Carência de ferro: saiba se seu filho apresenta os sinais

02 mar
Carência de ferro: saiba se seu filho apresenta os sinais

Falta do mineral pode causar anemia ferropriva, doença que atinge muitas crianças no Brasil.

IMG_8656Quando apatia, desânimo, falta de ar, dificuldade para realizar atividade física, fraqueza muscular, fadiga crônica e perda de apetite começam a marcar presença com frequência na vida dos pequenos, os pais devem ficar atentos. Juntos, esses sintomas podem sinalizar uma anemia que pode ser devida a carência de ferro. O problema é causado pela diminuição de glóbulos vermelhos no sangue, células responsáveis por levar oxigênio para todo o organismo.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o ferro é um micromineral essencial para o crescimento e desenvolvimento da criança. A deficiência de ferro pode levar, em última instância, ao desenvolvimento da anemia ferropriva, que é a carência nutricional mais prevalente no mundo. No Brasil, estima-se que entre 30% e 50% das crianças menores de 2 anos tenham anemia ferropriva.

“Inicialmente, a carência de ferro é silenciosa, porque para suprir as necessidades o organismo consome os estoques do mineral. Com isso, existe a redução da produção de sangue e a criança desenvolve uma anemia moderada por carência de ferro (ferropriva)”, explica o médico Marcelo Neubauer – CRM-SP 82623.

Uma alimentação saudável, rica em vitaminas e minerais, ajuda a prevenir não apenas a anemia, como outras diversas doenças. “Existem dois tipos de ferro que podem ser adquiridos na alimentação: o ferro tipo “heme”, que é proveniente da proteína de origem animal, especialmente carnes vermelhas, mas também de aves e peixes; e o ferro tipo “não-heme”, que é proveniente de alimentos vegetais, especialmente lentilha, soja, feijão, ervilha, nabo, brócolis, couve, espinafre, açaí, manga e abacate. De modo geral, o ferro de origem animal (heme) é melhor aproveitado no organismo”, explica o doutor Marcelo Neubauer.

Confira abaixo a ingestão diária recomendada de ferro (IDR), segundo o Ministério da Saúde, para as crianças em determinada faixa etária:

0 a 6 meses: 36mg
7 a 11 meses: 53mg
1 a 3 anos: 60mg
4 a 6 anos: 73mg
7 a 10 anos: 100mg

Referências consultadas:

1. Brasil. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 269. Regulamento técnico sobre a ingestão diária recomendada (IDR) de proteína, vitaminas e minerais, de 22 de setembro de 2005. Disponível em: http://coffito.gov.br/nsite/wp-content/uploads/2016/08/resoluo-rdc-n-269-2005-ingesto-diria-recomendada-idr-de-protenas-vitaminas-e-minerais.pdf

 

22 nov
EXTEROGESTAÇÃO.

Você já parou pra pensar que o bebê humano é o único mamífero que não nasce pronto para viver sozinho no seu habitat natural?

Passados os 9 meses (ou, aproximadamente, as 40 semanas) de gestação no útero, o bebê nasce apenas com alguns reflexos inatos (respirar e deglutir). As outras habilidade serão aprendidas com o tempo.

A teoria da Exterogestação veio para acolher melhor esse recém-nascido nos seus três primeiros meses de vida (ou o 4º trimestre), como se a gestação durasse 12 meses. Nesse período fora do útero, seria tempo suficiente para ele se adaptar à sua nova realidade – junto à sua família.

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Embora o feto se encontre em condições adequadas para a vida fora do útero, a maturidade dos sistemas nervoso central, auditivo, digestório, imunológico e da visão só ocorrem na vida extrauterina, em decorrência de estímulos que somente acontecem no meio ambiente, principalmente no primeiro ano de vida.

Imagine que você está em um local tranquilo, quentinho, bem aconchegado… e, de repente, se encontra em outro lugar, com muitas luzes, frio. Provavelmente você vai se sentir inseguro, não é?!
Esta é a sensação do bebê ao nascer.
Ele não entende onde se encontra, está com medo. E assim que é posto no colo da mãe ele para de chorar.
Já percebeu isso?!

Pois bem, esse é o objetivo da Exterogestação, reproduzir os sons e sensações vividas pelo bebê dentro do útero – pelo menos nos três primeiros meses -, no intuito de ajudá-lo na adaptação e mantê-lo seguro.

E aqui vai duas dicas que é – na maioria das vezes – infalível:

  • Usar o sling:  O bebê chora. E muito. E nem sempre é fome. Ele só quer aconchego, sentir-se seguro. E é no colo da mãe, ou do pai, que ele encontra segurança. Nesse caso, o uso do sling é muito útil, pois descansa a coluna e os braços e dá liberdade para fazer outras coisas. Sling é vida!


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  • Som do secador: Baixe qualquer aplicativo que reproduza o som de secador (de cabelo). É um santo remédio para ajudar o bebê a se acalmar e parar de chorar.

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E, lembrem-se, colo nunca é demais! ❤️

Fonte:{http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/gravidez-nao-acaba-quando-o-bebe-nasce-conheca-a-extero-gestacao.htm}

Por Rebeka Chamyé
Psicóloga Perinatal
CRP-02/15054
Instagram: @rebekachamye
Recife/PE
rebekachamye@yahoo.com.br

30 ago
Passo a passo para manter a pele do bebê livre de alergias e irritações.

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Muita gente me pergunta se eu uso repelente nos meninos. Em Davi eu nunca tinha usado até esse ano quando o surto de zika começou aqui na minha cidade.

Uma coisa que sempre fiz com o Davi foi usar o hidratante diariamente, também comecei a fazer com Caio assim que a médica liberou. O hidratante não evita que o mosquito pique, mas ajuda bastante, pois eles gostam do cheirinho da pele e do suor.

Já com o Davi sempre precisei usar também por conta da pele ressecada que ele tem o que causava muitas “erupções” típicas de crianças alérgicas. Fomos na alergologista e o hidratante foi o item indispensável que ela recomendou.

Independente da quantidade de banhos, não posso esquecer de sempre passar o hidratante, pois esse ritual mudou a vida do Davi. Não tem mais coceira, não tem pele seca e nem machucados.

Aqui em casa usamos os mesmos produtos para os dois e adoramos o cheirinho dos produtos Baby Dove.

A linha Hidratação Sensível, foi criada para oferecer um cuidado especial para bebês com pele sensível, respeitando o equilíbrio do pH natural da pele e utilizando fragrâncias desenvolvidas especificamente para a pele sensível.

As fórmulas são hipoalergênicas, contêm pH balanceado e foram testadas por oftalmologista, dermatologista e pediatra para minimizar os riscos de alergia.

Aí você me pergunta: – E o baby Caio tia mari, usa há quanto tempo?

Passo diariamente o hidratante nele desde os 3 meses e, principalmente antes de dormir. Essa é a nossa rotina do sono sempre acompanhada de uma musiquinha e uma massagem nos pés e bracinhos. #EleAdora

#ConfieNoSeuJeito #EmbaixadoraBabyDove

20 jun
Mensário do Baby Caio.

Oi gente!

E esse tempo que teima em correr? Já se foram 9 meses do Baby Caio e jaja iremos começar com os preparativos do primeiro aninho dele.

Esse mês foi tema de kit já montado que Aninha da @lojatemfesta vende e aluga.

A decoração foi feita por Nanda e Helton @nandadecora (tenho que dar os créditos pra ele também né 😜).

O bolo foi feito por Ana da @cakeaporter que vai precisar se ausentar para receber o seu mais novo amor que vai nascer esse mês.

 

 

Os brigadeiros são da @finna_brigaderia os cupcakes foram Tia Jane @janevelosodoceria e o nosso lanche @estro_buffet que tem o melhor quiche do Mundo.

 

A plaquinha oficial é da @elaboreideias e eu sou louca por todas e guardo tudinho.

Vou deixar as fotinhas pra vocês se inspirarem.

Espero que gostem.

 

 

14 mar
Diário do Projeto Família Lindoso #Parte1

Oi gente!

Muitas de vocês que me seguem pelo SnapChat sabe da minha luta com a cozinha.

Não é que eu não goste dela, mas o fato de não saber cozinhar me faz não querer muita conversa com ela.

Então eu procurei a Thais Lima, gastrônoma Fit pra me ajudar com essa missão.

Ela logo se empolgou em pegar alguém que não sabe de nada e transformá-la, mas logo me disse que eu precisava procurar uma nutri.

Ela também faz parte da Clínica Santevie, que já é parceria do blog faz um bom tempo e junto com Clarissa responsável pela clínica me lançaram o desafio de não só aprender a cozinhar e sim mudar toda a minha vida. E mudar para melhor.

Foi aí que lancei o projeto #FamiliaLindosoVidaSaudavel porque quero inserir tanto Diogo que já tem costumes bem saudáveis, como Davi e Caio que está começando a introdução alimentar dele.

As primeiras mudanças foram pequenas, tirei o chocolate, mudei o leite para integral e em pó, comecei a comer de 3/3h e fiz o mesmo com o pequeno.

Fui na consulta com a nutricionista Jerluce e com Dr Geraldo Amorim para fazer todos os exames necessários para começar Qualquer coisa

Fiz uma avaliação com Clarissa que vai cuidar da parte estética já que também fiquei com flacidez, gordura localizada e algumas estrias no corpo.

Isso tudo precisa estar alinhado com os exercícios físicos, um dos maiores desafios também já que nunca fui fã de academia e com a rotina mais agitada de uma mãe é que não conseguia.

Foi aí que entrou a academia R2 que tem um espaço Kids que me ajuda muitoooo com Davi e atividades para mim, Diogo e para eles também.

Com a academia conheci a Personal Memem (não posso contar o nome dela de verdade 😜) ela tem uma viber super pra cima, um corpo de inspirar qualquer pessoa principalmente com a idade dela.

Estou treinando 4 vezes na semana e vou começar a aprender a nadar (sim, eu não sei nadar) fora isso vou fazer algumas aulas de dança e Power Ballet.

A organização é um dos passos principais para conseguir tudo certinho. O apoio de Diogo também é fundamental já que ele também fica com Caio nesses momentos, então fazemos o revezamento de filhos 😂

Tenho alguns objetivos que vou contando pra vocês no meu #DiarioDoProjeto que vou colocar aqui no blog todas as segundas e fora isso vocês podem acompanhar pela nossa hastag #FamiliaLindosoVidaSaudavel

Espero poder empolgar muitas mamães também, mas não esqueçam que vocês precisam procurar uma equipe médica para antes de tudo fazer um bom checkup.

Quem for de recife pode também procurar a Santevie e perguntar sobre o desconto das seguidoras da turmadatiamari.

Beijos e até o próximo.

Equipe de apoio:

@santevieclinica
@dr.geraldoamorim
@jerluce_ferraz.nutri
@thaislimagastrofit
@portaaportaorganicos
@r2academia
@memem65
@farmaciaroval

25 fev
Hidratar a pele dos pequenos também é importante.

Muitas vezes a gente pensa que só a nossa pele precisa de hidratação não é verdade?

Meu pequeno Davi, por exemplo, é uma criança bem alérgica. Levei ele a pediatra alergologista ao perceber pequenas bolinhas secas pelo seu corpo que causava muita coceira e desconforto.

Ao ser examinado pela médica ela percebeu o quanto sua pele estava seca e logo me solicitou que hidratasse bem todos os dias.

Foi aí que passei a colocar esse item em sua rotina pós-banho.

Começamos então a passar diariamente o hidratante Baby Dove após os banhos e em poucos dias percebi que uma mudança tão simples fez melhorar a pele do meu filho sem precisar submete – lo a exames e medicações.

Logo procurei a médica do Baby Caio e ele também foi liberado a usar hidratante diariamente em seu corpinho.

Em Davi eu passo em todas as partes assim como no baby Caio e até no rostinhos nós podemos passar.

Lembrando que devemos sempre livrar partes sensíveis como os olhos e não colocar, no caso do bebê, nem nos pés e nem nas mãos já que eles vivem com essas partes do seu corpo na boca devido à sua fase oral.

O bom do hidratante Baby Dove é o seu cheirinho gostoso e suave deixando seu pequeno sempre cheiroso.

Por aqui a rotina do banho ficou mais gostosa e na escola o pequeno não esquece de pedir a tia do banheiro para repor o hidratante.

E por aí mamães, estão hidratando bem a pele dos pequenos?

Beijos Tia Mari 😉

 

 

02 jan
Armazenamento de Células – Tronco.

Durante a gestação, nos deparamos com vários assuntos.

Uns já conhecemos, como os sintomas, se são normais, o que podemos fazer para amenizar os desconfortos, e os temas mudam conforme o tempo vai passando e a barriga crescendo.

A expectativa quanto ao sexo, Menino ou Menina?

E tendo um irmãozinho, como será a reação dele? Preciso prepará-lo!

E a cabeça e as emoções vão a mil por hora. Nesse universo todo que compartilhei com vocês, ainda descobri algo que não tive o conhecimento na gestação do Davi.

Descobri sobre armazenar células-tronco do sangue do cordão umbilical e quase que aos 40 minutos do segundo tempo!

Mas deu tempo de coletar! Quero falar hoje sobre essa importante decisão, para as grávidas de plantão, para quem pensa em engravidar, para quem conhece alguém que está nesse momento e pode também compartilhar essa informação.

Descobri que esse procedimento não é tão novo (desde 1.996 é feito no Brasil), e que salva vidas! E de pensar que se não coletar, vai para o lixo, me dá até nó na garanta.

A importância de preservar as células-tronco é, numa necessidade de transplante para tratar doenças do sangue, como por exemplo, a temida leucemia e anemias, ter esse rico material disponível, sem precisar procurar por doador que seja compatível.

Aprendi que a chance de se encontrar um doador com características similares é muito pequena; que poderia ter esse material guardado por tempo indeterminado; e que é um material que pode ser usado pela família, pois as chances de compatibilidade são bem maiores se compararmos com a população em geral.

Claro que ninguém quer passar por doenças na família, mas precisamos ser realistas para tomarmos as decisões. Então optamos por guardar as células do Caio.

Escolhemos para realizar esse serviço o Centro de Terapia Celular, pois vimos a diferença entre as empresas que apenas armazenam e a CordCell, que tem toda a estrutura e equipe qualificada para dar atendimento desde a coleta do sangue ainda no hospital, até a realização do transplante pela equipe médica própria.

Também nos chamou a atenção, além de tudo isso que já acontece, que existem vários estudos promissores com essas células, para possibilidade de tratamento para outras tantas doenças, como o diabetes 1 e hipóxia neonatal.

Então é isso, entendemos que armazenar as células-tronco do Caio foi uma maneira de oferecer proteção e possibilidades para ele, e para o Davi.

Nesse link abaixo tem a apresentação da estrutura CordCell. Vale a pena assistir e entender um pouco mais sobre esse assunto.

21 set
Os 20 pedidos dos filhos de pais separados.

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Mãe e Pai …

1 – Nunca esqueçam: eu sou a criança de vocês dois. Agora, moro só com um de meus pais, e este me dedica mais tempo. Mas preciso também do outro.
2 – Não me perguntem se eu gosto mais de um ou do outro. Eu gosto de “igual” modo dos dois. Então, não critique o outro na minha frente, porque isso dói.
3 – Ajudem-me a manter o contato com aquele dentre vocês com quem não fico sempre. Marque o seu número de telefone para mim, ou escreva-me o seu endereço num envelope. Ajudem-me, no Natal, ou no seu aniversário, para poder preparar um presente para o outro. Das minhas fotos, façam sempre uma cópia para o outro.
4 – Conversem como adultos. Mas conversem. E não me usem como mensageiro entre vocês – ainda menos para recados que deixarão o outro triste ou furioso.
5 – Não fiquem tristes quando eu for com o outro. Aquele que eu deixo não precisa pensar que não vou mais amá-lo daqui alguns dias. Eu preferia sempre ficar com vocês dois, mas não posso dividir-me em dois pedaços – só porque a nossa família se rasgou.
6 – Nunca me privem do tempo que possuo com o outro. Uma parte do meu tempo é para mim e para a minha Mãe; outra parte de meu tempo é para mim e para o meu Pai.
7 – Não fiquem surpreendidos nem chateados quando eu estiver com o outro e não der notícias. Agora tenho duas casas, e preciso distingui-las bem, senão não sei mais onde fico.
8 – Não me passem ao outro, na porta da casa, como um pacote. Convidem o outro por um breve instante para entrarem, e conversem como vocês podem ajudar a facilitar a minha vida. Quando me vierem buscar ou levar de volta, deixem-me um breve instante com vocês dois.
9 – Vão buscar-me na casa dos avós, na escola ou na casa de amigos se vocês não puderem suportar o olhar do outro.
10 – Não briguem na minha frente. Sejam ao menos tão educados quanto vocês seriam com outras pessoas, ou tanto quanto exigem de mim.
11 – Não me contem coisas que ainda não posso entender. Conversem sobre isso com outros adultos, mas não comigo.
12 – Deixem-me levar os meus amigos na casa de cada um. Eu desejo que eles possam conhecer a minha Mãe e o meu Pai, e achá-los simpáticos.
13 – Concordem sobre o dinheiro. Não desejo que um tenha muito e o outro muito pouco. Tem de ser bom para os dois, assim poderei ficar à vontade com os dois.
14 – Não tentem “comprar-me”. De qualquer forma, não consigo comer todo o chocolate que eu gostaria.
15 – Falem-me francamente quando não cabe no orçamento. Para mim, o tempo é bem mais importante que o dinheiro. Divirto-me bem mais com um brinquedo simples e engraçado que com um novo brinquedo.
16 – Não sejam sempre “ativos” comigo. Não tem de ser sempre alguma coisa de louco ou de novo quando vocês fazem alguma coisa comigo. Para mim, o melhor é quando somos simplesmente felizes para brincar e que tenhamos um pouco de calma.
17 – Tentem deixar o máximo de coisas idênticas na minha vida, como estava antes da separação. Comecem com o meu quarto, depois com as pequenas coisas que eu fiz sozinho com meu Pai ou com minha Mãe.
18 – Sejam amáveis com os meus outros avós – mesmo que, na sua separação, eles ficarem mais do lado do seu próprio filho. Vocês também ficariam do meu lado se eu estivesse com problemas! Não quero perder ainda os meus avós.
19 – Sejam gentis com o novo parceiro que vocês encontram ou já encontraram. Preciso também me entender com essas outras pessoas. Prefiro quando vocês não têm ciúme um do outro. Seria de qualquer forma melhor para mim quando vocês dois encontrassem rapidamente alguém que vocês poderiam amar. Vocês não ficariam tão chateados um com o outro.
20 – Sejam otimistas. Releiam todos os meus pedidos. Talvez vocês conversem sobre eles. Mas não briguem. Não usem os meus pedidos para censurar o outro. Se vocês o fizerem, vocês não terão entendido como eu me sinto e o que preciso para ser feliz.

Fonte: Tribunal de Família e Menores de Cochem-Zell / Alemanha

10 ago
Será que eu errei? Desabafo de uma mãe.

Precisei refletir muito para entender que realmente “Em casa de ferreiro o espeto é de pau” já ouviram falar nesse ditado né?

Por aqui ter uma mãe pedagoga não é assim tão fácil sabiam?

Reconhecer o momento de sair de campo e deixar que outra pessoa assuma o papel que você queria ter, mas como mãe não pode, é difícil.

Precisei encarar tudo isso de um dia para o outro e essa semana ele começa com uma psicopedagoga e vou contando tudo pra vocês.

Aguardei uma reunião na escola para poder soltar o vídeo com o post, pois queria ouvir o que queriam me dizer.

Eles me aconselharam propor mais brincadeiras relacionadas ao momento e as necessidades vividas por ele na área da aprendizagem. Mesmo não concordando em estar “cobrando” isso até em nossos momentos de lazer aos finais de semana irei fazer mais do que já faço.

Davi é uma criança de horário integral. Passa todos os dias manhã e tarde na escola e ainda chegar em casa e ter que ver atividades e brincadeiras relacionadas? Acho muito frustrante e forçado para ele que só tem 5 anos.

E no integral o que ocorre que essa “lacuna” não pode ser trabalhada? Ele vai para escola só para fazer a atividade de casa?

Também argumentei sobre as atividades, muitas vezes percebi que “fizeram” por ele.

Como assim Tia Mari?

Pegam na mão dele para realizar as tarefas e isso também contribuiu para que ele se sentisse inseguro ao realizar suas atividades sozinho.

Se tem quem faça com ele, porque fazer só, não é verdade?

Por outro lado não concordo em querer “arrumar uma desculpa” para o processo pelo qual ele está passando. E querer dizer que o que ele precisa vem só de casa.

Como também não culpo só a escola.

O problema é simples e claro: Davi é um menino mais sensível, está passando por milhões de mudanças na vida dele. Minha saída da escola, a chegada de um irmão, tudo isso está causando insegurança.

Só que ele chegar no ambiente próprio para aprendizagem, pela idade já perceber que muitos colegas já estão “lá na frente” e ele ainda não, fica com medo de errar.

Muitas vezes ele sabe o que está sendo proposto na atividade, mas se nega ao se imaginar errando.

Outro item justificado foi a fala dita “infantilizada”, mas vamos lá. Davi ano passado tinha trocas de letras bem comum na idade dele.

Ele fez as sessões necessárias com a Fono indicada pela própria escola e ano passado já teve sua alta e hoje não possui a troca do “C” pelo “T” e do “G” pelo “D”.

O que me impressionou na hora do argumento foi: – Não sabem de que aluno estão falando é isso?

Como a escola não sabe que meu filho não troca mais as letras? Quem o conhece de verdade sabe que as trocas não existem mais.

Na verdade até vocês que me seguem e vê poucos vídeos já devem perceber né?

Ele é sim um dos mais novos na turma, não é do tipo de Criança dita “viradinha” aquelas crianças que não param, que não temem a nada.

Pelo contrário é todo cauteloso e permissivo. Fazem até o que querem com ele, mas até nisso tento compreender, pois é da personalidade dele é preciso respeitar.

Hoje mais que nunca estou disposta a ajuda- lo, pois sei que pra escola é melhor logo dizer que ele está assim ou assado do que bater no peito e dizer:

– Esse aluno é meu, vou fazer ele chegar lá!

Trabalhar com o fácil é bom demais, quero ver trabalhar com o difícil, superar obstáculos e fazer com que aquele subjugado como “fraco” cresça e apareça.

Eu era assim quanto professora. Desafios era comigo. Batia no peito, brigava, chorava, mas chegava lá.

Difícil achar um ex aluno ou ex mãe que não me olhe com amor, carinho e respeito.

A família tem papel fundamental na vida das crianças, sem essa base e esse apoio eles não chegam a lugar nenhum. Mas garanto que não é o caso do meu filho, que tem pais totalmente presentes em tudo.

Espero que me entendam quanto ao desabafo. Como também quero deixar claro que isso é um assunto com o meu filho e como estou de fora não posso falar se ocorre com outras crianças.

O que aconselho é que fiquem atentas ao desenvolvimento dos seus, conversem, participem e não deixem pra amanhã o que podem resolver hoje.

Estejam presente nos momentos que eles mais precisam e nunca, jamais permitam que eles se sintam impotente.

Somos sim extensão do aprendizado deles, mas a base desse aprendizado vem da escola e eles também precisam ter consciência disso.

Desculpem o chororô no vídeo, mas foi difícil falar sem me emocionar.

Beijos ☺️

03 ago
Atividades do dia a dia. Estimulando o seu filho.

Quem nunca se perguntou qual a idade que a criança deve estar fazendo o quê?

Aqui em casa também foi assim e hoje Davi com 5 anos já tivemos grandes ganhos na sua independência.

Organizar seu quarto foi nosso primeiro passo e sempre que ele brinca, separar e guardar os brinquedos após as brincadeiras já é rotina.

Tirar a roupa suja e colocar no cesto, guardar os sapatos, colocar os DVDs no local correto sempre foram atitudes do dia a dia que ele faz sem nem eu pedir.

Hoje a nova moda é tomar banho sozinho e ver a alegria dele ao realizar as ações é muito legal.

Escovar os dentes já é algo que ele faz desde pequeno, mas sempre com a supervisão da mamãe aqui após a escovada dele.

O importante é saber que a independência acontece aos poucos e o melhor momento de estimular nossos filhos é nas atividades do dia a dia.

Fiz um vídeo do pequeno tomando banho sozinho e aproveitando também o projeto da turma da escola que é sobre a água, que também é uma coisa nova que estamos trabalhando aqui em casa e que na verdade ele nos ensina bem mais e nos cobra também.

Para gravar o Video reclamou muito comigo porque não desliguei o chuveiro, assim como ele reclama se escovarmos os dentes de torneira aberta.

E por aí Mamães, quais as atividades que estimulam a independência dos pequenos de vocês?

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