar banho, pois me sentia insegura e o medo me dominava. Aliás, medo é um dos principais sentimentos nesses primeiros dias (ou semanas).

Quando minha mãe disse: “Domingo eu vou embora”, foi  a pior frase que escutei. Corri para o banheiro, entrei no chuveiro e chorei pelo menos uma hora sem parar. A sensação era de total desespero.

Pensava comigo mesma: – Eu não vou conseguir! – Eu não vou conseguir!

E o tal do domingo chegou, na verdade antes mesmo dele chegar meu coração já estava mais que apertado e quando eu olhava pra Davi as lágrimas rolavam soltas.

Eu não vou saber ser mãe, era o que eu pensava e quando a minha mãe se foi levou com ela minha força.

Nesse domingo saímos para almoçar na casa da minha cunhada, que sempre me ajudou muito. Nesse mesmo dia, a bisa do Davi me contou várias e várias situações de quando ela foi mãe há 65 anos atrás, há 50 anos atrás.

Chegamos em casa, eu, davi e o papai. Eu logo disse: – Diogo, vamos dar banho em Davi? Eu não poderia sair da rotina dele por conta dos meus medos. E foi assim!

O banho acabou e tudo deu certo, o orgulho logo veio em seguida. Acabamos, fui amamentar, Davi logo dormiu e assim fizemos também, eu e o papai.

No dia seguinte achei que tudo daria certo, até meu marido se despedir de mim e ir trabalhar. Era uma sensação terrível que invadia o meu corpo e eu ainda não sei o porque de tantos pensamentos ruins virem a minha cabeça.

Comecei a chorar e assim se passaram 10 dias de muitas angústias e muito choro. Todos os dias meu marido almoçava comigo para me dar uma força. Davi era o filho perfeito.

Dormia a noite toda, cochilava durante o dia, comia bem, nunca teve cólica, era um bebê tranquilo, mas tinha um mãe insegura, que achava até que ele poderia morrer em seus braços.

Voltei a minha médica com minha cunhada que contou sobre meus excessos de choro. Ela me chamou atenção e conversamos muito, inclusive sobre uma possível depressão pós parto.

Ela era uma excelente médica e sempre me procurava, conversava e me aconselhava. No meu caso não foi a depressão, mas algo bem comum, o tal do “Baby Blues” já ouviram falar?

” Estima-se que mais de 80% das mulheres que dão à luz sofram do chamado “baby blues“. Trata-se de um conjunto de sintomas que aparecem geralmente entre o 3º e o 10º dia do pós-parto e que consistem em alterações de humor, com tristeza ou irritabilidade, e insegurança perante a nova responsabilidade de cuidar do bebé”

Mulheres que sofrem do “Baby Blues” merecem toda a atenção. Esse “processo” dura as primeiras semana, podendo permanecer a tristeza.

Uma das coisas que me ajudou a me sentir melhor foi a presença constante do meu marido e todo o apoio que ele sempre me deu.

E aos poucos fui ganhando confiança em mim mesma, a tristeza foi se transformando em alegria e meu filho tão esperado teve ao seu lado a mãe que ele merecia.

Consegui entender que a maternidade é e sempre será uma caixinha de surpresas e que nenhum bebe é igual ao outro, por isso eu precisava viver Minhas próprias experiências como mãe e assim comecei a ter consciência que nada melhor do que seguir seu coração. Uma frase que escutei e sempre levo comigo: ” coração de mãe nunca se engana, siga o seu.”

Paciência é a palavra chave do sucesso para uma boa maternidade esse exercício diário precisa ser trabalhado todos os dias e lembrem-se que criança é criança e suas fases sempre passam. As vezes vivemos uma mais intensa que a outra, mas passa.

E entendendo todo esse turbilhão foi que minha vida foi entrando  no eixo e hoje somos a família que somos, unidos sempre.

Jaja meu segundo filho chega e sei que com ele novos medos e novas experiências virão, mas uma certeza eu tenho: com amor tudo fica bem.

Boa sorte para nós mamães. Que saibamos ser para os nossos filhos o que gostaríamos que eles fossem.

Beijos

Tia Mari @turmadatiamari

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10 ago
Será que eu errei? Desabafo de uma mãe.

Precisei refletir muito para entender que realmente “Em casa de ferreiro o espeto é de pau” já ouviram falar nesse ditado né?

Por aqui ter uma mãe pedagoga não é assim tão fácil sabiam?

Reconhecer o momento de sair de campo e deixar que outra pessoa assuma o papel que você queria ter, mas como mãe não pode, é difícil.

Precisei encarar tudo isso de um dia para o outro e essa semana ele começa com uma psicopedagoga e vou contando tudo pra vocês.

Aguardei uma reunião na escola para poder soltar o vídeo com o post, pois queria ouvir o que queriam me dizer.

Eles me aconselharam propor mais brincadeiras relacionadas ao momento e as necessidades vividas por ele na área da aprendizagem. Mesmo não concordando em estar “cobrando” isso até em nossos momentos de lazer aos finais de semana irei fazer mais do que já faço.

Davi é uma criança de horário integral. Passa todos os dias manhã e tarde na escola e ainda chegar em casa e ter que ver atividades e brincadeiras relacionadas? Acho muito frustrante e forçado para ele que só tem 5 anos.

E no integral o que ocorre que essa “lacuna” não pode ser trabalhada? Ele vai para escola só para fazer a atividade de casa?

Também argumentei sobre as atividades, muitas vezes percebi que “fizeram” por ele.

Como assim Tia Mari?

Pegam na mão dele para realizar as tarefas e isso também contribuiu para que ele se sentisse inseguro ao realizar suas atividades sozinho.

Se tem quem faça com ele, porque fazer só, não é verdade?

Por outro lado não concordo em querer “arrumar uma desculpa” para o processo pelo qual ele está passando. E querer dizer que o que ele precisa vem só de casa.

Como também não culpo só a escola.

O problema é simples e claro: Davi é um menino mais sensível, está passando por milhões de mudanças na vida dele. Minha saída da escola, a chegada de um irmão, tudo isso está causando insegurança.

Só que ele chegar no ambiente próprio para aprendizagem, pela idade já perceber que muitos colegas já estão “lá na frente” e ele ainda não, fica com medo de errar.

Muitas vezes ele sabe o que está sendo proposto na atividade, mas se nega ao se imaginar errando.

Outro item justificado foi a fala dita “infantilizada”, mas vamos lá. Davi ano passado tinha trocas de letras bem comum na idade dele.

Ele fez as sessões necessárias com a Fono indicada pela própria escola e ano passado já teve sua alta e hoje não possui a troca do “C” pelo “T” e do “G” pelo “D”.

O que me impressionou na hora do argumento foi: – Não sabem de que aluno estão falando é isso?

Como a escola não sabe que meu filho não troca mais as letras? Quem o conhece de verdade sabe que as trocas não existem mais.

Na verdade até vocês que me seguem e vê poucos vídeos já devem perceber né?

Ele é sim um dos mais novos na turma, não é do tipo de Criança dita “viradinha” aquelas crianças que não param, que não temem a nada.

Pelo contrário é todo cauteloso e permissivo. Fazem até o que querem com ele, mas até nisso tento compreender, pois é da personalidade dele é preciso respeitar.

Hoje mais que nunca estou disposta a ajuda- lo, pois sei que pra escola é melhor logo dizer que ele está assim ou assado do que bater no peito e dizer:

– Esse aluno é meu, vou fazer ele chegar lá!

Trabalhar com o fácil é bom demais, quero ver trabalhar com o difícil, superar obstáculos e fazer com que aquele subjugado como “fraco” cresça e apareça.

Eu era assim quanto professora. Desafios era comigo. Batia no peito, brigava, chorava, mas chegava lá.

Difícil achar um ex aluno ou ex mãe que não me olhe com amor, carinho e respeito.

A família tem papel fundamental na vida das crianças, sem essa base e esse apoio eles não chegam a lugar nenhum. Mas garanto que não é o caso do meu filho, que tem pais totalmente presentes em tudo.

Espero que me entendam quanto ao desabafo. Como também quero deixar claro que isso é um assunto com o meu filho e como estou de fora não posso falar se ocorre com outras crianças.

O que aconselho é que fiquem atentas ao desenvolvimento dos seus, conversem, participem e não deixem pra amanhã o que podem resolver hoje.

Estejam presente nos momentos que eles mais precisam e nunca, jamais permitam que eles se sintam impotente.

Somos sim extensão do aprendizado deles, mas a base desse aprendizado vem da escola e eles também precisam ter consciência disso.

Desculpem o chororô no vídeo, mas foi difícil falar sem me emocionar.

Beijos ☺️

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09 ago
Dia dos pais. Para o melhor pai do mundo.

A gravidez de um pai

A gravidez de um pai não se dá nas entranhas, mas fora delas.

Ela se dá primeiro no coração, onde o sentimento de paternidade é gerado. Um desejo de ser e de se ver prolongado em outra vida, que seja parte de si mesmo, mas com vida própria. Imagino que deve ser frustrante a princípio. Durante toda a espera, um pai é um pai sem experimentar o gosto de ser, sem os inconvenientes de uma gravidez, mas também sem as lindas emoções que tanto mexem com a gente.

E quando ele sente pela primeira vez a vida que ajudou a gerar, tudo toma outra forma. Ele sente um chute e se diz já que este será um grande jogador de futebol. E muitas vezes se surpreende e se maravilha quando vê uma princesinha que sabe chutar tão bem. Mas tanto faz. Está ali um sonho que se torna palpável.

E um parto de um pai se dá quando ele pega pela primeira vez sua criança nos braços, quando ele se vê em características naquele serzinho tão miudinho que nem se dá conta ainda que veio ao mundo e que se tornou o mundo de alguém. E os sentimentos e emoções se atropelam dentro dele. E ele sente que, a partir desse instante, a vida nunca mais será a mesma. E ele precisa olhar dez, cem, mil vezes para acreditar que tudo não passa de um sonho. E geralmente há um enorme sentimento de orgulho que toma posse dele.

Assim se forma um pai. Pronto para ensinar tudo o que aprendeu da vida, um dia ele descobre que não sabe realmente muito, que na verdade aprende a cada instante. Diante da sua criança ele se torna um adulto vulnerável e acessível. E vai gerando, pouquinho a pouquinho, dentro de si mesmo, a arte de se tornar um pai.

Letícia Thompson

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01 ago
Gravida sensível.

Sempre tem aquele dia em que você acorda um pouco mais pra baixo ou que você se magoa mais facilmente né? Ontem foi um dia desses.

Repensei muito sobre muitas coisas e acho que o meu momento (gestação) me deixou um pouco mais sensível com tudo, mas o que importa mesmo é que meu desabafo em forma de video me ajudou muito a colocar tudo pra fora que naquele momento me fazia mal e confesso que depois tive um sentimento de alivio imenso.

É sempre bom e gratificante receber a chuva de carinho sem tamanho de todas vocês, saber que se identificam com o meu jeito, que me admiram, que me respeitam e que conseguem enxergar sinceridade no que faço.

Erramos ao esperar muito das pessoas que não tem nada para oferecer e quando aprendermos a lidar com isso tudo percebemos que devemos atrair só coisas boas e esquecer as ruins.

Por isso, valorize e dê importância ao que realmente tem valor e merece sua atenção, sua família que é seu bem mais precioso e seus verdadeiros amigos.

” Aprendi, que não posso exigir muito das pessoas e nem tampouco esperar nada em troca do bem que eu fizer, porque cada um oferece exatamente aquilo que tem…

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30 jul
Bebê mexendo na barriga da mamãe. Baby Caio, meu calombinho do amor a todo vapor.

E quando você pensa que em pouco tempo o seu bebê mais que sonhado estará em seus braços?

O coração bate acelerado, os medos começam a surgir e até a saudade da barriga que ainda não saiu você começa a sentir. Sentimentos que todas as mães compartilham.

Sentir o bebê mexer é algo inexplicável, é um momento só seu e dele, literalmente uma troca de carinho e um alivio ao saber que esta tudo bem lá dentro.

Estamos na semana 35 e muita coisa aconteceu. Nossa contagem regressiva agora esta a todo vapor, teoricamente temos 5 semanas ainda, mas que seja como Deus planejou para nós dois.

Te amo infinito, filho! E te espero ansiosa.

Beijos Mamãe.

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15 maio
Cuidados com a piscina. Nossa experiência com Trololo

cuidados com a piscina

No carnaval de 2013 falei lá no Instagram da @turmadatiamari sobre um acidente que ocorreu com o #trololodemel na piscina da casa de praia.

Estávamos todos juntos, super felizes em um dia de sábado e feriado de carnaval.

Davi estava na piscina, junto com seus primos na parte rasa e em volta toda a família. Dentro da piscina estava eu, meu marido, alguns dos primos dele e amigos.

Davi no momento estava sem bóia e nós, até então, “de olho” na situação, quando em um descuido, coisa de segundos (digo segundos mesmo) escuto um grito:

– O menino caiu no fundo!

Todos gritaram e correram, ninguém sabia quem era, mas meu coração naquele momento quase parou.

Quando eu me viro e olho para baixo, vejo o meu filho no fundo, olhando para cima.

O que não esperava era a minha reação. Fiquei parada, assustada e sem nenhuma ação.

A prima do meu marido, que também não sabia quem havia caído, simplesmente puxou “a criança”. Quando ele saiu de dentro da piscina estava assustado, mas não chorou.

Olhou para mim e disse: – Mãe já passou!

Me abracei a ele e fiquei um bom tempo assim.

Na minha cabeça passou um filme, que infelizmente não foi dos bons. Imaginei se não estivéssemos próximo a ele o que teria acontecido?! Foi uma sensação terrível que não desejo a ninguém.

A situação foi super rápida também, questão de segundos. Sei que não foi pior, pelo fato de Davi fazer natação ( na época ele fazia). Então, ao cair ele logo fechou a boca, o que fez ele não engolir nada e ter evitado o pior.

Após a situação fiquei péssima, me senti a pior mãe do mundo, não só por ter deixado ele na piscina sem bóia, mas por não ter tido atitude de salvá-lo. Como eu deixei de salvar meu filho?!

Entrei em pânico no momento e ao ver aqueles olhos me olhando me fez paralisar. Uma cena que se eu parar e pensar parece que esta acontecendo agora.

Dormi com ele na minha cama e falando com meu marido disse a ele: – e se o pior tivesse acontecido?! Eu não me perdoaria nunca mais.

Fico imaginando as mães que já perderam seus filhos em situações assim e sei que é terrível.

Contei o ocorrido a professora dele de natação e pedi toda a sua paciência e ajuda. O #trololodemel não quis mais entrar na piscina.

Mas não desisti e disse para tentar até ele se render e aceitar novamente. Coincidiu também na alergia dele voltar e ter que se afastar e depois disso o pânico dele e o meu só aumentou.

Ele passou um tempo sem querer saber de piscina e por um lado eu me sentia aliviada, mas sabia que não poderia alimentar isso nele e nem em mim (me fazia mal).

Aos poucos fomos tentando “traze-lo” de volta as brincadeiras dentro da água e assim com calma e paciência conseguimos bons progressos.

Ano passado ele voltou as suas atividades na natação e foi a melhor coisa que eu fiz. Hoje ele tem total segurança dentro da piscina.

O que aprendi nessa situação é que realmente criança sozinha e piscina não é uma boa combinação. Então, não deixem jamais que seus filhos brinquem na piscina sem um auxílio de um adulto. Mesmo que essa criança “saiba” nadar não sabemos o que pode vir a acontecer.

Todo cuidado é pouco fica a dica e natação desde cedo heim?!

Beijos

Tia Mari.

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