15 maio
Cuidados com a piscina. Nossa experiência com Trololo

cuidados com a piscina

No carnaval de 2013 falei lá no Instagram da @turmadatiamari sobre um acidente que ocorreu com o #trololodemel na piscina da casa de praia.

Estávamos todos juntos, super felizes em um dia de sábado e feriado de carnaval.

Davi estava na piscina, junto com seus primos na parte rasa e em volta toda a família. Dentro da piscina estava eu, meu marido, alguns dos primos dele e amigos.

Davi no momento estava sem bóia e nós, até então, “de olho” na situação, quando em um descuido, coisa de segundos (digo segundos mesmo) escuto um grito:

– O menino caiu no fundo!

Todos gritaram e correram, ninguém sabia quem era, mas meu coração naquele momento quase parou.

Quando eu me viro e olho para baixo, vejo o meu filho no fundo, olhando para cima.

O que não esperava era a minha reação. Fiquei parada, assustada e sem nenhuma ação.

A prima do meu marido, que também não sabia quem havia caído, simplesmente puxou “a criança”. Quando ele saiu de dentro da piscina estava assustado, mas não chorou.

Olhou para mim e disse: – Mãe já passou!

Me abracei a ele e fiquei um bom tempo assim.

Na minha cabeça passou um filme, que infelizmente não foi dos bons. Imaginei se não estivéssemos próximo a ele o que teria acontecido?! Foi uma sensação terrível que não desejo a ninguém.

A situação foi super rápida também, questão de segundos. Sei que não foi pior, pelo fato de Davi fazer natação ( na época ele fazia). Então, ao cair ele logo fechou a boca, o que fez ele não engolir nada e ter evitado o pior.

Após a situação fiquei péssima, me senti a pior mãe do mundo, não só por ter deixado ele na piscina sem bóia, mas por não ter tido atitude de salvá-lo. Como eu deixei de salvar meu filho?!

Entrei em pânico no momento e ao ver aqueles olhos me olhando me fez paralisar. Uma cena que se eu parar e pensar parece que esta acontecendo agora.

Dormi com ele na minha cama e falando com meu marido disse a ele: – e se o pior tivesse acontecido?! Eu não me perdoaria nunca mais.

Fico imaginando as mães que já perderam seus filhos em situações assim e sei que é terrível.

Contei o ocorrido a professora dele de natação e pedi toda a sua paciência e ajuda. O #trololodemel não quis mais entrar na piscina.

Mas não desisti e disse para tentar até ele se render e aceitar novamente. Coincidiu também na alergia dele voltar e ter que se afastar e depois disso o pânico dele e o meu só aumentou.

Ele passou um tempo sem querer saber de piscina e por um lado eu me sentia aliviada, mas sabia que não poderia alimentar isso nele e nem em mim (me fazia mal).

Aos poucos fomos tentando “traze-lo” de volta as brincadeiras dentro da água e assim com calma e paciência conseguimos bons progressos.

Ano passado ele voltou as suas atividades na natação e foi a melhor coisa que eu fiz. Hoje ele tem total segurança dentro da piscina.

O que aprendi nessa situação é que realmente criança sozinha e piscina não é uma boa combinação. Então, não deixem jamais que seus filhos brinquem na piscina sem um auxílio de um adulto. Mesmo que essa criança “saiba” nadar não sabemos o que pode vir a acontecer.

Todo cuidado é pouco fica a dica e natação desde cedo heim?!

Beijos

Tia Mari.

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