19 jun
Roupinhas do Baby Caio.

Genteeeee!

Como é uma delicia arrumar as gavetas das roupinhas dos nossos filhos né? Da vontade de abrir e fechar mil vezes, na verdade já estou fazendo isso tá?

Por aqui chegou mais uma caixinha da Tia Jordana do @minhasencomendas_usa que esta cuidando de toda parte de roupas do enxoval do meu bebê.

A lista do enxoval ficou por conta das meninas do Instituto Mãe que são Baby Planner e posso dizer que foi uma ajuda e tanto. Mesmo mãe de segunda viagem me senti perdida em muitas coisas e ter uma lista em mãos foi fundamental.

Mas enfim vamos ao video né? Se apaixonem também pelo monte de coisas lindas que ele já tem. Deixo também a quantidade de itens da minha lista, mas já aviso que o importante mesmo é buscar uma lista personalizada de acordo com o seu clima e ritmo de vida #FicaaDica 🙂

Beijos e passem lá no canal da Turma no youtube e se inscrevam para receber as novidades Canal da Turma 

 

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15 jun
Meu filho é gago?? Considerações sobre Disfluência e Gagueira

 

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A Disfluência Infantil é explicada pela busca de palavras adequadas, na tentativa de elaborar sentenças e se comunicar corretamente. Nesses momentos, a criança vacila, usa um tempo mais longo para começar a falar, para no meio da frase, prolonga ou repete alguns sons, o que é visto por muitos, principalmente pelos pais, como o inicio de uma gagueira, problema em geral, temido e não aceito.

A Disfluência tem seu início por volta dos 2, 3 anos de idade, tem recuperação espontânea logo que a linguagem se desenvolve e vai e vêm, estando mais presente do que ausente,
A Gagueira Infantil surge na mesma época e possui características semelhantes às da Disfluência, tornando difícil o diagnóstico diferencial.

Atualmente, grande parte dos estudiosos acredita que algumas crianças já trazem em seu código genético a tendência para gaguejar e são estas que não tem recuperação espontânea, persistem desenvolvendo gagueira e tornando-a crônica. Essa característica genética não é necessariamente hereditária, já que apenas parte dos gagos possui ascendentes ou descendentes que gaguejam.

Ressalto que é importante os pais ou responsáveis ficarem atentos a frequência em que ocorre a disfluência, a tensão muscular exercida durante a fala e a capacidade da criança em lidar com a situação. Dependendo da forma como pais e familiares agem, algumas crianças tendem ao isolamento.

Conforme a criança vai dominando a língua materna, a ansiedade e a euforia ao falar vão sendo deixadas para trás. A organização do pensamento e da fala ocupam seus lugares e não se “atropelam” mais!

Algumas dicas para os pais/responsáveis:
– Fale devagar com a criança;
– Não termine palavras e frases para a criança;
– Preste mais atenção ao conteúdo da mensagem e não ao quanto a criança esta gaguejando;
– Mostre interesse ao que a criança esta falando;
-Mantenha-se no mesmo nível de altura que a criança, mantendo contato olho a olho enquanto ela estiver falando e/ou relatando algo;
– Não apresse a criança a falar;
– Não permita que outras pessoas (inclusive familiares) achem “engraçadinho” como a criança esta falando;
– A ansiedade do adulto será percebida pela criança. Então segure a onda e relaxe!

Fica a dica para vocês mamães e papais. O post foi feito pela nossa colunista e fonoaudióloga:

ALINE BERGHETTI
Fonoaudióloga Esp. Linguagem
Psicopedagoga
Instagram @alineberghetti
Fanpage facebook.com/mariaclarababyblogger

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04 jun
Enxoval do Baby Caio na Mega Babies.

Estamos na reta final com o enxoval do Baby Caio. E muitos dos itens foram encomendados na Mega Babies. A ajuda da Gabi foi fundamental e sua experiência com enxoval também. Fiquem com o vídeo dos mimos do meu bebê e um texto explicando tudo sobre a consultoria da Mega Babies com seus clientes.

“A Chegada de um Bebê é um momento muito especial, mas ela também é marcada por muitas inquietações. Os pais se preocupam muito com o bem-estar e com o futuro da criança. Nesse momento, o Planejamento Familiar e Financeiro é fundamental para garantir a tranquilidade emocional dos papais e do bebê.

Pensando nisso, Tia Gabi da  Mega Babies desenvolveu o serviço personalizado de Consultoria a gestante e sua família, para os clientes que fizerem o Enxoval do Bebê na Mega Babies.

O atendimento é realizado via Skype, por telefone ou pessoalmente no escritório da Mega Babies, onde a própria Gabriella faz questão de atender todos os seus clientes. Ela auxilia as Mamães com o Enxoval do Bebê esclarecendo todas as dúvidas, proporcionando principalmente as Mamães de primeira viagem, tranquilidade e segurança no que diz respeito ao planejamento do enxoval.

Quando a Mamãe descobre que está grávida, não sabe por onde começar os preparativos. É muito comum as trocas de listas de enxoval entre amigas, irmãs, primas e principalmente buscas por listas prontas na internet, sem nenhum planejamento, gerando compras “descontroladas” e gastos “abusivos”.

O objetivo da Mega Babies não é só “VENDER” , o objetivo é agregar valor às relações. É proporcionar conforto e segurança às famílias com conhecimento e planejamento.

“Somos comprometidos com a qualidade, não apenas nos produtos, mas também no atendimento e no relacionamento com os nossos clientes e fornecedores. A intenção é fazer com que todas as mamães se sintam mais do que confortáveis ao navegar e comprar em nosso site. Por isso, toda a equipe se esforça para que todos os clientes tenham uma experiência satisfatória e se tornem parte da nossa família Mega Babies”. Gabriella Oliveira – Fundadora da Mega Babies.

Entre os itens que são rigorosamente selecionados e comercializados pela Mega Babies estão Artigos de Higiene, Alimentação, Segurança, Moda, Brinquedos, Passeio, Escolar e também um espaço voltado para os cuidados com a Mamãe.

A segurança das compras de todos os clientes também está garantida, já que todo o site é blindado e protegido pelo RapidSSL, um sistema de criptografia avançado que preza pela segurança dos seus consumidores.

Tudo muito fácil, rápido e seguro.”

Gabriella Oliveira
Diretora Executiva
(11) 4171-1144

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27 maio
A babá eletrônica que eu escolhi.

Oi gente!

Como vocês sabem estou na correria com o enxoval do #BabyCaio. Um dos itens que acho super importante e bastante útil é a babá eletrônica, mas se você não fizer uma boa escolha ela pode se tornar sua inimiga.

Lembro que quando Davi nasceu pedi uma da Fisher Price e me arrependo até hoje, sabem aquela babá eletrônica que tira seu juízo fora por conta do chiado insuportável? Pois bem, multiplique por mil e imagine isso durante suas noites de sono limitado.

Agora na gravidez do Caio já havia decidido que iria investir em uma babá eletrônica boa de verdade com tudo que tinha direito. Pesquisei bem no nosso querido Google, escutei a opinião das amigas e achei essa opção a melhor.

Como vivo nesse mundo de insta, conheci a Ju @juluz_importados, que mora nos EUA e trabalha com envio de mercadorias para o Brasil. Quando ela soube do meu buxo entrou logo em contato comigo e ofereceu sua ajuda para o que eu precisasse e eu aceitei de pronto. Aliás, tratei logo de questionar sobre as melhores babas eletrônicas disponíveis hoje no mercado e recebi a sugestão da que eu já tinha em mente.

Feito a escolha, pedi para que ela corresse atrás de uma pra mim e fui atendida com todo amor e cuidado típico do trabalho dela. Minha ansiedade era tanto, que quando a caixinha chegou, o coração logo disparou e ao abrir tive a surpresa de receber também lençóis lindos para o meu bebê, além de um presente especial de aniversario para Davi #CarinhoQueNaoTemPrecoNe.

Segue abaixo a descrição da referida babá eletrônica escolhida:

Summer Baby Touch Wi-Fi, com sistema de monitoramento sem fio e visão noturna, com Bateria Recarregável.

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  • Babá Eletrônica Digital Com Acesso a Internet de Qualquer Smart Phone, Tablets, Iphones;
  • Sensor de imagem com microfone de alta sensibilidade;
  • Monitoramento da temperatura do quarto;
  • Sistema 100% Digital;
  • 200 metros de distância;
  • Sensor de Imagem e áudio;
  • Tela de 3.5″;
  • Sistema de conversa com o bebê;
  • Sistema Wifi – Conexão via Internet – Acesse a câmera de qualquer aparelho que tenha Wifi;
  • Touch Screen;
  • Visão Noturna;
  • Bateria dura em média 10 horas;
  • 110 – 220V.

São muitos itens né?

Na minha opinião, a utilidade da babá eletrônica durante o primeiro ano de vida do bebê é enorme. Garante melhores noites de sono, já que a mamãe vai estar mais “tranquila” ao ver o seu bebê do quarto dela e se precisar sair ou até mesmo com a volta ao trabalho, você pode se conectar através do celular e acompanhar tudo. Você também pode utiliza-la durante o seu banho, organização de casa e tudo que precisar fazer e continuar observando o seu bebê.

Fica a dica para vocês #GravidinhasDaTurma e não deixem de acompanhar as novidades no insta da Ju @juluz_importados e pelo facebook

Beijos e não deixem de compartilhar com as amigas 🙂

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15 maio
Cuidados com a piscina. Nossa experiência com Trololo

cuidados com a piscina

No carnaval de 2013 falei lá no Instagram da @turmadatiamari sobre um acidente que ocorreu com o #trololodemel na piscina da casa de praia.

Estávamos todos juntos, super felizes em um dia de sábado e feriado de carnaval.

Davi estava na piscina, junto com seus primos na parte rasa e em volta toda a família. Dentro da piscina estava eu, meu marido, alguns dos primos dele e amigos.

Davi no momento estava sem bóia e nós, até então, “de olho” na situação, quando em um descuido, coisa de segundos (digo segundos mesmo) escuto um grito:

– O menino caiu no fundo!

Todos gritaram e correram, ninguém sabia quem era, mas meu coração naquele momento quase parou.

Quando eu me viro e olho para baixo, vejo o meu filho no fundo, olhando para cima.

O que não esperava era a minha reação. Fiquei parada, assustada e sem nenhuma ação.

A prima do meu marido, que também não sabia quem havia caído, simplesmente puxou “a criança”. Quando ele saiu de dentro da piscina estava assustado, mas não chorou.

Olhou para mim e disse: – Mãe já passou!

Me abracei a ele e fiquei um bom tempo assim.

Na minha cabeça passou um filme, que infelizmente não foi dos bons. Imaginei se não estivéssemos próximo a ele o que teria acontecido?! Foi uma sensação terrível que não desejo a ninguém.

A situação foi super rápida também, questão de segundos. Sei que não foi pior, pelo fato de Davi fazer natação ( na época ele fazia). Então, ao cair ele logo fechou a boca, o que fez ele não engolir nada e ter evitado o pior.

Após a situação fiquei péssima, me senti a pior mãe do mundo, não só por ter deixado ele na piscina sem bóia, mas por não ter tido atitude de salvá-lo. Como eu deixei de salvar meu filho?!

Entrei em pânico no momento e ao ver aqueles olhos me olhando me fez paralisar. Uma cena que se eu parar e pensar parece que esta acontecendo agora.

Dormi com ele na minha cama e falando com meu marido disse a ele: – e se o pior tivesse acontecido?! Eu não me perdoaria nunca mais.

Fico imaginando as mães que já perderam seus filhos em situações assim e sei que é terrível.

Contei o ocorrido a professora dele de natação e pedi toda a sua paciência e ajuda. O #trololodemel não quis mais entrar na piscina.

Mas não desisti e disse para tentar até ele se render e aceitar novamente. Coincidiu também na alergia dele voltar e ter que se afastar e depois disso o pânico dele e o meu só aumentou.

Ele passou um tempo sem querer saber de piscina e por um lado eu me sentia aliviada, mas sabia que não poderia alimentar isso nele e nem em mim (me fazia mal).

Aos poucos fomos tentando “traze-lo” de volta as brincadeiras dentro da água e assim com calma e paciência conseguimos bons progressos.

Ano passado ele voltou as suas atividades na natação e foi a melhor coisa que eu fiz. Hoje ele tem total segurança dentro da piscina.

O que aprendi nessa situação é que realmente criança sozinha e piscina não é uma boa combinação. Então, não deixem jamais que seus filhos brinquem na piscina sem um auxílio de um adulto. Mesmo que essa criança “saiba” nadar não sabemos o que pode vir a acontecer.

Todo cuidado é pouco fica a dica e natação desde cedo heim?!

Beijos

Tia Mari.

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07 maio
Quer ter seu próprio negócio e mais tempo com seus filhos?

Oi gente, tudo bem?

Alguma vez você já parou pra refletir sobre a importância de ter mais tempo pra  ficar com seus filhos? Já pensou em acompanhar eles mais de perto e aproveitar os melhores momentos da infância?

Se a resposta é sim, talvez você até já tenha se feito a seguinte pergunta: Como é que eu posso criar um trabalho onde eu consiga a me realizar profissionalmente, ser bem remunerada e principalmente onde eu tenha realmente tempo de qualidade pra mim, pra meus filhos e pra minha família?

Mas vou te contar um grande segredo e tenho uma surpresa pra você!!! Eu conheço uma pessoa que pode realmente te ajudar a tirar seus sonhos da cabeça e colocá-los em ação.

A Melodia Moreno, é a primeira Coach de mães empreendedoras digitais do Brasil e ela está disponibilizando um mini curso GRATUITO onde ela vai te ensinar a criar o seu negócio on-line. Um negócio que tenha a sua cara, alinhado com seus valores, onde você use as suas potencialidades e divida com o mundo a sua melhor versão.

Um negócio onde você vai aprender a ser bem remunerada, vai trabalhar muito menos e principalmente vai ter mais tempo pro que é realmente importante na vida.

Uau, talvez isso possa soar como ‘bom demais para ser verdade’ não é?

Eu também pensei isso quando vi a Melodia Moreno falar sobre a Academia de Mães Empreendedoras pela primeira vez!

Mas já conheci de perto algumas das mães que foram transformadas em empreendedoras digitais com as dicas e treinamentos que a Melodia oferece.

Agora tenho duas notícias: A primeira é que a Melodia vai te ensinar GRATUITAMENTE nesse mini curso os 11 pilares que ela usou pra construir a sua carreira de sucesso como empreendedora digital e principalmente como você pode implementar esse mesmo método e dar um salto nos seus negócios e na sua vida.

A segunda notícia é que esse curso vai ficar disponível somente por poucos dias e ele começa HOJE. Por isso eu fiz questão que você recebesse esse email pois eu quero muito que você assista essa aula pois tenho certeza que vai te ajudar demais na sua jornada empreendedora.

Já posso te adiantar que essa será uma semana bem cheia e é bom que você prepare o coração e especialmente a mente!

Você começará a ver a vida de uma maneira totalmente diferente depois de assistir a essa série de vídeos. Se prepara que nessa primeira aula já tem muito conteúdo.

Então assista aqui a primeira aula do curso que vai mudar a sua vida 👉🏼 http://hotmart.net.br/show.html?a=M2816813M&ap=9077

Se eu fosse você eu não perderia essa oportunidade, pois ela é única.

Espero que esse vídeo seja realmente a transformador em sua vida e que ele te ajude a encontrar o que você procura há tanto tempo.

Beijos,

Tia Mari

PS.: Melodia Moreno vai responder todas as suas dúvidas pessoalmente no próprio site da Academia de Mães Empreendedoras. Essa também é uma grande oportunidade de ter suas questões respondidas.

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23 abr
A saudade de uma mãe que se foi. Histórias vividas em sala de aula.
Já me deparei com muitas situações em sala de aula e garanto uma coisa a todas vocês, não tem como não se envolver por completo com muitas das famílias que convivemos.
De tudo que já vivenciei, uma história e uma pessoa me veio na cabeça esses dias, minha querida “Ana”, pois foi uma história infelizmente triste, mas que marcou como um exemplo de vida.
Ana com 4 meses de gestação, descobriu um câncer ao sentir muitas dores na coluna. Quando descoberto, o médico disse que já estava em metástase.
Imagina a situação para uma mãe de primeira viagem descobrir uma doença tão avassaladora?
Depois de muitos acontecimentos, após o parto, o médico informou que a Ana teria apenas mais alguns dias de vida, só que a mesma, contrariando as expectativas dos médicos e sempre repetindo que ela era prova viva do milagre de Deus, viveu por muitos anos ao lado da filha e pôde acompanhar um pouco do seu crescimento.
Na escola eu sempre presenciei o largo sorriso de Ana e a sua felicidade em poder levar e buscar a filha diariamente.
Aos 3 anos, “Clarinha” foi minha aluna e pude sentir de perto a dor e a alegria daquela mãe, exemplo de fé e esperança.
Não tinha situação essa que Ana não estivesse presente, conversando, se disponibilizando, sendo mãe de verdade, daquelas mães de causar inveja em muitas outras mães com saúde e vigor, inclusive em mim.
Pois é! Eu já era mãe quando a conheci e me colocar no lugar dela sempre me fez sofrer, mas também aprender que para o amor não existe limites.
No ano em que Clarinha foi minha aluna, Ana teve muitos altos e baixos na saúde, na alto estima e até mesmo em sua relação marido e mulher. O marido tinha muito carinho e respeito por ela, mas já não a enxergava como mulher. E ela sempre confidenciava o tamanho do amor e o tamanho do medo em deixá-lo.
Lembro como se fosse hoje, em um dia de plantão pedagógico, fui conversar com Ana sobre alguns fatos que eu havia percebido em Clarinha.
Clarinha era uma menina retraída, calma e quietinha, não gostava de lanchar, só se fosse o seu velho e querido biscoito.
Clarinha também era uma menina de poucos sorrisos e ao perceber que quando trabalhávamos alimentação saudável, por exemplo, o medo dela ficar doente “da barriga” feito a mãe era imenso.
Esse medo sempre prejudicou Clarinha na hora da alimentação e assim ela seguiu durante todo o ano, sem aceitar experimentar nada do que lhe era oferecido.
Percebi também que ao se expressar (ao desenhar) Clarinha se referia a ela e algumas pessoas como se fossem carecas. Ela ao ver a realidade da mãe já sem cabelo e algumas vezes na vida com cabelo também, fazia com que clarinha já não soubesse dizer como era que ela se enxergava.
E após eu solicitar muito, a escola permitiu uma “conversa” com a mãe.
Entendo o fato da instituição não querer e muitas vezes não termos o direito de “invadir” certos assuntos deliciados, mas o que sentia era uma “saída de campo” da escola para  não ter “trabalho” ou não levar culpa de nada.
Sim, não ter trabalho, pois se temos uma situação “problema” no meio do caminho não posso simplesmente passar por cima daquilo e deixar de lado.
Sou um ser humano, sou uma pedagoga, sou filha, mulher e sou mãe.
Sabia o que aquela mãe tão especial sentia e precisava, sabia também o que minha aluna precisava e não poderia encerrar um ano sem ter uma conversa com ela sobre o que eu também enxergava na sua filha, não poderia deixar de dizer que ela precisava de uma ajuda psicológica para quando o pior chegasse ela já estivesse sendo cuidada.
Mas tudo isso não me foi permitido.
Na minha conversa com a mãe a psicóloga participou, mas muito por cima as observações citadas foram ditas.
Ana, lógico que percebeu que havia muito mais do que aquelas simples palavras e ao ter uma certa intimidade da minha parte, se abriu.
Desabou a chorar e eu, chorei junto. Infelizmente, eu que precisava ser forte não me contive com aquela situação e aquela mãe tão frágil que já sabia que seu fim estava perto, chegou a me abraçar como se fosse um bebe.
O ano foi se encerrando e Ana foi ficando mais debilitada, já não havia mais aquele sorrisão no seu rosto, sua vaidade em colocar seus lenços lindos de formas diferentes já não estava mais naquele corpo.
Encerramos o ano sem Ana aparecer mais por lá, minha preocupação era constante e minhas ligações também, pois gostava muito de conversar com ela e perguntar como ela estava, sentia que poderia ajudá-la de algumas forma.
Sempre fiz questão de dizer o quanto ela era admirável e linda, por dentro e por fora, bem como, pra mim era ótimo ver aquele sorriso quando ela agradecia por tudo.
No ano seguinte, clarinha já não era mais minha aluna, mas seus “problemas” continuavam e minhas preocupações também.
Certo dia, outra mãe me ligou, essa mãe também já havia sofrido com um câncer e seu resultado foi melhor, a cura total. Pela sua identificação com a história, as famílias ficaram bem próximas.
Ao atender a ligação eu logo perguntei: – O que houve com Ana?
E o que eu não queria ouvir veio à tona: – Ela faleceu Mari.
Ana não resistiu a sua última internação. Durante a internação conversei muito com ela e ao saber da notícia a única coisa que me veio à cabeça foi clarinha.
Acabou o ano, começou o outro e não consegui ajuda- lá como queria.
Sua mãe se foi e ela não tinha ninguém com estrutura de verdade para olhar e dizer que tudo iria ficar bem.
Seus avós maternos, já idosos e sofridos, sua tia super abalada com tudo e seu pai que muitas vezes não acreditava que isso pudesse ocorrer, não conseguiriam ter essa estrutura.
Não era um familiar meu, mas meu chão ali mesmo se abriu. Corri para tia do meu marido, psicóloga clínica, especializada em pessoas com câncer terminal para saber se teria algo que pudesse fazer.
Ela sabia de tudo, principalmente da minha angústia com o futuro de Clarinha.
Eu sabia que ela iria crescer, continuar a vida  e que era criança, mas uma perda dessas com a idade que ela tinha e a falta de “estrutura” psicológica da família diante de tudo me fez ficar mal por muitos e muitos meses.
Hoje convivo com uma saudade da Ana, que pude ter tão perto e aprender demais com ela, mas convivo também com a minha frustração por não ter sido permito agir como queria, podia e deveria, pois teria feito diferente e a decepção da instituição que ao invés de abraçar o sofrimento e levantar aquela criança, preferiu deixar as coisas acontecerem como aconteceu.
Não é só uma coroa de flores no enterro ou enviar um representante na missa de sétimo dia. Acho importante olhar para criança e enxergar nela como se fosse nossa mesmo. É respeitar as escolhas da família, a idade dela, mas também perceber que ali não era só números ou o nome que ela precisava aprender e sim ser amada, acarinhada, colocada no colo, dar força, olho no olho e dizer: – Tudo ficará bem!
Sei que pra Ana foi o melhor, imagino seu sofrimento com tudo isso e tenho certeza que no futuro poderei um dia ter uma conversa com clarinha e contar o quanto sua mãe foi forte e especial.
Meu sonho quanto pedagoga é encontrar uma escola perfeita, mas enquanto vou me frustando com tudo isso, vou seguindo na minha certeza que ser pedagoga é muito mais além de um A, E, I, O, U.
Para nós mães, fica o exemplo de força e coragem da Ana e o aprendizado que os problemas e medos precisam ser tratados o quanto antes. Mesmo que nos cause mais medos ainda ou o que nos faça sofrer um pouco.
Precisamos ser fortes para lidar com os obstáculos que surgem durante a vida e ter sabedoria para passar para quem tanto amamos a realidade de uma maneira mais delicada ou menos sofrível, esse é o nosso maior desafio.
Beijos saudosos dessa Tia Mari que tem muita história pra contar.
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11 abr
Técnica do giz de cera. Faça você mesma :)

Oi gente!

Já mostrei para vocês essa técnica do giz de cera lá no outro canal da turma , quando a professora do #TrololoDeMel fez essa lembrancinha para o dia dos pais e eu simplesmente adorei. Como fizemos a mudança no cnal deixo aqui mais uma vez para vocês fazerem e curtirem com os pequenos.

Segue o vídeo lá do #CanalDaTurma para vocês assistirem. Não deixem de se inscrever 🙂

MATERIAL NECESSÁRIO

– Giz de cera colorido

– Camiseta

– Lixa de papel grossa

*Quanto mais grossa a lixa, melhor a textura do desenho na camiseta.

Espero que tenham gostado!

Beijos Tia Mari.

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10 abr
Drenagem linfática manual na gravidez (DLM).

A drenagem linfática manual (DLM) na gravidez, geralmente, está indicada a partir da 12º semana de gestacão  (3º mês). No periodo gestacional, ocorre o aumento na produção hormonal, podendo levar, entre outras coisas, a uma tendência maior à retenção hídrica. Além disso, com o aumento da barriga, há também uma redução do retorno venoso das pernas, por causa da compressão da barriga sobre as veias que levam o sangue de volta ao coração, por isso as queixas constantes de sensação de peso nas pernas.

A drenagem Linfática deve ser realizada de forma manual, lenta e superficial, sendo o fisioterapeuta o profissional mais indicado à realização da técnica. Além de redução do edema, a drenagem tem como objetivo relaxamento e redução de estresse.

Sobre a periodicidade, o ideal é combinar com o fisioterapeuta e obstetra. De modo geral, o recomendável, é fazer até duas sessões por semana. Porém, é importante avaliação personalizada.

Como contra indicações, a DLM não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal ou trombose venosa profunda.

 

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10 abr
O ciúme do irmão que esta para chegar. Davi e Caio

Oi gente!

A pergunta que mais recebo ultimamente é sobre o ciúme do Davi com a chegada do Caio. Desde a descoberta em dezembro muitas coisas aconteceram, inclusive a aceitação da chegada do irmão.

Uma das coisas mais importantes que fizemos foi dar tempo ao tempo e respeitar o momento pelo qual o Davi estava passando ao receber a noticia.

No video de hoje no canal da turma da Tia Mari estou falando um pouco sobre tudo que aconteceu nesses últimos meses e como ele vem reagindo.

Espero que gostem e não deixem de comentar e se inscrever no canal para receber os vídeos em primeira mão.

Um Xeru 🙂

Tia Mari.

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