Células – Tronco e o caso da menina Raissa.

14 dez
Células – Tronco e o caso da menina Raissa.

Oi gente!

Ser mãe é, sem dúvida nenhuma, uma linda missão. É tanto amor dentro do peito quando temos nosso primeiro filho! A gente até acha que não conseguirá amar mais ninguém dessa forma, até chegar o segundo filho e a gente perceber o quanto o amor se multiplica! Como explicar tanto amor, não é? Bem, está certo. Amor não precisa explicar né? Basta vivê-lo!

Estava olhando as redes sociais e encontrei essa linda história, da menina Raíssa. O quanto os pais se dedicam por serem pais, e por conviverem com essa delicada situação, da epidermólise bolhosa.

A Raíssa não pode ter contato, pois sua pele muito sensível, pode formar bolhas ao tocar pessoas e objetos. Essas bolhas se transformam em feridas, que causam dores e muitos desconfortos. A luta dos pais é constante na busca de melhor qualidade de vida para a sua pequena.

Descobriram um protocolo de pesquisa nos Estados Unidos e batalham para que ela participe desse estudo, que já demonstrou melhoras em pacientes com essa doença. E os papais ficaram grávidos! E aí, como a gente sabe, o amor multiplica!

Uma esperança para toda a família! Fizeram a coleta do sangue do cordão umbilical do Igor, para, sendo compatível com a Raíssa, utilizar em transplante conforme o estudo nos EUA.

Quem quiser conferir a história está no Facebook com o perfil “para poder abraçar”, e tem site também: http://parapoderabracar.com/

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Quando descobri sobre o quão importante era ter guardado esse material, as células-tronco, fiquei curiosíssima pois não conhecia quando o Davi nasceu e não pude então guardar.

Mas do #babycaio deu tempo e estão guardadinhas na CordCell.

Me sinto segura por ter feito essa escolha e falo isso porque sei que podemos contar com estrutura, tecnologia e profissionais especialistas e que trabalham com muito amor.

E olhem meus amores nessa foto. Minhas duas coisas lindas, que enchem minha vida de amor.

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Se vocês tiverem alguma dúvida sobre o assunto procurem a CordCell, foi muito importante para a nossa decisão ter uma conversa prévia e tirar todas as nossas dúvidas.

02 jan
Armazenamento de Células – Tronco.

Durante a gestação, nos deparamos com vários assuntos.

Uns já conhecemos, como os sintomas, se são normais, o que podemos fazer para amenizar os desconfortos, e os temas mudam conforme o tempo vai passando e a barriga crescendo.

A expectativa quanto ao sexo, Menino ou Menina?

E tendo um irmãozinho, como será a reação dele? Preciso prepará-lo!

E a cabeça e as emoções vão a mil por hora. Nesse universo todo que compartilhei com vocês, ainda descobri algo que não tive o conhecimento na gestação do Davi.

Descobri sobre armazenar células-tronco do sangue do cordão umbilical e quase que aos 40 minutos do segundo tempo!

Mas deu tempo de coletar! Quero falar hoje sobre essa importante decisão, para as grávidas de plantão, para quem pensa em engravidar, para quem conhece alguém que está nesse momento e pode também compartilhar essa informação.

Descobri que esse procedimento não é tão novo (desde 1.996 é feito no Brasil), e que salva vidas! E de pensar que se não coletar, vai para o lixo, me dá até nó na garanta.

A importância de preservar as células-tronco é, numa necessidade de transplante para tratar doenças do sangue, como por exemplo, a temida leucemia e anemias, ter esse rico material disponível, sem precisar procurar por doador que seja compatível.

Aprendi que a chance de se encontrar um doador com características similares é muito pequena; que poderia ter esse material guardado por tempo indeterminado; e que é um material que pode ser usado pela família, pois as chances de compatibilidade são bem maiores se compararmos com a população em geral.

Claro que ninguém quer passar por doenças na família, mas precisamos ser realistas para tomarmos as decisões. Então optamos por guardar as células do Caio.

Escolhemos para realizar esse serviço o Centro de Terapia Celular, pois vimos a diferença entre as empresas que apenas armazenam e a CordCell, que tem toda a estrutura e equipe qualificada para dar atendimento desde a coleta do sangue ainda no hospital, até a realização do transplante pela equipe médica própria.

Também nos chamou a atenção, além de tudo isso que já acontece, que existem vários estudos promissores com essas células, para possibilidade de tratamento para outras tantas doenças, como o diabetes 1 e hipóxia neonatal.

Então é isso, entendemos que armazenar as células-tronco do Caio foi uma maneira de oferecer proteção e possibilidades para ele, e para o Davi.

Nesse link abaixo tem a apresentação da estrutura CordCell. Vale a pena assistir e entender um pouco mais sobre esse assunto.