A tão temida mordida aconteceu!

17 mar
A tão temida mordida aconteceu!

Oi gente!

O que eu tanto temia aconteceu aqui em casa. Caio deu sua primeira mordida e adivinha quem foi o felizardo? O meu pequeno Davi.
Fiquei arrasada! Fazer Davi entender que é uma fase, que ele fez por não saber verbalizar o que estava sentido, foi e ainda é difícil.

Não vivi isso com Davi, mas vivi muito como professora. Tive uma turma que passou pela fase oral de uma maneira bem difícil, onde cada piscada era uma mordida. Trabalhamos muito essas questões com a família e com eles em sala de aula.

Aqui em casa percebi que quanto mais eu repreendia Caio mais ele mordia enfurecido. Precisei mudar a tática e hoje quando ele tenta ou morde, abraço ele, dou carinho e digo que não pode machucar o irmão e nem a mamãe.

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O que não podemos é entrar em desespero e entender que assim como todas as fases, ela também passa. Já tenho alguns ganhos com o Baby Caio e a compreensão de Davi em algumas situações. Sei que quando a oralidade dele aflorar mais, logo passará!

BULA

#Publi #FujaDoRoxo #Hirudoid

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22 nov
EXTEROGESTAÇÃO.

Você já parou pra pensar que o bebê humano é o único mamífero que não nasce pronto para viver sozinho no seu habitat natural?

Passados os 9 meses (ou, aproximadamente, as 40 semanas) de gestação no útero, o bebê nasce apenas com alguns reflexos inatos (respirar e deglutir). As outras habilidade serão aprendidas com o tempo.

A teoria da Exterogestação veio para acolher melhor esse recém-nascido nos seus três primeiros meses de vida (ou o 4º trimestre), como se a gestação durasse 12 meses. Nesse período fora do útero, seria tempo suficiente para ele se adaptar à sua nova realidade – junto à sua família.

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Embora o feto se encontre em condições adequadas para a vida fora do útero, a maturidade dos sistemas nervoso central, auditivo, digestório, imunológico e da visão só ocorrem na vida extrauterina, em decorrência de estímulos que somente acontecem no meio ambiente, principalmente no primeiro ano de vida.

Imagine que você está em um local tranquilo, quentinho, bem aconchegado… e, de repente, se encontra em outro lugar, com muitas luzes, frio. Provavelmente você vai se sentir inseguro, não é?!
Esta é a sensação do bebê ao nascer.
Ele não entende onde se encontra, está com medo. E assim que é posto no colo da mãe ele para de chorar.
Já percebeu isso?!

Pois bem, esse é o objetivo da Exterogestação, reproduzir os sons e sensações vividas pelo bebê dentro do útero – pelo menos nos três primeiros meses -, no intuito de ajudá-lo na adaptação e mantê-lo seguro.

E aqui vai duas dicas que é – na maioria das vezes – infalível:

  • Usar o sling:  O bebê chora. E muito. E nem sempre é fome. Ele só quer aconchego, sentir-se seguro. E é no colo da mãe, ou do pai, que ele encontra segurança. Nesse caso, o uso do sling é muito útil, pois descansa a coluna e os braços e dá liberdade para fazer outras coisas. Sling é vida!


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  • Som do secador: Baixe qualquer aplicativo que reproduza o som de secador (de cabelo). É um santo remédio para ajudar o bebê a se acalmar e parar de chorar.

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E, lembrem-se, colo nunca é demais! ❤️

Fonte:{http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/gravidez-nao-acaba-quando-o-bebe-nasce-conheca-a-extero-gestacao.htm}

Por Rebeka Chamyé
Psicóloga Perinatal
CRP-02/15054
Instagram: @rebekachamye
Recife/PE
rebekachamye@yahoo.com.br

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22 out
Estimulando o Bebê.

O que foi feito ontem com o Baby Caio faz parte dos atendimentos da Fisioterapeuta Jessica Brito.

Ela faz uma avaliação a partir das queixas dos pais e do que ela observa no bebê e uma avaliação do desenvolvimento motor.

Para o baby caio ela avaliou toda a movimentação corporal, concentração nos objetos, movimentação da cabeça seguindo objetos, a posição de barriga para baixo e o “puxar para sentar”.

Depois ela foi me falando e me mostrando como fazer com ele.

O que ela observou nele foi que ele acompanha bem os objetos, se movimenta bem e aceita o estímulo para rolar.

Quando está na posição de barriga para baixo ele começa a sustentar a cabeça e segue o objeto que é mostrado.

É um ótimo exercício para fortalecer o pescoço e estimular o início do arrastar, e deve ser feito com os bebês entre 0 e 3 meses.

As mães não precisam ter medo de deixar o bebê nessa posição enquanto estão acordados, é uma das melhores posições para estimular um bebê pequeno.

De barriga pra cima devemos estimular o bebê com um objeto colorido e que faça algum barulho, fazer exercícios para ele acompanhar o objeto e também deixar o objeto parado, na linha de visão do bebê e na distância do braço dele esticado para que ele tenha a intenção de pegar o brinquedo.

Aos poucos ele vai calibrando o movimento e conseguirá tocar no objeto.

Também foram avaliadas as tensões do corpinho de Caio e feito um relaxamento mais profundo dessas tensões através de pequenos movimentos na base e no eixo da coluna e também na cabecinha dele.

Liberando essas tensões ele vai ficar mais em harmonia com seu corpo e tenderá a ficar menor irritado.

O resultado foi ótimo, ele aceitou super bem e no final ficou super relaxado e dormiu. Fiquem com video.

Pra quem é de Recife fica a dica pra vocês. A Jessica vai na sua casa realizar todos os procedimentos inclusive a massagem shantala que vou liberar o vídeo também.

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03 ago
Atividades do dia a dia. Estimulando o seu filho.

Quem nunca se perguntou qual a idade que a criança deve estar fazendo o quê?

Aqui em casa também foi assim e hoje Davi com 5 anos já tivemos grandes ganhos na sua independência.

Organizar seu quarto foi nosso primeiro passo e sempre que ele brinca, separar e guardar os brinquedos após as brincadeiras já é rotina.

Tirar a roupa suja e colocar no cesto, guardar os sapatos, colocar os DVDs no local correto sempre foram atitudes do dia a dia que ele faz sem nem eu pedir.

Hoje a nova moda é tomar banho sozinho e ver a alegria dele ao realizar as ações é muito legal.

Escovar os dentes já é algo que ele faz desde pequeno, mas sempre com a supervisão da mamãe aqui após a escovada dele.

O importante é saber que a independência acontece aos poucos e o melhor momento de estimular nossos filhos é nas atividades do dia a dia.

Fiz um vídeo do pequeno tomando banho sozinho e aproveitando também o projeto da turma da escola que é sobre a água, que também é uma coisa nova que estamos trabalhando aqui em casa e que na verdade ele nos ensina bem mais e nos cobra também.

Para gravar o Video reclamou muito comigo porque não desliguei o chuveiro, assim como ele reclama se escovarmos os dentes de torneira aberta.

E por aí Mamães, quais as atividades que estimulam a independência dos pequenos de vocês?

* Não deixem de se inscrever no nosso canal, curtir nossos vídeos e deixar sua sugestão para o nosso veda de agosto (vídeo diário no canal).

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29 jul
Como identificar alterações auditivas em escolares.

A surdez, caracterizada pela perda total ou parcial da capacidade de ouvir, manifesta-se com diferentes graus, desde perdas auditivas mais leves até surdez profunda, podendo ocorrer em um ou nos dois ouvidos.

A rubéola gestacional e outras infecções pré-natais são as causas principais de surdez de grau severo ou profundo. Nos casos de deficiência auditiva leve e moderada, a otite média de repetição é a causa mais frequente na infância. Estes graus, leve e moderado, são difíceis de serem detectados, pois passam despercebidos pelos pais e professores.

O problema interfere no desempenho escolar, na capacidade de aprendizagem, no desenvolvimento da fala destas crianças e nas dificuldades de relacionamento. Não sendo capazes de ouvir com clareza, muitos perdem o interesse pela escola e se deprimem facilmente. A dificuldade em ouvir faz com que o aluno, apesar de atento ao que a professora explica, não aprenda o que está sendo ensinado à turma.

Para evitar que isso aconteça, é preciso que pais e professores fiquem atentos àquelas crianças que normalmente se distraem, apresentam dificuldade para conversar, problemas de comportamento ou sentem dores de ouvido com frequência. A sala de aula sempre foi e continua sendo um dos melhores ambientes para identificar problemas auditivos. Por isso, os professores têm um papel fundamental nesse diagnóstico. A prevenção de problemas auditivos em escolares pode ser realizada através de triagens, orientações e encaminhamentos adequados. A triagem na escola continua sendo a forma de identificar alunos com possíveis alterações auditivas. Um programa de detecção precoce de triagem auditiva em crianças na pré-escola e na alfabetização visa prevenir dificuldades na aquisição da fala e no desenvolvimento da linguagem, já que ambos estão diretamente ligados à audição.

Muitas vezes, através da triagem, detectam-se crianças com corpos estranhos dentro do ouvido. Isso é muito comum! Objetos como miçangas, grãos de arroz, peças pequenas de brinquedos, entre outros, que obstruem o canal auditivo dos alunos. O problema é resolvido com uma simples limpeza para retirar estes objetos do ouvido.

Se houver uma suspeita de alteração auditiva, o professor deve tomar algumas medidas para tentar solucionar ou diminuir o problema da criança, como:

– sentar a criança em lugar mais adequado (de preferência na frente);

– falar com o aluno de forma natural, sem gritar e sem sussurrar;

– encaminhá-lo ao otorrinolaringologista e ao fonoaudiólogo para que sejam tomadas todas as providências para um tratamento adequado;

– dar liberdade para a criança dizer quando não entendeu ou não escutou o que lhe foi dito, sem que ela se sinta envergonhada;

– integrar a criança ao grande grupo, fazendo com que os colegas compreendam os motivos pelos quais ela não fala ou não escuta normalmente.

A partir da Lei 10436, o governo Brasileiro reconhece Libras, como língua, e os surdos tem o direito que nas Instituições Educacionais as aulas sejam ministradas em Libras, pelo menos com a presença de um intérprete.

Sinais e Sintomas

É importante prestar atenção e desconfiar de algo estranho quando:

As crianças falam alto demais; fazem otites de repetição; escutam a televisão em volume aumentado; apresentam dificuldades escolares; são desatentas, distraídas, agitadas; possuem trocas ou distorções na fala; apresentam dificuldades na pronúncia das palavras, tiveram atraso no desenvolvimento de linguagem; são portadoras de síndromes e doenças degenerativas; se queixam de ouvido “tampado”, zumbido, dor de ouvido; se incomodam com o som alto; apresentam dificuldades de socialização e de problemas afetivos; aparentam preguiça ou desânimo, usam palavras inadequadas e erradas, quando comparadas às palavras usadas por outras crianças da mesma idade, se a criança atende quando é chamada, se inclina a cabeça procurando ouvir melhor, não se interessa pelas atividades ou jogos em grupos, é retraída, desconfiada ou envergonhada, solicita  que o professor repita várias vezes à mesma coisa.

Uma conversa entre professor e pais pode ajudar muito. Muitas vezes, é o professor quem alerta os pais sobre o comportamento auditivo da criança.

Medidas simples

A professora pode bater palmas próximo ao ouvido da criança, sem que ela veja; falar baixo o nome do aluno a e observar se ele atende, utilizar instrumentos sonoros em sala de aula, bater fortemente na mesa, no quadro, na porta e avaliar a reação do aluno. São medidas simples, mas que podem dar uma base para os professores sobre possíveis problemas auditivos de seus alunos.

Aline Berghetti – Fonoaudióloga e Psicopedagoga

@alineberghetti

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