Autoestima na gravidez.

24 set
Autoestima na gravidez.

Blog_Depyl_Gravidas

Mudanças hormonais, roupas apertadas, aumento de peso, sonolência, seios doloridos, dores nas costas. Essas são algumas das mudança que ocorrem ao longo da gestação. Dentre tantas preocupações acerca da gravidez, o fator físico é certamente uma das maiores.

No passado, a expectativa durante gravidez era apenas com a saúde do bebê e da mãe. Atualmente, muitas mulheres passam pela gravidez com a sensação de que precisam vencer uma guerra. Chama atenção principalmente o medo de não retornar ao peso anterior.

Esse processo resulta em  gravidas fazendo dietas restritas e se exercitando como se não houvesse outra vida dentro de si. O fundamental é a consciência de que o período da gravidez necessita não só de nutrientes, mas também do estado de espírito da mãe.

Como educadora física e trabalho diário com o publico feminino, reforço a importância da mulher se posicionar e se conscientizar sobre isso. Evite comparações! Você não precisa ter sua barriga chapada logo após o parto! Preocupe-se com o momento mais especial que esta vivendo e que passa rápido.

É possível chegar até o ultimo mês de gravidez de forma saudável e com o sentimento de que todas as mudanças estão ocorrendo pelo melhor motivo do mundo, a vinda do seu filho. Uma vida que precisa de uma mãe que saiba lidar com mudanças, e sobretudo equilíbrio.

Bia Faé – Personal Trainer – @personalsaudemulher

22 set
Por que eles tem que crescer?

“É que crescer custa um tanto de paciência. Na verdade, bem muita. Chega um momento que até nossas contradições são coerentes”.

(Vanessa Leonard)

Crescer exige mesmo paciência. Paciência para ensinar, estimular, acompanhar, preparar-se para o próximo passo. Mas não é “só” isso. Exige também respeito ao ritmo e tempo de cada um. Exige parceria, porque é preciso estar junto; é preciso crescer junto.

Na medida em que ensinamos e estimulamos uma criança, aprendemos outro monte de coisas com ela e somos estimulados também a crescer e desenvolver. Quando uma criança completa quatro anos, seus pais tem que crescer junto para aprenderem a ser pai/mãe daquela menina de (agora) quatro anos. O aprendizado e crescimento são constantes nessa longa caminhada tão mágica quanto desafiadora!

Crescer implica a cada dia ter mais autonomia para ir em frente, fazer, pensar, escolher, decidir, ser. E esse caminho só é possível quando se acredita nas possibilidades (nossas e da criança) para tal. Mas nem sempre é fácil como parece.

Muitos pais têm dificuldades de perceber, reconhecer e aceitar o crescimento dos filhos e investem na ideia de que terão maior segurança estando sob suas asas, protegendo-os de encarar a vida a partir de suas próprias experiências e vivências. E aí tomam a iniciativa de tudo. Começam a fazer PELA criança, em vez de fazer COM a criança ou de orientá-la e supervisioná-la. Fecham os olhos para os sinais que os pequenos dão de que já podem dar o próximo passo. E a criança começa a crescer amarrada. Com freio de mão puxado.

Tudo isso atende a uma necessidade que não é da criança, mas dos próprios pais. O medo de que a criança cresça é deles. Medo de perder o controle, talvez. Ou de ‘daqui a pouco’ não ter mais a sensação tão gostosa de estar com o pequeno no colo. Medo do desconhecido – daquilo para o qual se tem milhões de perguntas e nenhuma resposta pronta, mas que precisa ser vivido.

Veja bem, a ideia não é pisar no acelerador. Do ponto de vista emocional, isto também não é saudável. O que propomos aqui é que possamos caminhar de forma respeitosa, paciente e disponível para ensiná-los e estimulá-los nesse crescimento, não esquecendo de estarmos atentos aos sinais dos pequenos (que vêm através de falas, comportamentos, expressões corporais…), para que consigamos nos atualizar junto com eles. Por vezes, eles mesmos tiram a fralda sozinhos ou pedem para fazer xixi igual ao papai. Ou querem experimentar tomar banho sozinhos. Pode ser que não queiram acordar para tomar o gagau da madrugada. Ou tentem amarrar o próprio tênis, do jeito deles mesmo. E se não ouvirmos as nossas crianças e não tivermos uma postura permissiva para que isso aconteça e se desenrole, podemos dificultar esse processo natural e necessário.

É verdade que poucas coisas são tão gostosas quanto ter os filhos no colo e ser “tudo” na vida de alguém. Mas tão prazeroso quanto isso é perceber que se conseguiu prepara-los para enfrentar o que vem pela frente. No curso natural (e saudável) do desenvolvimento, as crianças vão crescendo, enriquecendo sua vida com experiências próprias, fazem amizades, criam novas referências (e mantêm algumas antigas), fazem suas próprias escolhas e assim vão se descobrindo e tecendo a vida. Nesse caminho, outras coisas e pessoas vão se tornando especiais e os pais vão deixando de ser o “tudo”, mas nunca de ser muito, muito importantes! E essa é uma demonstração que a vida lhes dá de que foram no caminho certo. Funcionou, porque eles aprenderam a construir o que é deles. E os pais podem, de outra forma, continuar juntos, parceiros na vida.

Quando os sinais aparecem, a gente precisa ser veículo para ajudar a conduzir ao próximo passo. Precisa dar sinal verde para a vida acontecer naturalmente. Precisa crer. E deixar ser. Para poder crescer.

Marina Bezerra Férrer

Psicóloga clínica e integrante do @nucleocriad

 

27 ago
Davi e sua volta ao consultório de Tia Maíra.

https://www.youtube.com/watch?v=1ZKcQkGCxKA

O Davi tem uma mordida cruzada anterior, ou seja, os dentes da frente superiores encaixam por trás dos dentes inferiores. No entanto, o certo é ao contrário.
Esse tipo de mordida pode ter origem dentária (quando o problema está apenas na inclinação dos dentes) ou esquelética (quando problema está nos ossos : Deficiência de maxila ou excesso de mandíbula).
 
Ao exame clínico, pude observar no Davi um pouco dos dois. Existe uma inclinação dos dentes superiores para trás, mas também há uma deficiência de maxila, como se ele tivesse pouca maçã do rosto. Então foi solicitado uma documentação ortodontica que é composta por fotos, radiografias e outros documentos para ser avaliado a tendência de crescimento dos ossos da sua face e assim podermos escolher o melhor tratamento para ele.
 
Vamos optar por iniciar logo o tratamento porque a mordida cruzada deve ser tratada o mais cedo possível. O tratamento vai ser do tipo ortopédico, pois ocorre durante o crescimento crânio facial o que favorece o tratamento e minimiza os problemas de oclusão no futuro, mas que não impede que ele vá usar aparelho ortodontico anos depois.
 
Assim que a documentação ficar pronta, devem voltar ao consultório para saber qual tipo de aparelho ele vai usar. Mas ele já escolheu a cor: azul e com a figurinha do homem de ferro!
 
Dra. Maíra Goes.
15 ago
Sobre as despedidas.

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Pais e filhos geralmente estão muito conectados e por isso os momentos de despedidas não costumam ser confortáveis, especialmente quando falamos em crianças menores. Diante de momentos assim, costumamos ouvir mamães e papais relatando sensações de aperto no coração, tristeza, culpa e desejo do reencontro rápido. Muitos têm a oportunidade de estar junto de seus filhos em tempo integral e vivenciam esses sentimentos por um período mais curto – algumas horinhas – quando há compromissos “extras”; outros, porém, não podem fazer essa escolha e precisam separar-se (fisicamente) de seus filhos por um tempo mais longo do dia. Entretanto, em TODOS os casos, seria injusto esperar que as crianças não sintam essa ausência ou até mesmo que reajam da mesma forma todas as vezes em que isso acontecer.

Na verdade, dependendo do tempo da separação ou da forma como isso aconteceu, as reações podem ser as mais variadas. Muitas vezes, as crianças podem ser receptivas a esses pais que acabaram de chegar e recebê-los imediatamente com muita alegria; noutras, elas podem reagir da forma como menos desejávamos ou imaginávamos: protestando, não permitindo a aproximação imediata, se isolando ou até mostrando mais interesse em estar com quem cuidou dela durante aquele tempo… E é importante que isso seja respeitado e compreendido, porque é a forma que os pequenos encontram para falar de seus sentimentos, para nos contar o quão difícil foi não estar junto. Respeitar esses sentimentos e essas reações significa também respeitar o tempo da criança. Ou seja, não force esse contato imediato, caso ela ainda não mostre conforto para tal. Espere o tempo dela, até que ela consiga lhe “receber”. Enquanto isso, esteja junto, mas da forma como for confortável pros dois.

A fala é uma das aquisições mais esperadas pelos pais nos primórdios do desenvolvimento dos filhos. Vêm as primeiras palavrinhas, as frases e as “pérolas” com aquelas tiradas mais inusitadas que só as crianças sabem soltar! Até que nos damos conta de que nessas falas há uma pessoinha que pensa e sente tanto quanto você, logo, a comunicação (verbal ou não) estabelecida entre vocês não diz respeito apenas aos sons das palavras, mas também à qualidade de uma relação e, portanto, a quem sou a partir do que comunico. Falar a verdade, omitir, ou mentir, ter a iniciativa de falar ou esperar que o outro se pronuncie, dizer em alto e bom som ou baixinho para quase ninguém escutar, expressar a toda hora ou só nas últimas, tudo isso compõe padrões de comunicação que a criança apreende de seu meio, com aqueles de seu convívio. Mas o que a comunicação tem a ver com a despedida?

A transparência da comunicação familiar pode ser um ingrediente bastante favorável para que essa despedida aconteça de modo mais natural. Destacamos então a importância de não privar a criança da real razão para vocês, pais, se ausentarem. Por mais que o “volto rapidinho” possa ter a intenção de “aliviar” a ansiedade da criança ao seu retorno, se ela não condiz com a realidade, tal distorção interfere na relação de confiança entre pais e filhos. O mesmo vale para compromissos ou imprevistos que venham a acontecer fora do “roteiro”: manter essa informação em segredo pode dar a falsa ideia de que você não só descumpriu o combinado, como também não foi leal com seu filho, privando-lhe da oportunidade de agir sabendo da verdade. Como exigir que os filhos contem sempre tudo, se na sua relação com eles a recíproca não é verdadeira?

O diálogo é sempre uma ferramenta riquíssima de cuidado e é ele, mais uma vez, a nossa principal sugestão. Conversar com a criança sobre como será o seu dia e o dela é excelente para ajudá-la a organizar-se emocionalmente e a “receber” as possíveis despedidas de forma mais confortável, pois ela já tem ideia do que vai acontecer. Vocês, pais, podem, por exemplo, conversar na hora do jantar sobre como será o dia seguinte – os compromissos individuais e o que farão juntos. E na hora da despedida, podem construir juntos algum ritual, como por exemplo, mandar um beijo pela janela, eleger um gesto só de vocês ou falar algo especial para a criança. Os rituais são muito reconfortantes e também ajudam os pequenos a se familiarizarem com as situações do cotidiano. Desenvolvê-los pode ser uma forma muito legal de ajudar a criança a se sentir mais confortável diante dessas situações de separação que fazem parte do dia-a-dia.

As crianças têm um potencial enorme para o desenvolvimento e crescimento pessoal. Acreditar nesse potencial pode nos ajudar a estar um pouquinho mais confortáveis nesses momentos tão importantes e, consequentemente, a nos sentirmos mais a vontade para conversarmos sobre tudo isso de forma transparente. Quando existe transparência na relação, o vínculo é fortalecido, as crianças se sentem mais seguras e com espaço para falar de seus sentimentos. Por sua vez, quando o vínculo é bem construído, nós (e as crianças!) também aprendemos a carregar quem amamos do lado de dentro; porque nem sempre é preciso estar perto para estar junto!

Marina Férrer e Thaís Azevedo são psicólogas e integrantes do @nucleocriad

31 jul
Como explicar que madrasta não é mãe! #CoisasDeMieMari

Oi gente!

O grande dia (já estava esperando por ele) chegou… Dia de explicar ao #TrololoDeMel por que Tia Mirela (@demaeparamamae) não é mãe da querida Amanda.

E quem disse que na hora queria sair algo? Até que a inspiração “chegou” e deu no que deu né?! kkkk

E foi a partir dessa pergunta do pequeno Davi (4anos) que resolvemos lançar o primeiro (de vários) vídeos que eu e a Mirela já estávamos loucas para fazer para vocês #coisasdemiemari

Assistam ao primeiro vídeo do #CoisasDeMieMari e se divirtam.

                  

https://www.youtube.com/watch?v=COEVmFxon-8

 

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Beijos Tia Mari 🙂

30 jul
Você sabia que seus bebês também podem fazer Osteopatia?

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O momento do parto é muito estressante para os bebês, pois nessa hora acontecem deslizamentos, sobreposições ou separações dos ossinhos do crânio para facilitar sua passagem.

Esse processo pode causar algumas assimetrias como achatamentos ou deformidades no crânio, o que é muito comum. Geralmente voltam ao normal em alguns dias com a respiração, o choro ou a sucção.

Porém se essas assimetrias persistirem e não forem tratadas podem gerar tensões nas membranas cranianas que envolvem o sistema nervoso, e consequentemente causam pequenas alterações nas articulações do crânio e na coluna cervical levando a problemas nas saídas nervosas da base do crânio que são responsáveis pelas funções de alimentação, digestão e respiração.

Isso tudo pode aparecer como:

– irritabilidade

– choro excessivo

– padrões de sono perturbados

– dificuldade de alimentação ( sucção)

– problemas digestivos ( cólicas, flatulência excessiva, refluxo)

– assimetria da face e crânio

– infecções recorrentes (olhos e ouvido)

Não deixe isso atrapalhe a vida do seu filho(a). Agende sua sessão e resolva esses problemas.

Dra. Lorena Suassuna IG: @drasuassuna01

27 maio
Cuidando do dodói do seu filho.

E quem nunca tomou um “baita” de um susto ao escutar um choro (grito) do seu filho? A primeira coisa que fazemos é correr ao seu encontro e ver o ocorrido, certo?

Assim foi feito, certo dia aqui em casa quando o #TrololoDeMel me deu esse mega susto. Eu só não sabia que o susto era devido a um ENORME (#soquenao) arranhão no seu braço.

E esse arranhão me rendeu uma hora de muito choro, gritos, correria dentro de casa, remédio quase voando pela janela e no final de tudo… Um filho sorrindo de tudo que aconteceu.

No vídeo vocês poderão acompanhar um pouco do “aue” que foi aqui em casa e depois algumas dicas que eu usei com o Davi.

Nós mamães acabamos assumindo um pouco a função de enfermeiras e precisamos saber lidar com os machucados e muitas vezes com o drama que eles fazem nesses momentos quando tornam um simples arranhão em um grande corte no braço.

Como cuidar do machucado do seu filho:

 * Utilizar os produtos adequados (pergunte a médica do seu filho).
 
No meu caso, lavei bem o local com água e sabão, mesmo sendo apenas um pequeno arranhão, secamos bem e depois colocamos um spray.
 
* Curativos
 
Os curativos só são necessários nas regiões onde podem ocorrer atritos, fechar o ferimento pode tornar o local úmido, facilitando futuras infecções. Deixar o local do ferimento aberto faz com que a cicatrização ocorra mais rápida. No caso do Davi como tínhamos uma cena forte de drama o Band-Aid serviu mais como um consolo para ele e logo retiramos.  
 
* Muito carinho e paciência.
 
É fundamental a nossa paciência, imaginem vocês mais nervosas do que o filho (não pode né?) e com muita conversa e calma, eles se sentirão mais tranquilos e permitirão que você cuide do machucado.
 
Fiquem atentos!

# No caso de cortes mais profundos façam a mesma coisa, porém não coloquem medicamentos apenas pressione o local, assim como quedas de grande altura ou nos casos de lesões mais graves procure o hospital de emergência mais próximo ou procurem o médico do seu filho. Outra dica é não colocar receitas caseiras em cima de  nenhum corte ou arranhão. 

Beijos mamães de plantão.

 

 

 

 

22 maio
Uso da cinta no pós parto: longe de um consenso…

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Não há dúvida que usar a cinta após o parto é uma boa pedida, independente do tipo de parto, cesáreo ou normal. Para maioria das mulheres, traz bem estar, sensação de segurança e “principalmente” coloca tudo no lugar, reduzindo momentaneamente o abdômen. No entanto, um dos erros bastante comum é achar que a peça ajudará a diminuir a barriga à longo prazo.

Durante a gestação os músculos abdominais sofrem uma “distensão” normal (alongamento fisiológico), sendo assim, perdem um pouco a capacidade de  sustentar os órgãos internos (as vísceras), pela fraqueza adquirida nesse período. É nesse sentido que a cinta entra com um papel reconfortante, “suprindo” essa desvantagem.

É SUPER IMPORTANTE DEIXARMOS CLARO, QUE ISSO “TEM PRAZO DE VALIDADE”, NÃO É SUBSTITUIÇÃO MESMO. O uso da cinta por tempo longo pode prejudicar a recuperação dos músculos impedindo que eles trabalhem de modo fisiológico, eliminando a flacidez decorrente da distensão a que foram submetidos durante a gravidez.

Para que haja recuperação do tônus muscular é necessário que a musculatura seja estimulada. Não há consenso quanto ao tempo para retorno às atividades físicas, sabe-se que não é recomendado que antes do 45° dia após o parto, realizar exercícios com carga pesada. O que se pode fazer durante esse tempo relacionado especificamente para essa musculatura?

Podemos lançar mão de recursos da fisioterapia, fortemente estudados cientificamente, como a eletroestimulação, este recurso se bem utilizado pode ser um ótimo início para o ganho de tônus muscular abdominal.

Escrito por:

Clarissa Leal – Fisioterapeuta Dermato Funcional

Clinica Santevie

Rua General Joaquim Ignacio, 830 sala 1507 Ed. The Plaza Ilha do leite

Fone: 34233575

11 maio
Dia das Mães – Turma da Tia Mari

E o mês de maio tem um sabor todo especial para qualquer mamãe, não é verdade? Para mim vem em dose dupla, junto ao aniversário de Davi e do meu marido.

Aceitei ao convite do nosso querido colaborador Bernardo Dantas, como diz Davi “Tio bernado” e gravamos um pequeno vídeo para vocês.

Espero que gostem e obrigada a todas as mamães que marcaram nossa hastag #mamaenaturma e se alguém ficou de fora, nos desculpem, pois muitas fotos não conseguimos ver. Mas nosso sincero obrigada!

                     

 Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

* Autor desconhecido (texto adaptado)

Créditos do Video:

Bernardo Dantas:

bernardodantasfoto@gmail.com

http://vimeo.com/user13163104

 

10 abr
Flacidez de pele.

como_diminuir_flacidez_barriga1Muitas são as tentativas para mantermos um corpo e uma pele saudável, firme e sem flacidez. O desafio fica ainda maior para as gestantes e mamães de todas as idades pois a pele das mamas e do abdome serão ou foram “esticadas” em algum momento.

Assim como a gestação, grandes variações de peso também podem causar um estresse grande à pele podendo levá-la ao limite ou mesmo ultrapassando sua capacidade de expansão e retração. Quando isso acontece ocorre a flacidez e frequentemente aparecem as estrias.

O que determina essa capacidade? Cada pele tem um código genético próprio que programa a quantidade de fibras colágenas e elásticas que serão fabricadas para ela, “pré-determinando” portanto sua capacidade de “esticar” e também de retrair. Nessa programação infelizmente não podemos interferir.

Então, o que fazer e como podemos evitar as indesejadas estrias e a flacidez? Uma genética favorável não garante uma pele firme e sem estrias após a gravidez se os hábitos de vida não forem favoráveis. E esses hábitos começam a fazer diferença quando ainda somos crianças.

E hoje? O que fazer? Nunca é tarde para cuidar da sua pele.

1- Alimente-se bem: fujam de regimes pré-fabricados principalmente as gestantes, ele pode não funcionar com você. Vá a um nutricionista, só ele pode dizer a SUA melhor combinação de nutrientes.

2-  Hidrate-se bem. A fibra elástica da sua pele irá agradecer com uma melhor eficácia na hora de retrair.

3- Evite sol em demasia, ele desidrata e resseca a pele.

4- A vitamina C é um coadjuvante na produção do colágeno no nosso corpo por isso inclua na sua dieta diariamente.

5- Exercite-se sempre. Uma musculatura bem desenvolvida proporciona maior firmeza a pele e com isso menor chance de uma flacidez precoce.

6- E usem muito hidratante e óleos na pele pelo menos duas vezes ao dia. O mais importante porém é não desanimar e fazer isso SEMPRE.

Assim como tudo na vida o cuidado diário é fundamental para um resultado satisfatório e duradouro.

Escrito por: Dr. Marcelo Lins – Cirurgião Plástico

Contato@marcelolins.com.br