Preparando o quartinho do bebê.

10 mar
Preparando o quartinho do bebê.

Um dos momentos mais esperados por uma mãe é a descoberta do sexo do bebê e assim   começar a decoração do tão sonhado quarto.

Não foi diferente com a mamãe Andréia, que procurou nossa arquiteta Mariana para juntas começarem a sonhar com o quarto do pequeno Lucas. A intenção era transformar o antigo escritório da casa no quartinho do príncipe.

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Todo o quarto foi revestido no papel de parede em arabesco azul e branco que, por ter tons mais clarinhos, não ficou nada cansativo.

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Sobre o painel que emoldura o berço e vai até a cômoda, ele é revestido em um papel de parede de palha (pena que não da pra ver nas fotos). Além disso, colocaram a iluminação em led por trás para ficar sempre com uma luz indireta no quartinho.

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Tiveram que camuflar dois elementos que já eram existentes nesse quarto. O primeiro é um acesso direto entre o antigo escritório (atual quarto de bebê) para a suíte do casal e pra isso, utilizamos o papel de parede azul. O segundo item, era uma caixa em mdf branca que serve para embutir um frigobar da suite do casal e fazia um grande volume para dentro do quartinho de bebê. Então, decidiram fazer um armário “fake” onde foi confeccionada uma caixaria com frentes simulando gavetas e assim, fizemos dele o móvel da televisão.

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Sobre a cortina, optaram por utilizar um linho branco para a cortina estilo romana. Por trás dela, colocaram uma cortina tipo rolor para blackout e ficam embutidas atrás do painel.

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Sobre o painel, esse foi feito em mdf e recebeu pintura em laca fosca, dando destaque para frisos bem fininhos distribuidos de forma irregular ao longo da peça. Ainda sobre o painel, aproveitaram as laterais e aplicaram nichos iluminados, para destacar os objetos de decoração que foram escolhidos a dedo.

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Para arrematar, fizeram um balanço em acrílico, proporcionando leveza e permeabilidade ao longo de todo o ambiente.

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Os detalhes sempre fazem a diferença.

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Olha a delicadeza do banheiro.

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Ficou lindo né? Se quiserem mais informações sobre a decoração ou conhecer um pouco mais da nossa querida arquiteta Mariana Carvalho não deixem de acompanhar o IG @marianagcl ou entrem em contato pelo: contato@marianacarvalho.arq.br

Não esqueçam de curtir e convidar as amigas mamães para se inspirarem com essa lindeza.

Beijos! 🙂

Tia Mari.

25 fev
Receitinha da turma: Salada 7 grãos adocicada.

Essa salada é super prática, fácil de fazer e deliciosa. Uma ótima opção para fazer e deixar na geladeira e comer com esse calorzão!!!

Salada 7 grãos adocicada

1 ½ xícara de arroz integral 7 grãos

½ peito de frango desfiado

1 cebola roxa bem picadinha

2 colheres (sopa) de salsinha picada

½ xícara de amêndoas (sem sal) picadas grosseiramente (cortei em 2)

10 damascos picados

Dicas de temperos (a gosto): sal, vinagre balsâmico e azeite de oliva extra virgem

Modo de Preparo:

Cozinhar o arroz em 3 xícaras de água (não precisa colocar tempero ou sal), verificar o tempo porque não queremos que fique mole, é para ficar tudo mais firminho para a salada ficar mais crocante.

Deixar esfriar.

Cozinhar o peito de frango somente em água e desfiar depois de frio.

Misturar o arroz, frango, cebola, salsinha, amêndoas e damasco em uma travessa grande e deixar na geladeira até a hora de servir e temperar a gosto!!!

Olha só que delicia!

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A #receitinhadaturma foi uma dica da nossa parceira Raquel do blog Tipsquinha

Não deixem de acompanhar!

Beijos Tia Mari 🙂

 

02 fev
Quando chega o dia da escolinha…

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A primeira vez na escola é sempre motivo de muitas expectativas para os pais e para as crianças e merece uma atenção especial. O período de adaptação é muito importante para que ambos sintam-se confortáveis e seguros diante das novas mudanças que esse momento implica. Geralmente, esse é o primeiro (grande) momento de separação entre pais e crianças e junto a ele podem vir um misto de sentimentos e reações: curiosidade, alegria, medo, insegurança, choro fácil, alterações de sono e apetite, dentre outros… e vem também uma grande oportunidade de socialização, de “construção” da autoconfiança e de muito, muito aprendizado (para os pais e para a criança!). Sendo assim, é essencial que os responsáveis possam ajudá-las a desenvolverem um sentimento de segurança.

Esse sentimento precisa ser construído tanto em casa, com a família, quanto na escola, com as pessoas que o recebem neste novo ambiente – os professores (principalmente) e coordenadores, por exemplo. É essencial que a criança esteja confiante do amor que tem na família e que os profissionais da escola estejam preparados para recebê-la com muito acolhimento, amor e compreensão, para entender que a criança pode vir a ter dificuldades e que elas fazem parte desse momento, dessa situação ainda nova, desconhecida. Para tanto, é importante que os pais também estejam seguros de onde estão deixando os seus filhos, para que possam ficar tranquilos quanto a isso. A escolha da escola é um processo que precisa ser bem trabalhado e realizado com cuidado; os pais precisam sentir-se bem lá. Feito isso, vale levar a criança para conhecer o espaço antes de começarem as aulas, para que ela possa ter um contato inicial com o ambiente e, quem sabe, até com a salinha onde vai ficar. Isso pode ajuda-la a sentir-se mais segura quando começar a frequentar a escola, visto que estará indo para um lugar que já não é totalmente desconhecido para ela. Da mesma forma, conversar com elas sobre a escola, sobre o que encontrarão e o que aprenderão lá e oferecer espaço para que perguntem e tirem suas dúvidas também pode contribuir para que cheguem mais tranquilas àquele ambiente. Por ser um momento novo também para os pais, muitos optam por levar a criança à escola e sair escondido quando ela parece distraída, o que pode causar o contrário do que se espera: tal atitude pode suscitar sentimentos de insegurança e desconforto, tanto por estarem num ambiente novo, com pessoas ainda estranhas e, portanto, ainda não familiar, quanto por se sentirem enganadas pelas pessoas em quem mais confiam. Os pais e responsáveis precisam compreender que este pode ser um momento difícil, mas é um momento importante e necessário, que caminha para algo muito bom, que é o desenvolvimento e a oportunidade de aprendizado das crianças. Algumas parecem mais tranquilas ao chegar ali, se distraem mais fácil com os brinquedos e os colegas e conseguem adaptar-se mais rápido; outras têm mais dificuldades, parecem não conseguir desgrudar dos pais, choram, chantageiam. A criança é única e essa individualidade precisa ser considerada e acolhida da forma mais carinhosa possível. O choro, por exemplo, pode vir porque a criança se depara com uma situação que é nova e é essa, muitas vezes, a forma que ela consegue expressar o que sente. Nesses momentos, é essencial que os pais mostrem que entendem que está sendo difícil para a criança e dêem o suporte – é possível, por exemplo, levar a criança na sala e assegurar que estará por perto, caso ela precise, mas deixando claro que não ficará na sala com ela. Vale ressaltar que as promessas que forem feitas precisam ser cumpridas! É importante que as crianças saibam e sintam nos primeiros momentos que se precisarem, o responsável estará lá, esperando por elas, pois inicialmente aquele ambiente ainda não se configura como uma base segura. Esse é um momento muito especial em que as crianças se deparam com várias novidades: ambiente novo, pessoas novas, regras e rotina novas e cada uma delas terá o seu tempo para elaborá-las. Por isso, paciência, acolhimento, disponibilidade e abertura para o novo, diálogo, respeito e tempo são elementos essenciais e indispensáveis a esta experiência. Papais e mamães, acreditem: seus filhos dão conta, cada um do seu jeito. Cabe a nós respeitar e entrar em sintonia com isso!   Psicóloga Marina Férrer – CRP 17/1960 Integrante do Núcleo CRIAD – psicoterapia para crianças e adolescentes. (IG: @nucleocriad)

09 jan
(DES!)acelerem as crianças! Conversando sobre a ansiedade infantil.

Vivemos uma época em que a “qualidade” do dia é medida pela quantidade de coisas que fazemos; um dia considerado produtivo costuma ser aquele no qual conseguimos dar conta de riscar a maior quantidade possível de afazeres da nossa listinha. Difícil é dar-se conta de que essa velocidade intensa com que estamos nos habituando a viver tem vindo, muitas vezes, acompanhada de muito sofrimento – uma ansiedade que, para muitos, passou a fazer parte da vida cotidiana; o desejo de acelerar o tempo, de saber e fazer antes, uma pre-ocupação das coisas (que gera tanta preocupação!).

Infelizmente as crianças também têm acompanhado esse ritmo corrido do dia-a-dia e todas as consequências que ele traz consigo. Elas que deveriam estar livres e leves, brincando, curtindo a infância, muitas vezes já experienciam a pressão de ter o seu dia todo atarefado – esportes, aulas de idiomas, aulas de música etc. etc. etc. -, o que, diga-se de passagem, até “rouba-lhes” o tempo para ser criança. Isso porque há uma busca incessante para que elas desenvolvam rápido o maior número de “habilidades” possível, aliada ao medo do ócio.

Nessa corrida contra o tempo dos dias de hoje, é muito (!) comum encontrarmos crianças ansiosas. Roer unhas, bruxismo, dores de cabeça e de barriga, dor de estômago, dificuldade de concentração, mudanças de comportamento (choro fácil, agressividade), alterações de sono/apetite costumam ser as manifestações de ansiedade mais comuns entre elas. Estes sintomas, quando evidenciados com certa frequência, podem estar sinalizando a dificuldade em lidar com situações estressoras, a ponto de o corpo se expressar dessa maneira. Sendo assim, aquela dor não é de todo malefício, pois ainda assim aparece como uma forma de externar aquilo que, por vezes, não se consegue verbalizar. Embora incômodos, os mecanismos citados permitem que a ansiedade gerada encontre seu “cano de escape”, comunicando para o ambiente o impasse diante de um evento.

Roer as unhas, por exemplo, pode ser uma forma de extravasar a ansiedade. Quando isso acontece, é importante que os responsáveis não se aperreiem, até para não chamar a atenção para o comportamento da criança de uma forma tão mobilizadora; nesse caso, é essencial que a criança encontre espaço para conversar sobre seus medos e dificuldades – converse, acolha, permita que elas questionem e tirem suas dúvidas. Quando ela estiver com a mão na boca, experimente inventar uma brincadeira que a distraia, algo que ela precise utilizar as mãos. E vale ficar de olho: o comportamento de roer as unhas pode ter início em decorrência da ansiedade, mas ele pode virar hábito – muitas vezes a ansiedade é cuidada e as mãozinhas continuam indo à boca.
Deve-se ficar atento ao que a criança (bem como seu corpo) pode estar “informando” através do “sintoma”. Não é típico delas apresentarem com frequência dor de cabeça, dor de barriga, vômitos e todos os outros sintomas mencionados acima. Qualquer comportamento da criança, venha ele sob a forma de um sintoma físico ou de birra/manha tem um motivo e precisa ser considerado, pois ele é, na maioria das vezes, a forma como é possível para ela expressar aquilo que não consegue verbalizar ou explicar. Logo, é preciso cuidado para não acionar o botão “ele (a) está fazendo para chamar atenção”, pois nem sempre as crianças vão ter condições de elaborar o porquê de estar sentindo isso ou aquilo. Na presença de qualquer um desses sinais, é essencial olhar para a rotina e experiência delas e tentar compreender como está sendo isso para cada uma.

Crianças muito ansiosas geralmente têm uma tentativa de controle das situações; elas querem que as coisas aconteçam no tempo que desejam e da maneira como desejam. Para lidarem com isso de uma forma acolhedora, os adultos precisam, antes de qualquer coisa, perceber se não estão sendo um exemplo de ansiedade para os pequenos. Muitas vezes, os responsáveis vivem corridos e preocupados demais e acabam favorecendo que os filhos reproduzam esse comportamento. Isso precisa ser cuidado, até para que seja possível conversar com as crianças apresentando o mundo de outro lugar. É necessário também muita paciência e bastante diálogo. É possível, por exemplo, sentar junto à criança e “resgatar o passado”, no sentido de trazer fatos anteriores para ajuda-la a dar-se conta de que as coisas acontecem no seu tempo.
Quando a ansiedade é especialmente com relação aos eventos, uma forma de ajuda-las é fazendo, junto a elas, um calendário – o que pode favorecer a organização emocional e a compreensão de que o tempo tem a sua ocorrência. Além disso, é sempre importante tentar trazer a criança para o momento presente. Proponha uma brincadeira (e brinque junto!), uma atividade, assistam algo – assim, ela vai compreendendo que não precisa viver o tempo todo aquilo que ainda vai acontecer e que tem várias outras coisas que ela pode aproveitar antes de chegar “o grande dia”.

Mas o mais importante de tudo: desacelere e ajude o seu filho a desacelerar também. A criança não tem que ter todo o seu dia recheado de “atividades extras”; ela precisa BRINCAR, o que é essencial para o seu desenvolvimento. A criança bem sucedida não é aquela que faz tudo antes do tempo; criança bem sucedida é criança saudável, feliz e favorecer o brincar é a melhor forma de proporcionar isso ao seu filho!

Marina Férrer CRP 17/1960 – Psicóloga Clínica

Thaís Azevedo CRP 17/1948 – Psicóloga Clínica

CONTATO: nucleocriad@gmail.com

26 dez
BRINQUEDOTECA EM CASA.

Tenho me deparado constantemente com a solicitação de clientes para projetar brinquedotecas em casa. Cheguei à conclusão que todas (ou quase todas) as mamães sonham em ter esse ambiente no sentido mais amplo! Querem, antes de qualquer coisa, um local onde ospequenos possam brincar à vontade e num passe de mágica, tudo ficar bem arrumadinho.

A Brinquedoteca é um espaço que visa estimular crianças e jovens a brincarem livremente,um espaço alegre, colorido, diferente, onde eles soltam a sua imaginação, sem medo de serem punidos.O bacana de ter uma brinquedoteca em casa é que os papais de plantão poderão acompanhar o desenvolvimento dos pequenos através de observações no dia-a-dia.

Selecionei alguns projetos legais de brinquedoteca. Desde o mais simples até o mais rebuscado para inspirar os leitores que estejam sentindo essa necessidade atualmente com os pequenos em casa!

brinquedoteca

Sala de Televisão e brinquedoteca juntos. Esta sala íntima foi adaptada para atender as necessidades do cliente! Com uma estante simples e objetos modernos e coloridos.

brinquedoteca

Nichos sempre são uma ótima solução para guardar todos os brinquedos. Neste projeto, foram utilizados cestos plásticos coloridos, deixando o móvel branquinho, bem mais divertido!

Ousem em tapetes e almofadas, tudo para deixar o ambiente mais aconchegante possível. O interessante é tentar concentrar a bagunça num só lugar!

brinquedoteca

Papéis de parede bem coloridos ajudam bastante! Outra grande dica é projetar uma grande lousa! Ali ficará delimitado o espaço para as crianças soltarem a criatividade nas paredes. Importante frisar bem para os pimpolhos que aquela é a única parede que ele poderá riscar, caso contrário, sua casa se tornará um grande quadro negro!

brinquedoteca

Lembrem que a parte de mobiliário deverá seguir um padrão de altura mais baixa que o convencional para atender as necessidades dos pequenos. Muito cuidado também com mobiliários que apresentem quina viva. Esse é para ser um ambiente livre de preocupação! Podem ousar bastante nas formas e nas grandes aberturas que possibilitem a iluminação e ventilação natural. O bacana desse tipo de projeto é a versatilidade e a possibilidade de criar um ambiente convidativo sem gastar muito dinheiro!

COLABORADORA: Mariana Carvalho –  Arquitetura     Email: contato@marianacarvalho.arq.br

03 dez
Mamadeira e chupeta: 4 passos para seu filho largar os bicos de vez!

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Tirar o hábito da chupeta e da mamadeira do seu filho – que foi um dia algo tão útil e acalentador – pode ser encarado como uma batalha sofrida para você e para ele. Mas não precisa ser assim. Confira….

De modo geral, é costume tirar a chupeta e a mamadeira a partir de 1 ano e meio e até os 3 anos . Fazer isso pode representar uma perda para a criança – mas ela tende a sofrer menos do que os pais, que ficam morrendo de pena do filho. Não precisa ser assim. É possível vencer essa batalha em quatro passos – e poucas lágrimas de ambos os lados!

1. Assuma, seu bebê cresceu

Essas pequenas transições soam aos pais como uma perda. Sinais de que seu filho vai se entregando ao mundo, ou seja, que vai tornando “menos seu”. Racionalmente pode não fazer sentido, mas, emocionalmente, aceitar o crescimento da criança é a primeira batalha a se vencer. “Retirar esses hábitos não devem ser encarados como perda, pois não tem nada de prejuízo, é sim, um benefício à criança. Na verdade, a vida toda vai ser assim, com os pais mostrando ao filho o que ele ganha ao crescer”, E nada de ficar com pena! “Por que na hora de trocar a fralda pela cueca/calcinha é bacana e trocar a mamadeira pelo copinho não? É o mesmo tipo de desenvolvimento”.

2. Vá aos poucos, mudanças acontecem gradativamente

Tanto a chupeta quanto a mamadeira devem ser tiradas aos poucos. “Não seria muito bom, por exemplo, ser junto com o fim das fraldas, entrada na escola ou a chegada de um irmão. No caso da chupeta, o ideal é que, de início, seu uso se limite aos horários de dormir (inclusive as sonecas, sempre tentando retirar da boca da criança assim que o sono estiver mais pesado) ou quando a criança estiver diante de um grande estresse. Ou seja, sem essa de chupeta pendurada na roupa, na hora de brincar ou na cadeirinha do carro. Depois, é limitar para o sono da noite, até que venha o combinado de jogá-la fora.
Com a mamadeira, a primeira atitude é acabar com a mamada da madrugada – que, na verdade, nunca deveria ter existido.  A segunda é introduzir o copo de transição para água e suco.

Depois, usá-lo para dar o leite do lanche da tarde, se ele existir. Então, a mamadeira que sai é a da manhã, introduzindo a criança ao hábito completo do café da manhã (se for com os pais, melhor ainda!). Por último, a da noite.

3. Programe-se. É você quem vai controlar o tempo

Quanto tempo vai demorar até seu filho esquecer os bicos? Difícil prever, mas não passar de um mês seria um ótimo limite. Também é importante não “sequestrá-los”, ou seja, tirá-los quando a criança não estiver olhando, pois ela deve participar do processo. “Os pais têm de dizer que estão indo guardar a chupeta ou deixar a criança guardá-la – e sempre em um local que ela tenha acesso. Também é importante que a mudança tenha uma meta na reta final, algo que motive seu filho a se esforçar. Pode até ser um combinado relacionado a alguma data importante ou acontecimento, como adiantar um presente que a criança esteja esperando.

4. Resista, ele vai pedir

Seu filho pode realmente aceitar o fim da era das chupetas e mamadeiras com extrema boa vontade, demonstrar que compreendeu a passagem e parecer feliz. Mas, na hora do aperto… sim, ele pode regredir e pedir. É aí que os pais mais têm que se mostrar firmes. Não ceda. Se tirou a mamadeira da água, por exemplo, não volte atrás. Continue com a firmeza a cada etapa da mudança. Seu filho já não está usando bicos? Para essa fase final, “Tire todas as mamadeiras e chupetas da casa, para não correr o risco de amolecer e ceder”.

Assim, seguindo estas dicas o sucesso será garantido!

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02 dez
Turma da Mônica e ONG apresentam dois novos personagens.

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No dia 03 de dezembro, no Rio de Janeiro, Maurício de Souza revela ao público os amiguinhos Igor e Vitória. Portadores do HIV, eles chegam para conscientizar famílias e educadores sobre a AIDS, diminuindo o preconceito e a discriminação

A UNICEF estima que, hoje, no Brasil, há mais de 20 mil crianças e adolescentes portadores do vírus HIV. No mundo, são cerca de 2,5 milhões e, diferente do que se imagina, os números da doença vêm aumentando. Em parceria com a ONG Amigos da Vida, cuja presidente de honra é a Sra. Carminha Manfredini, mãe de Renato Russo, o cartunista Maurício de Sousa lança, no Rio de Janeiro, o primeiro gibi “Turma da Mônica em: Amiguinhos da Vida”. O evento para convidados está marcado para 3 de dezembro, às 18h, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). A edição especial, que será distribuída gratuitamente em escolas e instituições voltadas para crianças, traz a história de Igor e Vitória, duas crianças soropositivas.

De acordo com o presidente da ONG, Christiano Ramos, a rede pública fundamental do Distrito Federal foi a primeira a aprovar a distribuição em suas escolas. Agora, o objetivo é chegar às redes de ensino de todo o país. “Este gibi foi criado para estimular o diálogo entre pais e filhos não impactados pelo vírus. Nosso objetivo não é evidenciar informações sobre o que é a AIDS, como ela é transmitida e quais são as formas de tratamento, mas sim conscientizar para a existência da doença e contribuir para diminuir o preconceito e a discriminação através da leitura”, reforça Christiano, portador do HIV há 22 anos e reconhecido em todo o país como um importante líder na prestação de serviços a famílias impactadas pela AIDS.

Acostumado a abraçar grandes causas, o cartunista Maurício de Sousa não pensou duas vezes ao ser procurado pela ONG Amigos da Vida. Com a certeza de que esta seria uma ação social de enorme valor, e que ajudaria a espalhar informação a crianças e adultos sobre um tema relevante em nossa sociedade, Maurício criou os personagens Igor e Vitória, sem perder de vista o contexto no qual seriam inseridos. Com enorme sensibilidade, ele não deixou de lado a essência que norteia o perfil da Turma da Mônica.

 

“Na revista, nós afirmamos que as crianças soropositivas podem ter uma vida normal e o que nós queremos é realmente abrir um universo onde possa haver integração e convívio alegre, de criança para criança”, diz o cartunista, revelando que Igor e Vitória têm entre sete e oito anos e convivem harmoniosamente com Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão. Além disso, ele conta que a participação dos personagens não se limitará a esta primeira edição a ser lançada. Novas histórias com os personagens já estão em produção.

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O impacto social causado pela AIDS será abordado delicadamente como ponto principal, mas também haverá informações muito bem trabalhadas dentro do universo infantil sobre as formas de infecção, o que é a AIDS e como conviver como crianças soropositivas.

No evento de lançamento no Rio de Janeiro, o próprio Maurício de Souza estará presente e autografará os gibis de todas as crianças que lá estiverem. Além dele, já estão confirmadas as presenças do presidente da organização, Christiano Ramos; do embaixador da Austrália, Brett Hackett; do senador Lindberg Farias; da deputada federal Erika Kokay; da secretária de cultura do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Rattes; e do presidente do CCBB, Aldemir Bendini. O projeto e o lançamento contam com o apoio do Banco do Brasil, BancorBrás, do CCBB e da UNICEF.

Mais informações:www.amigosdavida.com.br ewww.igorevitoria.com.br.

 

02 out
Não é a Mamãe.

foto blog

Advogada, esposa do Mário (PD3), madrasta do Mário Neto e do Mateus, mãe da Vitória, blogueira do Não é a Mamãe!, dona de casa sofrível, cozinheira eventual, momentaneamente sedentária por recomendações médicas, possuidora de um cabelo pouco amigável e de um humor razoável (tendendo para bom), pernambucana há 7 anos: esta sou eu!  😉

À convite da Mari, que é uma fofa e mãe do Davi mais lindo do mundo, estou aqui para contar um pouquinho da minha história para vocês… Vamos lá!

Amor de carnaval, que virou prá vida toda

Santa ladeira da Misericórdia! Lá carimbei meu passaporte pernambucano, beijando em pleno sábado de carnaval aquele que se tornaria o PD3 (Pai de 3 = Mário, meu marido). Detalhe: o cara era cheio de charme, cavalheiro, divertido, proprietário de um belo par de olhos verdes (minha preferência, de longas datas) e… Sem filhos? Pois é! O bonitão não me disse que tinha filhos.

Hoje ele conta essa história dizendo que não falou sobre os meninos porque eu não perguntei. Por isso, garotas, atenção! No primeiro encontro, além do nome, da profissão, do estado civil e da naturalidade, perguntem se o cara tem filhos. #ficaadica

Claro que quando ele me contou que tinha filhos eu terminei. Claro que esse namoro foi e voltou mil vezes. Claro que eu tinha pavor de contar prá minha mãe que estava namorando um cara que tinha filhos. Claro que eu não tinha a menor ideia do que estava por vir. Tinha tudo prá dar errado… Mas tem dado certo há 7 anos.

A ficha da madrastidade só caiu mesmo quando virei Sra. PD3. Até então, meu convívio com os meninos era limitado a alguns passeios e tal. Quando casei, o bicho pegou. Estava eu, recém casada, sem sequer saber cozinhar, mas com uma família completa (o mais novo, à época, era bebê).

Glamour zero e um mega choque de realidade: assim foi o início do nosso casamento. Quem sonha com um jantar de comemoração de 1 mês de casado feito pelo marido, mas com uma criança de 5 anos à mesa? Acho que quase ninguém. E qual criança deseja que o pai case com outra pessoa, que não a sua mãe? Provavelmente nenhuma.

Gradativamente fomos nos adaptando. Hoje posso afirmar: está tudo bem. Somos uma família (mosaico) como outra qualquer. Se eu disse que a vida da gente é uma pracinha, não é verdade. Temos problemas, preocupações com as crianças (que têm mães diferentes e vidas diferentes em vários aspectos), uma logística complicada, um custo de vida elevado… Mas a gente desenrola!

A ideia de escrever sobre a madrastidade surgiu quando percebi que pouco se falava sobre isso.  De acordo com o IBGE, 16% das famílias brasileiras são como a nossa: possuem filhos de apenas um dos cônjuges. Mas me digam quantos blogs existem sobre o assunto? No Brasil, somente o Não é a Mamãe!.

Compartilhar abertamente a minha experiência, tratando tanto dos aspectos positivos e quanto dos negativos dessa configuração familiar, incentiva outras madrastas a abrirem seus corações. Em função da enorme quantidade de e-mails que recebemos com perguntas das leitoras, inauguramos a seção: fala que eu te escuto (e te respondo). A caixa de e-mail falaqueeuteescuto@naoeamamae.com é movimentadíssima por perguntas, desabafos e desaforos.

 

Escrito Por:   Bianca do Blog: Não é a Mamãe

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19 ago
Ensaio Fotográfico #NinaChegou.

17

Oi gente!

Quem me acompanha no instagram @turmadatiamari sabe que há um mês a gostosinha mais linda do Brasil, chegou! Minha linda Marina #Nina.

Com 19 dias de vida a danadinha já estava modelando para as lentes da super fera da Tia Rafah e saiu cada lindeza… De morrer do coração.

Mas hoje estou aqui para compartilhar com vocês mais um momento #delícia, pois #NinaChegou.

Esse ensaio foi com 1 mês de vida, fica aqui algumas fotinhas fofas para vocês se apaixonarem também e servir como inspiração para as gravidinhas da turma e para as mamães de babys.

O melhor no trabalho de Tia Rafah é que ela vai até onde a mamãe quiser, levando conforto, além da qualidade do seu trabalho. Para  quem quiser conhecer mais do trabalho ou entrar em contato para agendar o ensaio do seu pequeno.

Contato:  rafahcamara@gmail.com ,

Portofólio:  www.flickr.com/rafahcamara,

Página no facebook:  https://www.facebook.com/rafahcamara,

Telefones :  81 8715 3977 .

Beijos!

Tia Mari 🙂

 

25 jun
Alergia Respiratória. Por Dra. Luciana Mota

crianca com crise alergica

Orientações gerais sobre alergia respiratória 

A alergia é uma reação exagerada do organismo após exposição a um fator desencadeante presente no meio ambiente. Geralmente, a alergia tem início na infância e pode continuar pela vida adulta. Ela é determinada por fatores genéticos e ambientais. Quando não controlada, pode causar infecções frequentes, como otites, sinusites, amigdalites e pneumonias. Pode comprometer o sono, o crescimento e o desenvolvimento da criança, e também o rendimento escolar e no trabalho.

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A alergia tende a melhorar com a idade, desde que se faça um controle eficiente do ambiente. Para isso, é importante identificar os fatores que podem ter desencadeado a reação, seja por uma observação atenta da criança pelos pais, seja através de testes alérgicos na pele e no sangue, realizados pelo alergista pediátrico.

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A maioria das reações alérgicas pode ser prevenida, evitando expor a criança aos fatores desencadeantes. Aliás, nenhum tratamento para alergia será totalmente eficaz se não for interrompido o contato com os agentes que desencadeiam a reação.

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O que causa alergia?

Os fatores que desencadeiam a alergia podem ser divididos em quatro grupos:

1) Alérgenos: são os fatores aos quais a criança é alérgica por determinação genética. Os mais frequentes são ácaros da poeira doméstica, fungos presentes no mofo, pelos de animais domésticos como cães e gatos, penas de pássaros, baratas, gramíneas e pólens.

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2) Irritantes: são os fatores aos quais a criança não é alérgica, mas que podem desencadear alergia por irritação da mucosa. Os mais comuns são fumaça de cigarro, tintas, perfumes, produtos químicos de limpeza,  e quaisquer outros poluentes com odor forte.

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3) Infecções: vírus causadores do resfriado e da gripe são frequentes desencadeadores de alergia, especialmente em bebês.

4) Físicos: exercício físico, fatores emocionais, mudança brusca de temperatura, ar frio, ar seco e umidade, entre outros.

Como a alergia pode se manifestar?

A alergia pode comprometer os olhos (conjuntivite alérgica), o nariz (rinite alérgica), os pulmões (asma ou bronquite alérgica), a pele (urticária e dermatite atópica) e o sistema cardiocirculatório, este com elevado risco de morte. A maioria das pessoas alérgicas apresenta associação de duas ou mais manifestações como, por exemplo, rinite alérgica e asma.

O que fazer para prevenir a alergia?

O primeiro passo é identificar o que provoca a alergia e saber que nenhum tratamento terá eficácia sem que medidas de controle ambiental sejam prontamente adotadas.

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Como controlar o ambiente:

Contra os ácaros:

• colocar capas antiácaros (de plástico, couro ou vinil) no travesseiro e colchão;

• limpar as capas com pano úmido a cada duas semanas;

• trocar roupas de cama pelo menos duas vezes por semana e lavar em água quente uma vez por semana;

• armazenar livros e brinquedos em caixas fechadas, fora do quarto da criança;

• retirar carpetes, tapetes e bichos de pelúcia dos cômodos onde a criança mais fica;

• trocar cortinas por persiana ou usar cortinas de algodão lavável;

• lavar semanalmente os filtros de ar-condicionado;

• manter boa ventilação para diminuir a umidade;

• limpar a casa com pano úmido diariamente. Evitar produtos de limpeza, espanadores e vassouras. Recomenda-se o uso de sabão de coco;

• soluções antiácaros (ácido fênico 5%, por exemplo) podem ser utilizadas no piso, móveis e estofados.

E o que fazer com tantos vírus circulando por aí?

Lavar  bem as mãos para evitar a disseminação dos vírus. Outra medida importante é tomar a vacina contra a gripe todos os anos. 

Geralmente, as viroses respiratórias evoluem bem e, em uma semana, a criança estará melhor. Porém, quando necessário, o pediatra prescreverá medicações para alívio dos sintomas ou para combater as complicações como: chiado no peito, desconforto respiratório, sinusites, otites e às vezes pneumonias. As rinites alérgicas podem apresentar sintomas muito parecidos com “um resfriado que nunca melhora”, mas há um tratamento específico para as rinites, por isso, na dúvida, consultem o pediatra.

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Além de uma boa alimentação e uma boa hidratação, é preciso paciência e dedicação! A boa noticia é que com o tempo, a criança cresce e a freqüência das viroses respiratórias diminui.

COLABORAÇÃO:   Dra. Luciana Mota IG: @amoserpediatra

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