Sexo após o parto.

18 mar
Sexo após o parto.

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Pensar em sexo no pós-parto chega a dar arrepios em muitas mulheres. Mas não aquele arrepio gostoso. De horror mesmo! Muitas puérperas querem distância de seus companheiros nesta fase e a última coisa que elas querem pensar em fazer nesta etapa de suas vidas é sexo!

A grande maioria das mães, principalmente as de primeira viagem, estão enlouquecidas e atrapalhadas com os cuidados com o bebê, exaustas, as vezes com dor devido a uma episiotomia ou cesariana, algumas mulheres infelizmente traumatizadas pelo parto que tiveram, com os hormônios todos desregulados, cheirando a leite azedo, assustadas com uma série de novidades, se sentindo estranha, gorda e feia. Aí, como quem não quer nada, chega o seu companheiro, cheio de amor pra dar, todo entusiasmado, querendo chamego e carinho. Fala a verdade, não dá vontade de sumir ou  sair correndo?

O sexo está liberado normalmente 40 dias após o parto. E quando eu falo sexo, entenda penetração, porque sexo pode ser feito de muitas outras maneiras, caso o casal se entusiasme antes do final da quarentena.

O que deixa muitas vezes o marido chateado, rejeitado, se sentindo trocado pelo bebê ou até mesmo sem entender o que está acontecendo é que a mulher precisa estar bem psicologicamente para transar, ao contrário dos homens, que precisam transar pra ficar bem! Sem dúvida, essa fase pós-parto pode ser muito confusa na vida do casal, mas passa! E a palavra chave neste momento é: DIÁLOGO! Converse com seu companheiro e faça ele entender o que passa com você neste momento. Um precisa saber se colocar no lugar do outro para compreender profundamente o que cada um está sentindo. Desta maneira e com muita paciência é possível voltar aos poucos à vida a dois, sem ressentimentos e mágoas.

Crie momentos românticos e entregue-se! Livre-se das preocupações e dos pensamentos que muitas vezes impendem que você se jogue com tudo nos braços do maridão como: estou uma bola, com cara de acabada, cheia de celulite, jorrando leite do peito! E se o bebê chorar? Paro tudo ou finjo que não estou escutando? RELAXA E APROVEITE!

Agora aproveitem hoje a noite para tomar um belo banho, passa um creme bem cheiroso no corpo, colocar uma camisola sexy e deixa o resto com ele!

 

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17 mar
Bioimpedância – Vulgo “Maledita”

Olá mamães!!

Hoje venho falar um pouco sobre a nova consulta de Tia Mari comigo, depois de alguns meses.

Como vocês acompanharam no ano passado, ela iniciou um acompanhamento, que deu super certo, em um mês os resultados foram incríveis! Mas, assim como algumas pessoas costumam achar, ela pensou que estava tudo sob controle e podia abandonar a nutri! E foi aí que ela errou feio! O acompanhamento para manutenção dos resultados muitas vezes é até mais importante do que para o emagrecimento. Com isso, ela recuperou todo o peso perdido e pela nossa avaliação, está até com mais gordura do que quando iniciamos ano passado. :/

E falando em “nossa avaliação”, a pedidos de Tia Mari, vou explicar um pouco sobre a máquina de Bioimpedância, vulgo “Maledita” (rss).

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A Bioimpedância é um método de avaliação da composição corporal, através de uma corrente elétrica de baixa intensidade (imperceptível), que nos diz: peso, percentual de gordura, índice de gordura visceral, percentual de água, massa muscular, idade metabólica, além de outros índices, que servem de parâmetros para o nosso acompanhamento.

No caso de tia Mari, como ela voltou a estaca zero , reiniciamos, a partir da nova avaliação, uma reeducação alimentar, com dieta fracionada, variada e principalmente prática, devido a correria do seu dia-dia, além de alguns suplementos para a saúde do intestino, para a pele e o chocolate terapêutico para segurar a ansiedade por doces.

Bom, agora nos resta acompanhar e esperar mais uma vez o sucesso de Tia Mari, que dessa vez será mantido porque ela aprendeu a lição.

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Beijos!

Tamyris Farias IG: @tamyrisfariasnutri

11 mar
Escurecimento do dente após trauma.

É comum os dentinhos que sofreram trauma escurecerem, especialmente nos casos de luxação, ficando meio cinza, roxo ou amarelo-amarronzado. Isso porque ocorreu uma hemorragia pulpar (rompimento dos vasos sanguíneos presentes no interior da raiz do dente), que deve ser acompanhada clinicamente e radiograficamente pelo odontopediatra, pois pode progredir para uma necrose pulpar, o que necessitaria de um tratamento mais invasivo.

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Escurecimento do dente de leite após trauma

Se for dente permanente, os traumas mais prevalentes são fraturas na coroa do incisivo superior. Nesses casos, se puderem, guardem o fragmento dental em solução de soro fisiológico, saliva ou leite, pois a restauração fica mais estética quando podemos usá-lo.

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Fratura na coroa do incisivo superior permanente e restauração do elemento com colagem do fragmento dental.

Em dentes permanentes jovens, pode ocorrer também a avulsão. Na dentição de leite, se o dente é avulsionado (expulso do alvéolo), ele não deve ser colocado de volta no lugar porque pode lesionar o germe do dente permanente, mas com o dente permanente pode-se tentar o reimplante. Esse procedimento deve ser feito o mais rápido possível. A literatura afirma que se o responsável puder, deve fazer no local mesmo do acidente, após cuidados mínimos de higiene (lavagem em água corrente) e sem tocar na raiz. Para manter o dente na posição, deve-se fazer pressão com o dedo ou ir mordendo uma gaze até chegar ao dentista.

Mas se encontrar alguma resistência quando tentar colocar o dente de volta ou não se achar hábil para tal procedimento, não insista e leve o dente para o odontopediatra dentro de um copo com saliva, soro fisiológico ou leite. Se a criança for maiorzinha, pode pedir pra ela ir com o dente dentro da boca, embaixo da língua.

É importante que o tempo decorrido entre o acidente e o reimplante não exceda 30 minutos. O tempo é um dos principais fatores para o reimplante ter ou não sucesso.

Resumindo, em casos de avulsão:

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As raízes dos dentes, tanto de leite, como permanentes, também podem ser afetadas. As fraturas radiculares só podem ser observadas através das radiografias tiradas no consultório pelo odontopediatra e o sucesso do tratamento também depende do diagnóstico precoce, ou seja, quanto mais cedo o problema for percebido.

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Fraturas radiculares visíveis na radiografia.

Por todas essas razões, a qualquer sinal de queda afetando a boca, procurem o odontopediatra do seu filho. A realização da radiografia da região é muito importante para fechar o diagnóstico e estabelecer o tratamento adequado, assim como para o acompanhamento do trauma, que deve ser feito até o momenta erupção (nascimento) do dente sucessor, no caso de dentes de leite. Em casos de dente permanentes, esse acompanhamento pode durar até 5 anos, dependendo do tipo de trauma sofrido.

Qualquer dúvida.. estou a disposição!!

IG: @maira2312      E-mail: maira@spaoral.net

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07 fev
A adaptação escolar dos pais.

A adaptação escolar é um momento recheado por uma mistura de sentimentos: animação de ver o filhote dando um passo à frente, dificuldade em deixá-lo crescer, ansiedade, preocupação em saber se ele (e você!) vai dar conta de se adaptar à nova rotina, medo diante da nova realidade que está prestes a“chegar chegando”. É um período de adaptação para pais e crianças e, diga-se de passagem, um momento essencial e natural, que precisa fazer parte da realidade de papais e crianças… Mas nem por isso é menos difícil. Isso porque ele é, na maioria das vezes, a primeira grande separação entre ambos e, assim como as crianças, os adultos também passarão a construir um relacionamento afetivo com um novo grupo social: a escola. Tudo isso é novo também para papais e mamães e por isso seus sentimentos também precisam ser acolhidos, valorizados, compreendidos e cuidados… é importante que eles se sintam tranquilos e seguros acerca de onde estão deixando os pequenos.

Mas é natural e até esperado que o novo nos traga expectativas e, junto a elas, alguns medos… E, claro, com esse momento não é diferente, porque cada momento da criança é também um momento nosso! Mas… Vamos pensar juntos? Eu acredito que foi dedicado um tempo para, com cuidado, escolher, dentro do que era possível, a melhor escola para a criança… Não é? Certamente os profissionais que elavai encontrar lá estão devidamente preparados para recebê-la, acolhe-la e oferecer a ela um tempo divertido, gostoso e rico de muitas experiências importantes para o seu desenvolvimento e crescimento pessoal.

CRESCER… Apesar de muitas vezes querermos apressar o próximo passo dos filhos, quando ele acontece, a gente entra em contato com o fato do quanto as crianças crescem rápido e… Eu sei, não é fácil dar-se conta disso! Ele já não é mais bebê, já deu os primeiros passos, desmamou, … E agora JÁ está na escolinha! Como pode ser prazeroso e ao mesmo tempo difícil ver os filhos crescerem na velocidade da luz e, aos poucos, irem adquirindo sua independência… Como pode ser custoso perceber que ele não precisa mais dos pais 24h por dia. Mas como é importante dar espaço para que eles cresçam! Como é importante cuidar para que eles tenham autonomia, segurança, autoconfiança!

Um exercício diário e essencial é podermos sempre olhar para dentro, olhar para nós mesmos, perceber nossos sentimentos diante dessas novas etapas e oferecer a eles cuidado! Às vezes (muitas delas!) as dificuldades são nossas e acabamos passando isso para as crianças. Se os pais, por exemplo, encaram o choro ou o pedido de ficar “grudado” como um sofrimento por estar na escola, a situação pode tornar-se mais difícil, pode adquirir um “tom” pesado. Por outro lado, se entendem que aqueles comportamentos fazem parte, porque é uma situação nova para a criança (e como tudo o que eh novo, vem com um misto de sentimentos) e que é essa a forma de as crianças se expressarem, certamente o momento poderá ser menos desconfortável para ambos.

Da mesma maneira que as crianças, os pais também são pessoas únicas e cada um tem sua forma de lidar com o momento em questão. Alguns podem encontrar mais dificuldades em deixar o filho sozinho, longe de seus olhos e cuidados diretos, outros podem se sentir mais tranquilos ou menos desconfortáveis com a situação. Isso não faz deles menos pai ou mais pai. Isso não faz delas mães piores ou mães melhores. Isso fala de singularidade, de individualidade, porque como tudo na vida, cada pessoa tem a sua forma de encarar as coisas, conforme seus recursos internos disponíveis. Portanto, não julgue os pais ao lado se para eles parece que essa etapa está sendo menos difícil!

E, para este momento, segue a nossa dica: tente, nos primeiros dias de escola, acompanhar seu filho. Fale para ele que você está indo, mas não vai ficar na sala com ele (é importante que ficar num lugar onde ele não veja, porque, caso contrário, “largar” de você [e você dele!] pode ser mais difícil). Experimente conhecer rotina dele dentro da escola; faça parceria com a instituição e com as professoras.Conhecer o que seu filho vai fazer e quem vai acompanha-lo e dar e encontrar espaço para uma boa comunicação pode te deixar mais seguro e confiante acerca desse novo lugar. E se o choro vier ou o a “colinha” ficar mais “grudenta”, olhe nos olhos dele, fale que sabe que está sendo difícil e que exatamente por isso você estará ali, caso ele precise. Acredite, a gente pode cuidar para tornar a situação mais leve…para eles e para nós mesmos!

Por fim, deixa eu te contar: a escola é um ambiente muito rico para a criança e permitir que seu filho viva esse espaço é oportunizar que ele tenha experiências mágicas, engrandecedoras. Seu filho dará conta… E você também! (E arrisco dizer, inclusive, que por muitas vezes você poderá se perceberadorando o fato de eles poderem estar na escola e você… Com tempo livre pra fazer um monte de coisa!). Conta pra gente depois!

 

Marina Férrer é Psicóloga Clínica e Integrante do @nucleocriad

 

22 jan
Como se vestir durante a gravidez.

Hello futuras mamães o post hoje é para vocês!!!

A dúvida do que vestir nesse período aumenta quando nosso corpo começa a se transformar e nossas antigas roupas não fecham mais nos peitos e na cintura (o que aconteceu comigo)!
E como é uma fase, não precisamos sair comprando inconsequentemente! Podemos analisar o que temos em nosso guarda roupa e adaptar algumas peças (claro que outras vamos ter que investir, mas podemos investir em peças que vamos usar depois).

Eu, por exemplo, estou no 8 mês e comprei pouquíssimas coisas, minhas opções estão se esgotando agora só :p Desde que descobri minha gravidez (com quase 3 meses) algumas roupas não serviam nos seios.. agora então nenhuma fecha, apenas as que possuem elástico.

As T-Shirts e Camisas são peças chaves e confortáveis para esse momento, podemos usá-las com shorts ou leggings, outras peças essenciais para nós, as leggings são confortáveis e combinam com tudo!

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Comprei alguns shorts na Riachuelo, com preço muito bom! Eles tem uma linha para mamães, encontrei algumas coisas legais, vale a pena procurar

E se quiserem investir em alguma peça sugiro que procurem por vestidos ajustados no busto, que deixam a barriguinha em evidência, são super confortáveis e femininos. Macacões mais largos na cintura, vestidos mais curtinhos evidenciando as pernas, decotes em “V” para alongar o visual, shorts jeans de preferência 1 ou 2 números a mais do qual você usa, para ficar bem confortável – no melhor estilo boyfriend!

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Usei esse vestido em um evento, ele é uma delícia no corpo, mais uma vez com aquele modelo que realça os seios e evidencia a barriga. O decote é em V, o que suaviza as listras do modelo. A Recco tem uma linha própria para gestante, conforto é sua prioridade.

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Essa foi minha primeira compra na gravidez, precisava de um vestido amarelo e não achava um modelo legal, decidi ir na Marisa dar uma vasculhada e achei essa coisa fofa que vocês podem ver na foto. Ele vai me servir durante o resto da gravidez e depois também vou poder usar. Ele custou R$ 70,00.

Sobre os calçados optem pelo conforto, sério! Eu amo salto alto, mas estou evitando pois fico muito cansada (dores nas pernas e lombar) Na última compra que fiz compre 1 salto (estava na promoção e era nude – dificilmente sairá de moda) o resto tudo rasteira e as mais confortáveis e claro modernas!
Abusem dos acessórios na hora de montar o look, um óculos legal, um colar bacana, uma bolsa descolada podem fazer toda diferença na produção final.
E aí mamães gostaram das dicas? Já compraram muitas coisas? As roupas de vocês ainda estão servindo?

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A saia lápis evidencia a barriga e nos deixam ais elegantes. Combinei com uma camiseta básica e uma gladiadora de arrancar suspiros!

Contem tudo aqui!!

Beijos,
Pamella Ferrari

www.pamellaferrari.com
assessoria@pamellaferrari.com

10 jan
A chegada do pequeno Igor.

Olá mamães!

Hoje temos uma #mamaenaturma super especial, com uma história linda e emocionante.

Sabrina escolheu receber seu pequeno Igor em casa, com um parto do jeito que ela e seu marido haviam sonhado.

Vocês podem conhecer um pouco mais da história da Sabrina e acompanhar sua vida como mãe através do seu blog jeitinhodemae

“E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”. Mateus 21.22

39 semanas e 3 dias. Aquele tinha sido um domingo lindo de céu azul e sol escaldante. Fomos para o clube de manhã. Brinquei com Elisa na piscina. Cheguei a pegar uma cozinha. Durante todo o dia nada anunciava a breve chegada do meu menino a não ser as velhas conhecidas contrações de treinamento, indolores e irregulares, que já vinha sentindo há quase um mês.

A medida que o dia ia terminando, meus pensamentos fervilhavam no fato do meu marido viajar a trabalho no outro dia bem cedo. Apesar daquilo me incomodar, a ansiedade dessa vez não era angustiante. De alguma forma eu parecia me sentir segura.

A noite pedimos pizza. Tivemos um momento gostoso em família, só os quatro. Eu, Arnaldo, Bê e Elisa. Como habito dos últimos dias, não me deitei antes de dar uma boa organizada na casa. Lavei a louça, coloquei o lixo da cozinha pra fora, organizei os brinquedos da Elisa esparramados no meio da sala… Caso entrasse em trabalho de parto facilitaria muito ter as coisas em seus devidos lugares.

Me deitei 1:10 ainda sem sono e logo comecei a sentir uma dorzinha chatinha bem fininha no baixo ventre acompanhada de vontade de fazer xixi. Na verdade, era mais um incômodo do que uma dor. Algo muito parecido com o inicio de uma cistite, me fazendo levantar para ir ao banheiro de meia em meia hora.

Cheguei a me questionar se aquilo poderia ser o início do meu trabalho de parto. Me lembro de olhar no relógio pela última vez as 3:30 quando fui pela enézima vez ao banheiro fazer apenas algumas gotinhas de xixi. Naquele momento, orei e pedi para Jesus que me desse um sinal. Não queria fazer alarde. Não queria preocupar o Arnaldo, mas também não queria correr o risco dele viajar e logo em seguida eu entrar em trabalho de parto.

Me deitei sentindo um friozinho na barriga. Organizei meus travesseiros buscando a melhor posição para acomodar meu barrigão. E fiquei ali alguns minutos me lembrando de como tinha sido quando minha bolsa rompeu na gravidez da Elisa. Revivendo mentalmente aqueles momentos, buscando qualquer semelhança com o que eu estava sentindo. meus pensamentos estavam longe, mas nao pude deixar de perceber um “ploft” muito sutil no alto da barriga do lado esquerdo, mas como não veio acompanhado imediatamente de um montão de água, não dei importância. Em questão de poucos segundos, fui me virar na cama e senti água escorrendo por minhas pernas. Cheguei a pensar que tivesse tido um escape de xixi porque logo parou, mas em meu coração senti que era hora de chamar o Arnaldo.

Ainda na dúvida o acordei dizendo que achava que era minha bolsa. Me levantei. Analisamos juntos o líquido no lençol e constatamos: Sim! Era a bolsa!

Algo dentro de mim vibrava. Não só por ter chegado a hora, mas por sentir o cuidado de Deus com minha vida! Eu mal podia acreditar. Sim! Era a bolsa e meu marido estava ali do meu lado! Eu estava incrédula e muito, muito feliz.

Como nos preparamos durante toda a gestação para um parto domiciliar, liguei para as médicas e para a Doula. Também liguei para a equipe de filmagem. Eu queria muito ter o registro desse momento único. Dra Silvia disse que chegaria em no máximo uma hora. Kelly minha Doula, estava de plantão do Hospital Municipal, mas como ela mesma diz “em se tratando de Sabrina” ela tratou de correr! Mandei mensagem para a Dra Luanda, e por SMS fui dando as coordenadas de como me sentia. Ela também já estava a caminho.

Me sentei com Arnaldo na cama e fizemos uma oração pedindo toda proteção de Deus para aquele momento da chegada do Igor. E mais uma vez eu pedi “que seja o Senhor a fazer o meu parto”… Esse era um pedido constante em minhas orações. Depois entrei para o banho enquanto o Arnaldo trocava a roupa de cama e deixava mais a mão as toalhas, lençóis descartáveis, roupão e outras coisas que eu pudesse precisar.

Sai rapidamente do banho. Nessa altura minha dor vinha aumentando aos poucos, e acredito que em intervalos de 3 minutos no máximo. Comentei com o Arnaldo que achava que não daria tempo do pessoal chegar pelos curtos intervalos entre uma dor e outra. Ele em resposta, sorriu e disse que não tinha problema, que faríamos o parto nós dois. Estava inquieta. Arnaldo carinhosamente me pedia para ficar mais quieta, mas eu estava eufórica! Não conseguia ficar parada. Liguei o som na sala, pedi que ele acendesse as velas no banheiro e decidi voltar para o chuveiro e ficar sentadinha na bola de pilates enquanto a equipe não chegava.

Arnaldo ali do meu lado me transmitia toda a segurança que eu precisava. Ele ficou na porta do boxe ao meu lado me dando a mão enquanto eu soltava meu quadril em movimentos circulares sentada na bola. A medida que a dor aumentava eu apertava sua mão e ele me olhava com olhar de total cumplicidade. Por uma ou duas vezes, puxei seu cabelo sem ter a noção do que estava fazendo (perdão meu amor!)… A água quente caindo na minha lombar aliviava as dores que agora já vinham em intervalos mínimos (penso eu que de 1 em 1 minuto) e duravam mais tempo.

Nesse meio tempo Dra Silvia liga avisando que ja havia chegado no prédio e que iria subir com todo o aparato. Pedi para o Arnaldo não sair de perto de mim. Eu sabia que estava na hora.

Logo em seguida, ainda na bola em baixo do chuveiro, senti uma dor mais intensa, um puxo e a vontade de fazer força. Olhei para o chão e vi algumas gotas de sangue. Fiquei de pé e senti perfeitamente meu quadril abrindo, a cabecinha do Igor descendo e coroando. Tentei tirar o shortinho que eu estava usando, mas só deu tempo de tirar una perna.

“Ele esta aqui!” Falei para o Arnaldo. “Sim! Ele está aqui.” Ele disse.

Me abaixei, ficando com um joelho no chão e a outra perna dobrada. Com uma das mão segurei firmemente nas costas do Arnaldo e com a outra acariciava a cabecinha do meu bebê que nascia.

Tinha medo dele cair no chão. Pedi para o Arnaldo segurá-lo e juntos ficamos apoiando sua cabecinha com as mãos esperando seu corpinho sair por inteiro.

Lembro de ver minha perna que estava dobrada tremendo. Arnaldo me lembrou de respirar devagar. Neste momento não existia mais dor e eu só pensava que queria que fosse prazerozo. Respirei lentamente e curti aqueles poucos segundos.

“Vem meu filho, vem” falei baixinho enquanto ele ia saindo lentamente.

Não fiz mais nenhuma força. Igor por sua vez, fez sua parte com louvor. Senti seus movimentos e em pouquíssimo tempo ele deslizou de dentro de mim. Uma sensação incrível, gostosa, mágica!

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Foi pelas mãos do papai que ele veio para o meu colo. Como tantas vezes eu sonhei que fosse enquanto estava grávida. Coloquei ele em meu peito e o abracei. Mal podia acreditar. Igor tinha a pele vigorosamente coberta de vernix e um cheirinho delicioso de recém nascido. Fiquei ali abracada a ele acariciando suas costinhas com uma sútil massagem em seus pulmões. Ele emitia sonzinhos leves como um pequeno gatinho a miar.

O olhar do Arnaldo e meu sorriso escancarado só dizia uma coisa: nós conseguimos! Tanta coisa vivida em tão pouco tempo. Tudo não durou mais do que cinco minutos desde a hora que a Dra Silvia havia ligado. Meu coração transbordava de alegria, amor, gratidão. Um misto de sentimentos que me entorpeciam.

De repente olho para o lado e a Dra Silvia vem entrando pela porta com a banqueta de parto nas mãos! Rimos todos. Não precisava mais!

Todos chegaram praticamente juntos. Kelly, Lara e João, Dra Luanda… Aproximadamente 40 minutos após eu ter ligado. Olhares felizes e incrédulos!

Fui para cama com auxílio do Arnaldo e da Kelly. Minha cria no colo enrolado num cueirinho. Eu, bicho mãe, cheirando meu pequeno, contemplando seu corpinho pequenino agarrado ao meu. Calminho. Gordinho. Sujinho ainda, mas incrivelmente cheiroso. Aliás, cheiro de recém nascido é uma coisa que deveria dar pra guardar num pontinho de lembrança. Não existe nada melhor!

Dei o peito pra meu menino que mamou vigorosamente por uma hora. Ele sabia o que fazer e fez!

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O cordão já havia parado de pulsar, Dra Silvia preparou e o Arnaldo cortou. Dra Luanda fez a primeiras avaliações de meu pequeno. Apgar 9 e 10. Tudo feito no meu colo. Sem pressa. Com amor.

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Assim que meu bichinho parou de mamar eu o vesti. Pela primeira vez era eu quem vestia a primeira roupinha num filho recém nascido. Nessa hora em que saiu do meu peito ele chorou vigorosamente.

Pouco tempo depois, Elisa acordou. Como de costume, se levantou e veio em direção ao nosso quarto. Parou no meio do corredor estranhando as pessoas em casa. Arnaldo a buscou e contou que Igor havia chegado. Ela abriu um sorrisinho carinhoso e sem dizer uma palavra se deitou ao nosso lado, beijando e acaridando a cabecinha do irmão com tanta ternura que meus olhos se enchem de lágrimas só de lembrar dessa cena. Assim ela ficou por caros minutos.

Depois nossa pequena foi acordar o Bê, que também veio para nosso quarto dar as boas vindas ao irmão, meio sem graça e tímido com a presença da equipe. Ele se sentou ao nosso lado. Nós cinco na cama….

Ali meu mundo estava completo.

Igor nasceu pesando 3.795kg, medindo 49 cm, em nosso ninho. Um parto domiciliar planejado. Cercado de amor. Nos preparamos durante toda a gestação para recebê-lo dessa forma, inclusive abordando a possibilidade de não dar tempo da equipe chegar.

Ele nasceu da forma mais linda, mais natural e respeitosa possível. Não foi por acaso que não deu tempo da equipe chegar. Foi como tinha que ser. Toda ansiedade vivida por causa das viagens do meu marido, e ele ali comigo. Apenas ele. Pude visualizar o cuidado de Deus com minha vida nos mínimos detalhes.

Mais uma vez, as coisas não saíram como eu planejei… Acho que disso eu já sabia desde que escrevi meu plano de parto! Mas, posso dizer, de todo meu coração, este parto foi um presente, para mim como mulher e mãe, para meu esposo como homem e pai e para nós como casal, cúmplices de uma vida… Eu não teria imaginado uma forma melhor…

Assista o vídeo da chegada do Igor AQUI

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2.9

09 jan
(DES!)acelerem as crianças! Conversando sobre a ansiedade infantil.

Vivemos uma época em que a “qualidade” do dia é medida pela quantidade de coisas que fazemos; um dia considerado produtivo costuma ser aquele no qual conseguimos dar conta de riscar a maior quantidade possível de afazeres da nossa listinha. Difícil é dar-se conta de que essa velocidade intensa com que estamos nos habituando a viver tem vindo, muitas vezes, acompanhada de muito sofrimento – uma ansiedade que, para muitos, passou a fazer parte da vida cotidiana; o desejo de acelerar o tempo, de saber e fazer antes, uma pre-ocupação das coisas (que gera tanta preocupação!).

Infelizmente as crianças também têm acompanhado esse ritmo corrido do dia-a-dia e todas as consequências que ele traz consigo. Elas que deveriam estar livres e leves, brincando, curtindo a infância, muitas vezes já experienciam a pressão de ter o seu dia todo atarefado – esportes, aulas de idiomas, aulas de música etc. etc. etc. -, o que, diga-se de passagem, até “rouba-lhes” o tempo para ser criança. Isso porque há uma busca incessante para que elas desenvolvam rápido o maior número de “habilidades” possível, aliada ao medo do ócio.

Nessa corrida contra o tempo dos dias de hoje, é muito (!) comum encontrarmos crianças ansiosas. Roer unhas, bruxismo, dores de cabeça e de barriga, dor de estômago, dificuldade de concentração, mudanças de comportamento (choro fácil, agressividade), alterações de sono/apetite costumam ser as manifestações de ansiedade mais comuns entre elas. Estes sintomas, quando evidenciados com certa frequência, podem estar sinalizando a dificuldade em lidar com situações estressoras, a ponto de o corpo se expressar dessa maneira. Sendo assim, aquela dor não é de todo malefício, pois ainda assim aparece como uma forma de externar aquilo que, por vezes, não se consegue verbalizar. Embora incômodos, os mecanismos citados permitem que a ansiedade gerada encontre seu “cano de escape”, comunicando para o ambiente o impasse diante de um evento.

Roer as unhas, por exemplo, pode ser uma forma de extravasar a ansiedade. Quando isso acontece, é importante que os responsáveis não se aperreiem, até para não chamar a atenção para o comportamento da criança de uma forma tão mobilizadora; nesse caso, é essencial que a criança encontre espaço para conversar sobre seus medos e dificuldades – converse, acolha, permita que elas questionem e tirem suas dúvidas. Quando ela estiver com a mão na boca, experimente inventar uma brincadeira que a distraia, algo que ela precise utilizar as mãos. E vale ficar de olho: o comportamento de roer as unhas pode ter início em decorrência da ansiedade, mas ele pode virar hábito – muitas vezes a ansiedade é cuidada e as mãozinhas continuam indo à boca.
Deve-se ficar atento ao que a criança (bem como seu corpo) pode estar “informando” através do “sintoma”. Não é típico delas apresentarem com frequência dor de cabeça, dor de barriga, vômitos e todos os outros sintomas mencionados acima. Qualquer comportamento da criança, venha ele sob a forma de um sintoma físico ou de birra/manha tem um motivo e precisa ser considerado, pois ele é, na maioria das vezes, a forma como é possível para ela expressar aquilo que não consegue verbalizar ou explicar. Logo, é preciso cuidado para não acionar o botão “ele (a) está fazendo para chamar atenção”, pois nem sempre as crianças vão ter condições de elaborar o porquê de estar sentindo isso ou aquilo. Na presença de qualquer um desses sinais, é essencial olhar para a rotina e experiência delas e tentar compreender como está sendo isso para cada uma.

Crianças muito ansiosas geralmente têm uma tentativa de controle das situações; elas querem que as coisas aconteçam no tempo que desejam e da maneira como desejam. Para lidarem com isso de uma forma acolhedora, os adultos precisam, antes de qualquer coisa, perceber se não estão sendo um exemplo de ansiedade para os pequenos. Muitas vezes, os responsáveis vivem corridos e preocupados demais e acabam favorecendo que os filhos reproduzam esse comportamento. Isso precisa ser cuidado, até para que seja possível conversar com as crianças apresentando o mundo de outro lugar. É necessário também muita paciência e bastante diálogo. É possível, por exemplo, sentar junto à criança e “resgatar o passado”, no sentido de trazer fatos anteriores para ajuda-la a dar-se conta de que as coisas acontecem no seu tempo.
Quando a ansiedade é especialmente com relação aos eventos, uma forma de ajuda-las é fazendo, junto a elas, um calendário – o que pode favorecer a organização emocional e a compreensão de que o tempo tem a sua ocorrência. Além disso, é sempre importante tentar trazer a criança para o momento presente. Proponha uma brincadeira (e brinque junto!), uma atividade, assistam algo – assim, ela vai compreendendo que não precisa viver o tempo todo aquilo que ainda vai acontecer e que tem várias outras coisas que ela pode aproveitar antes de chegar “o grande dia”.

Mas o mais importante de tudo: desacelere e ajude o seu filho a desacelerar também. A criança não tem que ter todo o seu dia recheado de “atividades extras”; ela precisa BRINCAR, o que é essencial para o seu desenvolvimento. A criança bem sucedida não é aquela que faz tudo antes do tempo; criança bem sucedida é criança saudável, feliz e favorecer o brincar é a melhor forma de proporcionar isso ao seu filho!

Marina Férrer CRP 17/1960 – Psicóloga Clínica

Thaís Azevedo CRP 17/1948 – Psicóloga Clínica

CONTATO: nucleocriad@gmail.com

03 dez
Mamadeira e chupeta: 4 passos para seu filho largar os bicos de vez!

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Tirar o hábito da chupeta e da mamadeira do seu filho – que foi um dia algo tão útil e acalentador – pode ser encarado como uma batalha sofrida para você e para ele. Mas não precisa ser assim. Confira….

De modo geral, é costume tirar a chupeta e a mamadeira a partir de 1 ano e meio e até os 3 anos . Fazer isso pode representar uma perda para a criança – mas ela tende a sofrer menos do que os pais, que ficam morrendo de pena do filho. Não precisa ser assim. É possível vencer essa batalha em quatro passos – e poucas lágrimas de ambos os lados!

1. Assuma, seu bebê cresceu

Essas pequenas transições soam aos pais como uma perda. Sinais de que seu filho vai se entregando ao mundo, ou seja, que vai tornando “menos seu”. Racionalmente pode não fazer sentido, mas, emocionalmente, aceitar o crescimento da criança é a primeira batalha a se vencer. “Retirar esses hábitos não devem ser encarados como perda, pois não tem nada de prejuízo, é sim, um benefício à criança. Na verdade, a vida toda vai ser assim, com os pais mostrando ao filho o que ele ganha ao crescer”, E nada de ficar com pena! “Por que na hora de trocar a fralda pela cueca/calcinha é bacana e trocar a mamadeira pelo copinho não? É o mesmo tipo de desenvolvimento”.

2. Vá aos poucos, mudanças acontecem gradativamente

Tanto a chupeta quanto a mamadeira devem ser tiradas aos poucos. “Não seria muito bom, por exemplo, ser junto com o fim das fraldas, entrada na escola ou a chegada de um irmão. No caso da chupeta, o ideal é que, de início, seu uso se limite aos horários de dormir (inclusive as sonecas, sempre tentando retirar da boca da criança assim que o sono estiver mais pesado) ou quando a criança estiver diante de um grande estresse. Ou seja, sem essa de chupeta pendurada na roupa, na hora de brincar ou na cadeirinha do carro. Depois, é limitar para o sono da noite, até que venha o combinado de jogá-la fora.
Com a mamadeira, a primeira atitude é acabar com a mamada da madrugada – que, na verdade, nunca deveria ter existido.  A segunda é introduzir o copo de transição para água e suco.

Depois, usá-lo para dar o leite do lanche da tarde, se ele existir. Então, a mamadeira que sai é a da manhã, introduzindo a criança ao hábito completo do café da manhã (se for com os pais, melhor ainda!). Por último, a da noite.

3. Programe-se. É você quem vai controlar o tempo

Quanto tempo vai demorar até seu filho esquecer os bicos? Difícil prever, mas não passar de um mês seria um ótimo limite. Também é importante não “sequestrá-los”, ou seja, tirá-los quando a criança não estiver olhando, pois ela deve participar do processo. “Os pais têm de dizer que estão indo guardar a chupeta ou deixar a criança guardá-la – e sempre em um local que ela tenha acesso. Também é importante que a mudança tenha uma meta na reta final, algo que motive seu filho a se esforçar. Pode até ser um combinado relacionado a alguma data importante ou acontecimento, como adiantar um presente que a criança esteja esperando.

4. Resista, ele vai pedir

Seu filho pode realmente aceitar o fim da era das chupetas e mamadeiras com extrema boa vontade, demonstrar que compreendeu a passagem e parecer feliz. Mas, na hora do aperto… sim, ele pode regredir e pedir. É aí que os pais mais têm que se mostrar firmes. Não ceda. Se tirou a mamadeira da água, por exemplo, não volte atrás. Continue com a firmeza a cada etapa da mudança. Seu filho já não está usando bicos? Para essa fase final, “Tire todas as mamadeiras e chupetas da casa, para não correr o risco de amolecer e ceder”.

Assim, seguindo estas dicas o sucesso será garantido!

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24 nov
7ª Edição do Cabine Fashion.

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O Cabine Fashion, evento de moda comandado por Bianca Branco, chega a sua 7° edição nos dias 24 e 25 novembro, na Casa Rosada, no bairro do Rosarinho. São mais de 50 lojas que prometem descontos de até 70%.

De acordo com Bianca a proposta do Cabine vai muito mais além de uma proposta de compras. “Neste dois dias teremos uma programação intensa com palestras, desfiles e apresentações artísticas alinhados com o tema da campanha que é Pintando o Sete. Inclusive, convidamos novamente as principais blogueiras da cidade para estrelar as peças publicitárias, aparecendo em poses e situações que tem tudo a ver com verão”, detalha.

AÇÃO DO BEM – A boa ação do Cabine virá em formato especial. Bianca Branco convidou Mariana Barreto, da OBBA, para armar um chá de fraldas no evento com direito a bolo e uma decoração especial com o tema “Pantone” para arrecadar doações de pacotes de fraldas. Tudo que for arrecadado será doado para o Imip e o GAC. A entrada custará R$ 5,00 + 1 pacote de fralda, de qualquer tamanho.

DESFILES – Os fins de tarde do Cabine serão marcados por desfiles de marcas e estilistas convidados.

ESPAÇO KIDS – As mamães fashions poderão deixar seus filhotes no Espaço Kids para aproveitarem mais tranquilas o evento e as compras. Quem comandará o local é Carolina Figueirêdo da, da IUPI, loja com foco no design para crianças que faz ambientação de quartos infantis. Carol irá desenvolver atividades que explorem o lado artístico dos pequenos, disponibilizando no espaço muitas ferramentas para desenhar e pintar. Além disso, a IUPI vai oferecer um serviço de impressão no qual os desenhos feitos pelos pequenos poderão ser usados como estampas para almofadas.

CASA GOURMET – Durante o Cabine Fashion, a Casa Rosada irá armar a Casa Gourmet, um espaço para recarregar as energias nos dias de compra. O menu foi elaborado pelo jovem chef Pedro Godoy, que preparou opções rápidas como mini coxinhas, bolinhos de bacalhau, croque mounsier, wraps, ou uma refeição mais consistente como escondidinho de charque, bobó de camarão e penne ao ragu de filé, entre outras pedidas.

CASA DE VIDRO – As blogueiras que participaram da campanha da 7ª edição terão um cantinho especial no Cabine. Uma casa de vidro será montada no local para que elas possam postar em tempo real no evento e também interagir com o público presente.

BECK TO BECK – Para abrir e fechar com chave de ouro os dois do Cabine Fasgion foi escalada a banda Beck to Beck, comandada pela vocalista Beck Schroeder. A banda promete encher a Casa Rosada com muito pop/rock e soul. No repertório, sucessos como We Are Young, da banda norte americana Fun. e Mercy, da britânica Duffy. A escolha certamente vai agradar ao público presente.

SERVIÇO: 7ª edição do Cabine Fashion – 24 e 24 de novembro – Domingo e segunda-feira Local: Casa Rosada, no Rosarinho Entrada: R$ 5,00 + 1 pacote de fralda que será doado para instituições de caridade.

19 nov
Traumatismo dentário em dente de leite.

Criança não para quieta, não é verdade? E no meio desta agitação, pode ocorrer uma queda e ela bater a boca! E agora?

Sem título

Figura 1. Traumatismo dentário em dente de leite

As pancadas que envolvem os dentes são chamadas de: traumas dentários e acontecem principalmente nos meninos. O pico de incidência ocorre nas faixas etárias entre 2 e 3 anos, na dentição de leite, e nas crianças com idade entre 9 e 10 anos, na dentição permanente. O primeiro pico está relacionado com os primeiros passos da criança e a coordenação motora ainda em desenvolvimento. Por sua vez, o segundo pico está relacionado com as brincadeiras e atividades esportivas mais frequentes nessa faixa etária.

Percebe-se, de acordo com as causas, que é difícil impedir que estes acidentes aconteçam. Precisamos, portanto, saber como agir diante do trauma.

E a primeira coisa a fazer é não se desesperar e manter a calma! Passar tranquilidade para seu filho é o mais importante no momento.

Em seguida, fazer a limpeza da região e estancar a hemorragia com compressa gelada. Pode até ser com sorvete ou picolé, se quiserem! E depois, observar se machucou apenas tecidos moles (gengiva, língua, lábio, bochecha, freio) ou se acometeu dentes e estruturas de suporte.

Se for dente de leite, as mamães precisam ficar atentas que qualquer pancada nesse dente, ele quebrando ou não, pode afetar a formação do dente permanente sucessor. Principalmente nos casos de intrusão (quando o dente entra no osso) e de avulsão (quando o dente sai completamente do osso). Nos casos de luxação, o dente de leite pode apresentar mobilidade após a pancada e a criança normalmente relata incômodo ao comer, usar chupeta ou mamadeira. Mas mesmo se a criança não apresentar incômodos, podem ter ocorrido danos à estrutura que mantém o dente no lugar (subluxação ou concussão). As luxações são os traumas mais prevalentes na dentição de leite.

ESCRITO POR: Dra. Maira Odontopediatra

IG: @maira2312      E-mail: maira@spaoral.net