26 ago
Fazendo seu soprador de bolinhas de sabão.

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Qual criança não gosta de brincar de bolinha de sabão? Então que tal você fazer junto com seu pequeno o seu próprio soprador de bolinhas ? No vídeo de hoje no #CanalDaTurma tem um passo a passo bem fácil de fazer.

Vamos lá conferir?

https://www.youtube.com/watch?v=NnkUvOl47HI

Segue a receita para fazer a bolinha de sabão também

Receita:
1/2 copo de detergente
1 litro de água
60 ml de glicerina

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16 ago
Hoje é o último dia de ofertas do Shopping Fiat, corra!

Parquinho (Foto Giovanni Costa)

É até este sábado (16), até as 19h, que as revendas Fiat do Recife – Viasul, Fiori e Italiana – sediam o Shopping Fiat, em que carros estão sendo comercializados a preço de feirão e com conforto de loja. Os descontos em alguns modelos da marca estão acima de 10%, e os pais ainda podem levar os pequenos para brincar enquanto escolhem o seu predileto. As lojas estão abastecidas com Espaço Gourmet e diversões para a criançada: cama elástica, piscina de bola e oficinas de reciclagem, entre outras atividades.

A promo é grande: o preço do Grand Siena Attractive 1.4, por exemplo, caiu de R$ 44.660 para R$ 39.990, com três anos de garantia para motor e câmbio.

O que você está esperando?

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Roleta de premios (Foto Giovanni Costa)

 

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15 ago
Sobre as despedidas.

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Pais e filhos geralmente estão muito conectados e por isso os momentos de despedidas não costumam ser confortáveis, especialmente quando falamos em crianças menores. Diante de momentos assim, costumamos ouvir mamães e papais relatando sensações de aperto no coração, tristeza, culpa e desejo do reencontro rápido. Muitos têm a oportunidade de estar junto de seus filhos em tempo integral e vivenciam esses sentimentos por um período mais curto – algumas horinhas – quando há compromissos “extras”; outros, porém, não podem fazer essa escolha e precisam separar-se (fisicamente) de seus filhos por um tempo mais longo do dia. Entretanto, em TODOS os casos, seria injusto esperar que as crianças não sintam essa ausência ou até mesmo que reajam da mesma forma todas as vezes em que isso acontecer.

Na verdade, dependendo do tempo da separação ou da forma como isso aconteceu, as reações podem ser as mais variadas. Muitas vezes, as crianças podem ser receptivas a esses pais que acabaram de chegar e recebê-los imediatamente com muita alegria; noutras, elas podem reagir da forma como menos desejávamos ou imaginávamos: protestando, não permitindo a aproximação imediata, se isolando ou até mostrando mais interesse em estar com quem cuidou dela durante aquele tempo… E é importante que isso seja respeitado e compreendido, porque é a forma que os pequenos encontram para falar de seus sentimentos, para nos contar o quão difícil foi não estar junto. Respeitar esses sentimentos e essas reações significa também respeitar o tempo da criança. Ou seja, não force esse contato imediato, caso ela ainda não mostre conforto para tal. Espere o tempo dela, até que ela consiga lhe “receber”. Enquanto isso, esteja junto, mas da forma como for confortável pros dois.

A fala é uma das aquisições mais esperadas pelos pais nos primórdios do desenvolvimento dos filhos. Vêm as primeiras palavrinhas, as frases e as “pérolas” com aquelas tiradas mais inusitadas que só as crianças sabem soltar! Até que nos damos conta de que nessas falas há uma pessoinha que pensa e sente tanto quanto você, logo, a comunicação (verbal ou não) estabelecida entre vocês não diz respeito apenas aos sons das palavras, mas também à qualidade de uma relação e, portanto, a quem sou a partir do que comunico. Falar a verdade, omitir, ou mentir, ter a iniciativa de falar ou esperar que o outro se pronuncie, dizer em alto e bom som ou baixinho para quase ninguém escutar, expressar a toda hora ou só nas últimas, tudo isso compõe padrões de comunicação que a criança apreende de seu meio, com aqueles de seu convívio. Mas o que a comunicação tem a ver com a despedida?

A transparência da comunicação familiar pode ser um ingrediente bastante favorável para que essa despedida aconteça de modo mais natural. Destacamos então a importância de não privar a criança da real razão para vocês, pais, se ausentarem. Por mais que o “volto rapidinho” possa ter a intenção de “aliviar” a ansiedade da criança ao seu retorno, se ela não condiz com a realidade, tal distorção interfere na relação de confiança entre pais e filhos. O mesmo vale para compromissos ou imprevistos que venham a acontecer fora do “roteiro”: manter essa informação em segredo pode dar a falsa ideia de que você não só descumpriu o combinado, como também não foi leal com seu filho, privando-lhe da oportunidade de agir sabendo da verdade. Como exigir que os filhos contem sempre tudo, se na sua relação com eles a recíproca não é verdadeira?

O diálogo é sempre uma ferramenta riquíssima de cuidado e é ele, mais uma vez, a nossa principal sugestão. Conversar com a criança sobre como será o seu dia e o dela é excelente para ajudá-la a organizar-se emocionalmente e a “receber” as possíveis despedidas de forma mais confortável, pois ela já tem ideia do que vai acontecer. Vocês, pais, podem, por exemplo, conversar na hora do jantar sobre como será o dia seguinte – os compromissos individuais e o que farão juntos. E na hora da despedida, podem construir juntos algum ritual, como por exemplo, mandar um beijo pela janela, eleger um gesto só de vocês ou falar algo especial para a criança. Os rituais são muito reconfortantes e também ajudam os pequenos a se familiarizarem com as situações do cotidiano. Desenvolvê-los pode ser uma forma muito legal de ajudar a criança a se sentir mais confortável diante dessas situações de separação que fazem parte do dia-a-dia.

As crianças têm um potencial enorme para o desenvolvimento e crescimento pessoal. Acreditar nesse potencial pode nos ajudar a estar um pouquinho mais confortáveis nesses momentos tão importantes e, consequentemente, a nos sentirmos mais a vontade para conversarmos sobre tudo isso de forma transparente. Quando existe transparência na relação, o vínculo é fortalecido, as crianças se sentem mais seguras e com espaço para falar de seus sentimentos. Por sua vez, quando o vínculo é bem construído, nós (e as crianças!) também aprendemos a carregar quem amamos do lado de dentro; porque nem sempre é preciso estar perto para estar junto!

Marina Férrer e Thaís Azevedo são psicólogas e integrantes do @nucleocriad

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14 ago
Shopping Fiat: descontos especiais para adultos e distração para as crianças.

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Oficina de reciclagem, piscina de bola e cama elástica são alguns dos atrativos que o Shopping Fiat disponibiliza para os pequenos que forem acompanhar os pais na compra do seu novo Fiat entre quinta (14) e sábado (16). Das 8h às 19h, o feirão, que acontece nas seis revendas da marca no Recife (Fiat, Via Sul e Italiana), oferecerá descontos acima de 10% na compra de alguns modelos. Enquanto os pais escolhem o carro ideal, os filhos poderão aprender a reciclar garrafas Pet, latas e papelão, transformando-os em peças de decoração e carrinhos.

“A nossa ideia é oferecer, além de descontos, uma experiência agradável para as crianças e os casais. O objetivo é tornar a compra do Fiat um programa prazeroso, confortável e agradável, além de financeiramente vantajoso”, explica César Mafra, gerente regional da Fiat.

Durante o feirão, as concessionárias comercializarão carros completos, como o Novo Uno Uno Vivace 1.0, cujo preço caiu de R$ 33.920 por R$ 29.990, completíssimos, a valores bem mais baixos, com airbag duplo, ABS e três anos de garantia para motor e câmbio, itens que não existiam para o modelo 2011, de maneira adicional.

Vamos fazer uma visita?

#ParceirosDaTurma #PublipostDaTurma

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31 jul
Como explicar que madrasta não é mãe! #CoisasDeMieMari

Oi gente!

O grande dia (já estava esperando por ele) chegou… Dia de explicar ao #TrololoDeMel por que Tia Mirela (@demaeparamamae) não é mãe da querida Amanda.

E quem disse que na hora queria sair algo? Até que a inspiração “chegou” e deu no que deu né?! kkkk

E foi a partir dessa pergunta do pequeno Davi (4anos) que resolvemos lançar o primeiro (de vários) vídeos que eu e a Mirela já estávamos loucas para fazer para vocês #coisasdemiemari

Assistam ao primeiro vídeo do #CoisasDeMieMari e se divirtam.

                  

https://www.youtube.com/watch?v=COEVmFxon-8

 

Não deixem de se inscrever no nosso Canal.

Beijos Tia Mari 🙂

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30 jul
Você sabia que seus bebês também podem fazer Osteopatia?

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O momento do parto é muito estressante para os bebês, pois nessa hora acontecem deslizamentos, sobreposições ou separações dos ossinhos do crânio para facilitar sua passagem.

Esse processo pode causar algumas assimetrias como achatamentos ou deformidades no crânio, o que é muito comum. Geralmente voltam ao normal em alguns dias com a respiração, o choro ou a sucção.

Porém se essas assimetrias persistirem e não forem tratadas podem gerar tensões nas membranas cranianas que envolvem o sistema nervoso, e consequentemente causam pequenas alterações nas articulações do crânio e na coluna cervical levando a problemas nas saídas nervosas da base do crânio que são responsáveis pelas funções de alimentação, digestão e respiração.

Isso tudo pode aparecer como:

– irritabilidade

– choro excessivo

– padrões de sono perturbados

– dificuldade de alimentação ( sucção)

– problemas digestivos ( cólicas, flatulência excessiva, refluxo)

– assimetria da face e crânio

– infecções recorrentes (olhos e ouvido)

Não deixe isso atrapalhe a vida do seu filho(a). Agende sua sessão e resolva esses problemas.

Dra. Lorena Suassuna IG: @drasuassuna01

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17 jul
Violência gera (muito mais que) violência.

violência doméstica

Atire a primeira pedra qual casal nunca brigou. Independente do status em que o relacionamento se encontra, em algum momento o casal diverge e ambas as partes investem em defender suas opiniões. E isso é saudável! Ajustar uma calça que está folgada, por exemplo, pede uma reforma, mexendo aqui e ali para que se possa vesti-la melhor. O mesmo vale para o relacionamento a dois: discute-se e “rediscute-se”, para (re)definir uma melhor estrutura da situação. No entanto, há uma grande diferença entre conflito e violência. Se tal distinção pode ser difícil para alguns adultos, imaginem como o é para os filhos…
 
O conflito entre o casal, quando isento dos elementos de violência, pode ser benéfico não só à relação conjugal, mas também para a criança, uma vez que esta é a experiência como seus pais lidam, de maneira saudável, com situações conflituosas. Isto é, ilustra-se à criança que diante da discórdia, é possível administrá-la sem perder o respeito e consideração pelo outro, instruindo-lhe à superação, discernimento e maturidade numa relação. É esse exemplo de “manejo de conflito” que a criança irá levar para suas relações com coleguinhas, professores, etc.
 
Por outro lado, há conflitos em que a violência é utilizada como uma forma de “resolver” o problema. A violência não se resume ao ato de machucar o outro fisicamente; ela ocorre também no âmbito verbal (xingamentos que denigrem o indivíduo, por exemplo) e psicológico (como ameaças). Da roupa fora do lugar ao atraso no horário previsto para chegar em casa:  tantas maneiras (saudáveis) para se apurar o ocorrido, mas, instantaneamente se escolhe o grito e semelhantes agressões como alternativa de defesa ou acusação.
 
É comum o automatismo dos pais, quando a criança os flagra em meio a algum episódio de violência do casal, mandá-la para o quarto ou dizer-lhe que “isso é coisa de adulto”, como forma de proteger os filhos de assimilar o ocorrido. Diante disso, os filhos podem se sentir confusos e inseguros diante do fato de terem presenciado uma atitude de desrespeito entre os pais. E pensando assim, a tendência é eles se isolarem ou procurarem segurança/confiança em ambientes outros, longe de vocês pais. As crianças devem ser poupadas dessa exposição, como também devem (por lei!) ter direito a um lar cuja convivência favoreça seu desenvolvimento e segurança, aspectos estes que ficam prejudicados quando ela presencia agressões até nas mais sutis das versões. Dessa forma, ainda que as brigas ocorram “nos bastidores”, evitando que crianças/adolescentes assistam aos capítulos de violência diária em casa, eles são sensíveis e podem captar a hostilidade do ambiente. 
 
A denúncia da violência doméstica pode configurar-se em um passo muito custoso a ser dado pela vítima, pois ao expor sua experiência, ela a legitima e cai a máscara do “está tudo bem”. Alguns artigos científicos destacam que a denúncia costuma acontecer quando os filhos também passam a ser vítimas do agressor (quando a genitora já era agredida inicialmente). Mas será mesmo necessário esperar que a situação chegue a este ponto para pedir ajuda? Enquanto seres que aprendemos pelo exemplo, é esse o exemplo a ser passado às crianças e adolescentes? Chega a ser contraditório ainda negar ao filho a ida a determinado local com o argumento de que é perigoso, quando se está sendo conivente com a vulnerabilidade na própria casa.
 
Quando ocorre violência em seu lar, a criança sente-se desprotegida e, não raro, com sentimentos ambivalentes sobre o agressor e a vítima, de modo que a relação entre pais e filhos dificilmente será genuína diante do medo e insegurança instaurados. Estudos apontam que crianças e adolescentes submetidos à violência doméstica (sendo agredidos ou não) apresentam comprometimento em diversas instâncias de seu desenvolvimento (social, emocional, cognitivo), refletindo-se em comportamento agressivo, depressão, isolamento, baixa autoestima, ansiedade, dificuldades na aprendizagem, isto é, interferências em sua saúde psíquica.
 
Todavia, a expressão de todos esses sentimentos e sintomas (por parte dos filhos) nem sempre encontra alguém para ouvi-lo, principalmente no tocante à ambivalência dos sentimentos: por exemplo, uma mãe pode não se sentir em condições de suportar que o filho diga que, embora esteja com raiva, sente saudades do pai. Numa situação dessas, é possível que a mãe opte por instituir o silêncio como forma de digerir sua dor, no lugar de vítima de agressão do marido.  Porém, ainda que seja uma dificuldade da mãe (acolher o que o filho queira externar), é preciso que a criança ou adolescente tenha seu espaço oportunizado, dispondo opções para lidar com seus sentimentos também. Tornar o filho “aliado” de alguma das partes é responsabilizá-lo por uma participação que não o compete; a briga é entre o casal e, portanto, cabe a este a resolução.
 
Recomendamos SEMPRE, caso aconteça episódios de violência, de qualquer natureza, dentro de casa e na presença dos filhos, que os pais possam se DESCULPAR aos filhos, reconhecendo os sentimentos que os levaram a agir de tal amaneira (tristes, bravos, que perderam o controle), e que exageraram. A violência, independente da forma que se apresente, abala a confiança dos filhos pelos pais; reconhecer seu erro demonstra, dentro desse contexto conturbado, respeito aos filhos e contribui na “reconquista” dessa confiança. Recorrer à ajuda, seja judicial ou psicológica, por exemplo, é de extrema importância para que os envolvidos possam encontrar subsídios para administrar a situação. Por vezes, diante da espera por um posicionamento judicial, a criança ou adolescente manifesta interesse em contactar o agressor, fato este que pode vir a gerar ansiedade e insegurança na vítima. Viabilizar esse canal, sob sua supervisão, é respeitar um direito e sentimento que os filhos têm e cujo vínculo (pais e filhos) é eterno. 
 
Thaís Azevedo é psicóloga clínica e escolar, integrante do @nucleocriad .
 
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02 jul
Férias para todos os gostos.

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A diversão está garantida na colônia de férias 2014 da Eccoprime Bilingual School. De 14 a 25 de julho, os participantes poderão aproveitar atividades especiais para agradar todos os gostos. Para a garotada de seis a 13 anos, o evento terá duas temáticas. Uma em clima de Copa do Mundo, com programações esportivas, gincanas, circuitos e competições, e outra voltada para o mundo da moda, com oficinas de costura, estilo e um grande desfile. As atividades não são restritivas, cada criança pode escolher livremente que mais a agrada.

A programação também contará com as presenças ilustres, de Tacão – preparador físico do Sport e do goleiro Magrão, que participará de tarde de autógrafos e de uma conversa sobre como se tornar um vencedor nos campos e na vida.

Os pequenos receberão atenção especial. Os pais poderão optar por atividades em período integral para crianças de um a dois anos, contando com acompanhamento de equipe especializada da escola. Crianças de um a cinco anos terão brincadeiras direcionadas para suas faixas etárias, além de oficinas de culinária e várias programações educativas para desenvolver a comunicação, socialização e a motricidade.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo telefone (81) 3459.3525.

 

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29 maio
VIAGEM ESPECIAL MARCA TEMPORADA DO TREM DO FORRÓ 2014.

Este ano, organização levará crianças portadoras da Síndrome de Down e do autismo para conhecer o autêntico arrasta-pé

Integração. Essa é a palavra que resume bem a parceria firmada entre a Serrambi Turismo, empresa que organiza o Trem do Forró, e a Unidade de Educação Integrada, responsável pela reabilitação de crianças portadoras da Síndrome de Down e do autismo. No próximo dia 8 de junho, cerca de 250 crianças vão embarcar no Trem Especial, do Recife com destino à Estação do Forró, no Cabo de Santo Agostinho, levando na bagagem uma festa sem limitações e preconceitos.

O passeio será realizado no período da manhã, horário diferenciado em relação às viagens usuais. Durante o percurso, de 42km, a garotada será embalada pela animação característica da festa, com direito aos trios de forró-pé-de-serra e muito arrasta-pé.

A concentração acontece no Pátio da Transnordestina Logística, que fica localizado nas proximidades do Forte das Cinco Pontas. Antes do embarque, pais e crianças terão à disposição toda uma estrutura montada especialmente para já irem entrando no clima, com animadores e dançarinos, quadrilha, forró e feira de artesanato; resultado de uma parceria entre a organização do Trem do Forró e o Programa de Desenvolvimento do Artesanato – Prodarte.

Os passageiros mirins serão acomodados em um dos 10 vagões com decoração temática referente à Copa do Mundo e capacidade para 100 pessoas, cada um. E poderão contar ainda com mais dois vagões de apoio, com banheiros, serviço de primeiros socorros e segurança durante o trajeto.

Ao desembarcar no Cabo de Santo Agostinho, a animação continua onde as crianças serão recebidas com festa por integrantes de uma quadrilha junina. Para melhor comodidade da garotada a organização do Trem irá disponibilizar ônibus para a volta para casa no Recife.

Este ano, além do passeio especial, estão previstas sete viagens do dia 31 de maio a 22 de junho, partindo sempre do ponto de concentração, no Forte das Cinco Pontas, em direção ao Cabo onde os passageiros poderão degustar comidas típicas nas barracas, conhecer o artesanato local e conferir apresentações culturais num palco central, montado pela prefeitura da cidade.

Os interessados em embarcar nas viagens usuais podem adquirir os ingressos a partir de R$90, na sede da Serrambi Turismo, localizada nas Graças ou ainda pela Internet, no site www.tremdoforro.com.br.

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SERVIÇO 

TREM DO FORRÓ : Dias 31 de maio, 07, 08, 14, 15, 21 e 22 de junho

Ingressos entre R$ 80 e R$ 100

Vendas no site www.tremdoforro.com.br ou na Serrambi Turismo

Endereço: Rua da Amizade, 38 – Graças Informações: (81) 3423.5000

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27 maio
Cuidando do dodói do seu filho.

E quem nunca tomou um “baita” de um susto ao escutar um choro (grito) do seu filho? A primeira coisa que fazemos é correr ao seu encontro e ver o ocorrido, certo?

Assim foi feito, certo dia aqui em casa quando o #TrololoDeMel me deu esse mega susto. Eu só não sabia que o susto era devido a um ENORME (#soquenao) arranhão no seu braço.

E esse arranhão me rendeu uma hora de muito choro, gritos, correria dentro de casa, remédio quase voando pela janela e no final de tudo… Um filho sorrindo de tudo que aconteceu.

No vídeo vocês poderão acompanhar um pouco do “aue” que foi aqui em casa e depois algumas dicas que eu usei com o Davi.

Nós mamães acabamos assumindo um pouco a função de enfermeiras e precisamos saber lidar com os machucados e muitas vezes com o drama que eles fazem nesses momentos quando tornam um simples arranhão em um grande corte no braço.

Como cuidar do machucado do seu filho:

 * Utilizar os produtos adequados (pergunte a médica do seu filho).
 
No meu caso, lavei bem o local com água e sabão, mesmo sendo apenas um pequeno arranhão, secamos bem e depois colocamos um spray.
 
* Curativos
 
Os curativos só são necessários nas regiões onde podem ocorrer atritos, fechar o ferimento pode tornar o local úmido, facilitando futuras infecções. Deixar o local do ferimento aberto faz com que a cicatrização ocorra mais rápida. No caso do Davi como tínhamos uma cena forte de drama o Band-Aid serviu mais como um consolo para ele e logo retiramos.  
 
* Muito carinho e paciência.
 
É fundamental a nossa paciência, imaginem vocês mais nervosas do que o filho (não pode né?) e com muita conversa e calma, eles se sentirão mais tranquilos e permitirão que você cuide do machucado.
 
Fiquem atentos!

# No caso de cortes mais profundos façam a mesma coisa, porém não coloquem medicamentos apenas pressione o local, assim como quedas de grande altura ou nos casos de lesões mais graves procure o hospital de emergência mais próximo ou procurem o médico do seu filho. Outra dica é não colocar receitas caseiras em cima de  nenhum corte ou arranhão. 

Beijos mamães de plantão.

 

 

 

 

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